sábado, 29 de janeiro de 2011

Brasil é presença mais bela no Peru e Chile


O país conhecido como “Terra do Samba e Futebol” também agrada os estrangeiros ao mostrar sua potencialidade natural e principalmente por ser favorecido com um povo alegre e belo: O Brasil é sim o país de belas mulheres e belos homens!

Basta ler a lista das mais bem remuneradas modelos da atualidade e constatar que é recheada de brasileiras. Muitos homens também fazem sucesso no mundo que só beleza não basta, tem que ter o tempero que inebria qualquer um.

É com a responsabilidade de manter essa hegemonia da beleza é que duas brasileiras e um brasileiro disputarão, de 2 a 7 fevereiro aos principais títulos oferecidos no concurso que será realizado na fronteira de dois países: Peru e Chile.

A BMW Eventos é quem detém a franquia dos concursos: Miss Teen Pacific World; Miss Pacific World e Mister Teen World.

REPRESENTARÃO O BRASIL

Monique Tosti de Souza – de Toledo/PR, foi aclamada com o título de Miss Pacific Brasil 2011.

Taynara Basso Vidovix – de Nova Esperança/PR, foi aclamada com o título de Miss Teen Pacific 2011.

Vinicius Luiz – de Cambé/PR, foi aclamado com o título de Mister Teen Pacific Brasil 2011.

Nos dois primeiros dias as atividades serão em Tacna, no sul do Peru. Faz fronteira com o Oceano Pacífico, Moquegua e com o Chile ao sul. Destaca-se com o Planalto Titicaca - uma área vulcânica. É um lugar conhecido por seus picos elevados como o Barroso com 5 750 metros ou o Yucamani com 5 510 metros de altitude. Vulcões como Tutupaca com 5 505 metros ou o Yucamani com 5 505 metros, também serão visitados pelos participantes.

Conheceram também Arica, que está localizada no extremo norte do Chile, muito próximo à fronteira do Peru e Bolívia. É uma região povoada a mais de 10 mil anos. Entre as construções históricas estão a Catedral de San Marcos e o Museu Histórico de Armas e o Antropológico, em San Miguel de Azapa - onde se encontram as múmias mais antigas do mundo. Lá pode ser visitado o estádio que foi palco de jogos da Copa do Mundo de 1962, onde o Brasil foi bi-campeão mundial.

A finalíssima, com a escolha e entrega de títulos aos vencedores, será realizada no dia 6 de fevereiro, em uma praia, em que, o concurso passou a ser um aguardado evento de proporções turísticas.

A delegação brasileira, além das misses e do Mister, é formada por Ivalina Cancian Grespan (coordenadora); Loraynne Torres (diretora artística da BMW Eventos) e pelo diretor executivo da BMW Eventos, Wall Barrionuevo.

Votos de sucesso aos ilustres brasileiros que levam aos referidos países o contagiante orgulho de ser brasileiro!

Como enfrentar a fase dos "porquês"?



Como eu nasci? Deus existe? Quatro passos para responder estas e outras perguntas numa boa – e três casos divertidos de mães que passaram por isto

Mais do que colocar uma pessoa que tanto se ama no mundo, ter um filho significa preparar uma mente quase em branco para integrar uma sociedade cheia de questões complexas. Mas por que as crianças fazem tantas perguntas? E mais importante: como respondê-las? Bom, se mesmo para os adultos ainda existem questões sem explicação, para uma criança – que começa a tomar contato pela primeira vez na vida com todos os mistérios do mundo – a quantidade de dúvidas será naturalmente bastante expressiva.

Infelizmente, existem mais dúvidas do que certezas pairando sobre as tentativas dos pais de responder as perguntas dos filhos. Há tanta preocupação com o conteúdo dessas perguntas que muitos pais se perdem ou se esquivam de respondê-las, sem saber que, no fundo, o que importa não é o conteúdo da resposta paterna, mas a maneira como se encara as dúvidas de uma criança. Isso vai orientar para sempre sua postura para lidar com suas próprias questões, que começam a surgir tão cedo quanto seus dentes de leite.

De acordo com o livro “Perguntas que as crianças fazem & como respondê-las” (Editora Globo), lançado pela médica e membro da Royal College of Physicians Miriam Stoppard, autora de mais de 50 livros e uma das maiores autoridades sobre maternidade, assistência à criança e saúde da mulher, “é a partir do momento em que consegue formular perguntas - por volta dos 2 anos de idade -, [que a criança] começa a bombardear os pais com [perguntas como] ‘Por quê?’, ‘O quê?’, ‘Onde?’ e ‘Como?’”.

