quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Presidente da Câmara de Guarapuava Edony Kluber (PSD) e vereadores prestigiam a posse no Tribunal de Contas do Paraná

Presidente da Câmara de Guarapuava Edony Kluber (PSD) e os vereadores Airson Horst (PPS), Germano Alves (PR) e Marcio Carneiro (PPS) prestigiam a posse do Guarapuavano Artagão de Mattos Leão na presidência do Tribunal de Contas do Estado do Paraná. Também serão empossados o vice-presidente, conselheiro Durval Amaral, e o corregedor-geral, conselheiro Ivan Bonilha.

Prefeituras do PR procuram soluções para frotas sucateadas

Novos prefeitos dizem que administrações anteriores deixaram o problema. Cidade na Região de Curitiba está sem ambulâncias e ônibus escolares.
Prefeitos de algumas cidades do Paraná reclamam que as frotas de veículos que receberam das administrações anteriores está sucateada. Em Pinhão, na região central do estado, o atual prefeito decidiu leiloar os carros velhos, para tentar diminuir o prejuízo provocado pela manutenção desses veículos. Há desde carros sem rodas, veículos batidos e alguns até sem motor. Outro problema é a idade dos veículos velhos. Fuscas e outros modelos com mais de 20 anos de uso, que já não conseguem mais rodar, ainda constam no patrimônio da prefeitura. De acordo com o prefeito, Dirceu de Oliveira, o prejuízo nas contas da prefeitura já chega a R$ 3 milhões. Para ele, manter os carros só aumentaria os gastos. “Não compensa para o município ter, na frota, veículos sem condições de uso. Aí, acarreta encargos, acarreta despesas com IPVA”, afirma. Ainda segundo ele, o dinheiro arrecadado será usado para a compra de novos veículos. Cidade sem ônibus escolares
O problema da frota sucateada também se repete em Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba. Entre os vários veículos que estão enferrujando, sem manutenção, estão o ônibus escolar da cidade e as duas ambulâncias. Uma das ambulâncias, inclusive, teve todo o equipamento de socorro retirado. A outra está sem motor. Conforme a prefeitura, seriam necessários entre R$ 200 mil e R$ 300 mil só para consertar os veículos que ainda têm condições de rodar.