Se as dúvidas são ‘O que é um cachorro?’ ou ‘Como funcionam os carros?’, sem problemas. No entanto, quando as perguntas que começam a surgir envolvem as fronteiras nebulosas da existência, do nascimento e mesmo da fé, a história muda um pouco de figura. Para ajudá-la, escutamos casos divertidos, especialistas e mães para ajudar e inspirar na difícil tarefa de educar uma criança. Mas primeiramente é preciso dar um passo atrás e ouvir o que tantas dúvidas têm a dizer.

1. Escutar é preciso

Para a criança, perguntar faz parte das observações do dia. “As crianças fazem perguntas porque elas olham o mundo, é uma atividade natural para quem está observando tantas coisas pela primeira vez”, diz a psicóloga clínica Dora Lorch, autora de livro “Superdicas para educar bem seu filho” e diretora da Delfos Prevenção em Saúde Mental. De acordo com a especialista, o receio que os pais têm de responder determinadas perguntas pode desestimular as crianças a perguntar novamente. E, como a pergunta é a base para o conhecimento, a criança desenvolve mais dificuldades de aprender também.

Em seu livro, Dora conta que a convivência é um elemento fundamental na formação de crianças e jovens. “Crianças e adolescentes precisam saber que podem contar com os adultos, sentir-se protegidos [...], ou podem querer resolver sozinhos uma situação maior do que eles”. Portanto, o primeiro passo para fortalecer os laços da comunicação com seu filho é, além de se fazer presente, fazê-los entender que, sempre que tiverem uma dúvida ou incerteza, podem procurar você.

Quando esta etapa é completada, é preciso aprender a transformar o “ouvir” em “compreender”.

2. Compreender para dialogar

Um menino de 5 anos pergunta em sua casa: “mamãe, quem é Deus?” A mãe, preocupada com que imagem de Deus ela poderia passar ao filho, corre para pesquisar as melhores terminologias e significados que o poder celestial poderia representar. Quando voltou, o menino estava no mesmo lugar, à espera de uma resposta. Ela se sentou e falou durante 50 minutos sobre as diversas representações divinas de todas as religiões. Quando terminou, o menino respondeu: “mamãe, eu não entendi nada de nenhum desses homens que você falou. Só queria saber quem era esse tal de Deus pra entender porque ele não me ouviu quando eu pedi pra ele me ajudar a ganhar um cachorrinho de Natal”.

A anedota representa perfeitamente a ansiedade que os pais vivem ao se deparar com uma pergunta aparentemente complexa. “Aparentemente” porque os pais imaginam o que as crianças estão perguntando, agregam complexidade por medo e por não considerá-las prontas para as verdades da vida, e acabam sem entender o que realmente a criança quer saber. “Muitas vezes a pergunta é bem mais simples do que se imagina, mas os adultos complicam. Quando o filho pequeno pergunta como foi parar na barriga da mãe, ele quer entender a maternidade, não o ato sexual”, diz Dora.

As crianças perguntam sobre o que ouvem ou vêem. Ao descobrir porque seu filho quer saber aquilo, você consegue chegar à raiz da questão e responder exatamente o que ele perguntou. E, qualquer que seja a pergunta, o caminho para o bom entendimento é sempre o mesmo: optar por falar a verdade.

3. Nada mais que a verdade

Segundo a terapeuta familiar e psicanalista infantil Anne Lise Scappaticci, uma resposta honesta estimula a criança a procurar sempre novas perguntas, mais profundas – e, assim, a alcançar respostas melhores. “Quando os pais mentem, a criança sente que a relação não é verdadeira. Respostas violentas e impulsivas derrubam a vontade da criança em perguntar. Ela fica inibida de perguntar e diminui seu interesse pela busca de novos horizontes. É a família quem estimula a criança a ser inteligente”, analisa.

Há quem prefira usar metáforas para explicar algumas verdades, mas o risco desta escolha é dar voltas a mais em histórias que poderiam ser simples – e criar ainda mais dúvidas (e não das construtivas) na cabeça de uma criança. Cris Poli, educadora e apresentadora do programa “Supernanny”, conta que metaforizar ajuda as crianças a continuarem no mundo da fantasia, o que é importante na infância. Mas no caso de uma pergunta direta, a melhor coisa a se fazer é falar a mais pura verdade. “Os pais devem respondê-las de maneira natural, considerando a idade da criança, a fase do desenvolvimento em que se encontra e se limitando a dar a informação que a criança quer receber, nada além disso. Assim, a criança estará satisfeita, sua curiosidade saciada e ela voltará a questioná-los somente quando a próxima dúvida surgir”, afirma.

4. Você tem medo de quê?

Boa parte dos pais que evitam responder a perguntas sobre sexualidade feita por seus filhos o fazem por medo de agregar informações demais à mente em desenvolvimento da criança, transformando precocemente sua maneira lúdica de entender a vida. No entanto, de acordo com Miriam Stoppard em seu “Perguntas que as crianças fazem & como respondê-las”, quanto mais os pais se negam a falar sobre sexo, mais as crianças procuram conhecer o assunto da maneira que conseguem. Ou seja, é aí que o conhecimento foge do controle de segurança dos pais, incentivando ainda mais a procura externa, uma vez que o assunto ganha o status de “proibido”.

De acordo com Anne Lise, devemos pensar estas perguntas expressam a curiosidade da criança e isso é um bom sinal. As perguntas devem ser bem-vindas. “Se seu filho pergunta é porque se sente à vontade, tem um ambiente propício para se expor. Ruim é a criança que nunca pergunta nada. É preciso apenas tentar ser o mais sincero possível, de forma criativa. Afinal, os pais sabem todas as respostas, não precisam ficar com medo”, reforça.

Portanto, ter medo de expressar a realidade é uma das maiores barreiras que pais constrangidos podem colocar no processo de aprendizagem de seu filho. “Creio que a realidade, nas diferentes situações, é bonita porque é natural e não precisa ser camuflada ou fantasiada para esconder constrangimentos dos pais. Os adultos precisam resolver suas próprias questões para poder responder às nossas crianças da forma mais espontânea possível, evitando frustrações ou os desencantos que sofremos quando conhecemos a verdade”, afirma a supernanny Cris Poli.

Advogado quer tirar Carli Filho do julgamento em júri popular




A defesa ex-deputado Luiz Fernando Ribas Carli Filho entrou com um recurso para mudar a sentença que determina que Carli vá a júri popular. O advogado que representa o ex-parlamentar, Roberto Brzezinski Neto, confirmou que protocolou o recurso na última sexta-feira. Ele pede que Carli seja julgado pela justiça comum por ter cometido um crime de trânsito e não vá a júri popular.

O ex-deputado é acusado de matar duas pessoas em uma colisão de trânsito no dia 7 de maio de 2009. O juiz da 2.ª Vara do Tribunal do Júri de Curitiba, Daniel Surdi de Avelar, determinou que Carli seja julgado como réu de duplo homicídio, com dolo eventual. O dolo eventual significa que Carli sabia que seu comportamento poderia causar a morte de alguém, mesmo não tendo a intenção de matar.

De acordo com o inquérito, ele estava alcoolizado, dirigindo a mais de 160 km/h e com a carteira de motorista cassada por multas de trânsito e excesso de velocidade.

Penas

Caso Ribas Carli vá a júri popular e seja condenado, poderá pegar uma pena que vai de 6 a 30 anos de prisão. Caso o recurso da defesa seja aceito e ele for considerado culpado por um crime de trânsito, a pena máxima é de quatro anos em regime aberto.

Em defesa de Guarapuava e dos municípios da região



Cesar Filho consegue liberação para a construção de 600 casas populares em Guarapuava


O deputado estadual Cesar Silvestri Filho (PPS) já está saindo em defesa de Guarapuava e dos municípios da região. Entre seus compromissos políticos desta semana, Cesar Filho acompanhou os prefeitos de Irati, Sergio Stoklos, de Prudentópolis, Gilvan Agibert, e de Inácio Martins, Edemétrio Benato Júnior, em uma reunião com o presidente da Cohapar, Mounir Chawiche. O encontro serviu para que os prefeitos tomassem conhecimento das políticas habitacionais do governo Richa e já se organizem para que possam ser contemplados pelos programas habitacionais do Estado. O deputado estadual eleito aproveitou a oportunidade e solicitou que fosse liberada, ainda no primeiro semestre deste ano, a construção de 600 casas populares em Guarapuava.

O presidente da Cohapar, Mounir Chawiche, garantiu que a reivindicação será atendida e ainda foi enfático ao dizer que as portas da Cohapar estão abertas para as reivindicações de Cesar Filho. “Temos que nos unir para ajudar os municípios e o César filho será um grande aliado nosso, Vamos precisar de deputados que nos auxiliem fazendo leis na Assembléia para que possamos implantar nossas políticas habitacionais. Vamos atuar de forma muito forte na construção de casas, porque uma das principais metas do governo é investir em habitação”, concluiu.

Cesar Filho enfatizou a importância de estar em sintonia com os projetos do governo do Estado. “Vejo um ambiente totalmente favorável aos municípios. Sabemos que a questão habitacional será tratada como prioridade pelo governo Beto Richa. Por isso, é hora de os municípios cumprirem seu papel para que possam integrar os programas habitacionais”, destacou Cesar Silvestri Filho.

De acordo com ele, é necessário que os prefeitos agilizem os trâmites legais para a obtenção de casas populares. “Cada município tem que fazer a sua parte, viabilizar os terrenos e estar com toda documentação em dia A oportunidade não pode ser perdida, pois as portas da Cohapar estão abertas. No que cabe a mim, continuarei intervindo e apoiando os prefeitos para que possam ser liberadas as construções de casas populares para as famílias carentes, pois muitas dessas famílias têm, na conquista da casa própria, a realização de um sonho”, frisou.

Polícia Civil indica delegado para presidir inquérito contra coronel da reserva



O delegado-chefe da Polícia Civil, Marcus Vinicius Michelotto, determinou nesta sexta-feira (28) que as investigações sobre a participação do ex-comandante do Corpo de Bombeiros, o coronel da reserva Jorge Luiz Thais Martins, na morte de nove pessoas, serão conduzidas pelo delegado Cristiano Augusto Quintas dos Santos. Martins apresentou-se no Quartel Geral da Polícia Militar, onde ficará detido à disposição da Justiça.

Michelotto disse que a Polícia Civil fez um trabalho objetivo, cuidadoso e responsável no levantamento das informações, para que o Ministério Público possa instaurar o processo criminal. “O momento correto para a polícia se pronunciar era somente depois da prisão do suspeito, o que ocorreu nesta quarta-feira”, explicou.

A ex-delegada-titular da Delegacia de Homicídios Vanessa Alice, que conduziu as investigações desde agosto, ouvindo testemunhas e sobreviventes, afirmou que Martins foi reconhecido por várias pessoas. Duas delas foram mortas. Alice confirmou que todas as vítimas eram usuárias de entorpecentes que compravam drogas no mesmo local.

A polícia busca novas evidências que possam vincular as mortes ao acusado e investiga se um veículo de propriedade de Martins é o mesmo apontado por testemunhas dos crimes. No momento não há provas da participação de outras pessoas nas mortes, mas a polícia foi informada de que outra pessoa ameaçou testemunhas.

O primeiro dos cinco inquéritos policiais está sendo encaminhado ao Ministério Público, para apresentação da denúncia à Justiça.

Áudio:

  • Dr. Fernando Viana Artigas, Dr. Marcus Vinicius Michelotto, Drª Vanessa Alice. Foto Osvaldo Ribeiro/ Secs.
  • Entrevista Coletiva da E/D. Critiano Quintas, Dr. Fernando Viana Artigas dr. Marcus Vinicius Michelotto. Foto Osvaldo Ribeiro/secs.
  • Entrevista Coletiva Dr. Marcus Vinicius Michelotto. Foto Osvaldo Ribeiro/Secs.

Governo promoverá articulações a favor das pessoas com deficiência



O vice-governador e secretário da Educação, Flávio Arns, apresentou nesta sexta-feira (28) à secretária da Justiça e Cidadania, Maria Tereza Uille Gomes, a proposta de que cada órgão da administração direta e demais esferas governamentais identifiquem em seu quadro funcional a figura de um interlocutor formalmente indicado para o atendimento a demandas relacionadas às pessoas com deficiência.

“A ideia é identificar nos órgãos do governo pessoas que tenham afinidade com a área e sejam articuladoras das demandas apresentadas pelas pessoas com deficiência. É isso o que a comunidade vem pedido, abertura e acesso aos programas e políticas de governo”, disse Arns.

Para a secretária, a iniciativa é importante e poderá contar com o apoio dos conselhos vinculados à Secretaria da Justiça. “A Secretaria fará toda a articulação para que esta iniciativa se concretize”, disse Maria Tereza, que comunicou ao vice-governador a intenção de sistematizar a atuação dos conselhos por meio de um Plano Diretor que promova a concretização de suas deliberações.

A necessidade de um levantamento sobre a acessibilidade dos prédios públicos também foi apontada como prioritária pela secretária. “Precisamos de adequações nos estabelecimentos penais do estado e podemos fazê-las utilizando a mão de obra dos detentos”, disse.

PARCERIA - Erradicar o analfabetismo nos estabelecimentos penais, incluir as reformas das escolas entre as penas alternativas, promover cursos de profissionalização para detentos e utilizar a mão de obra prisional para a fabricação de materiais de limpeza e de produtos ecológicos de construção civil para as escolas públicas foram algumas das possíveis parcerias apresentadas pela SEJU a Flávio Arns.

Segundo Maria Tereza Uille Gomes, 500 detentos do Paraná precisam ser alfabetizados. “Precisamos do apoio da Secretaria de Educação para atingir essa meta e queremos estabelecer uma metodologia para aproveitar os detentos com graduação e pós-graduação nesse projeto”, disse.

“Todas as iniciativas propostas são possíveis e vão ao encontro da articulação que queremos promover com todas as áreas”, disse Arns.