segunda-feira, 19 de março de 2012

Cesar Silvestri Filho busca apoio do Governo para artistas de Guarapuava

O deputado estadual Cesar Silvestri Filho (PPS) se reuniu com o Secretário da Cultura do Estado, Paulino Viapiana, para discutir o apoio do Governo a Projetos de Arte de artistas de Guarapuava. “Precisamos valorizar nossa cultura e nossos artistas. Nossa cidade tem talentos que precisam do apoio do Governo para divulgar e tornar realidade esses projetos”, afirma Cesar Filho. Um dos pleitos do deputado é sobre a edição do livro de arte bilíngüe com imagens do fotógrafo guarapuavano Valdir Cruz. “O livro Guarapuava traz imagens em preto e branco que retratam o povo guarapuavano, através de suas raízes indígenas, negras, os tropeiros e o tropeirismo assim como a luta do campo e a agricultura, e obviamente a encantadora paisagem local”, explica o fotógrafo. O Projeto de Valdir Cruz já foi aprovado pela Lei Rouanet, mas depende ainda da captação de recursos. “Vamos buscar o apoio do Governo do Estado para este projeto, pois além de ser um artista paranaense, Valdir Cruz está retratando a nossa Guarapuava, os hábitos e costumes do nosso povo que ficarão imortalizados neste Projeto”, comenta Cesar Filho. Sobre Valdir Cruz O fotógrafo Valdir Cruz é natural de Guarapuava e traz uma obra exemplar construída ao longo de mais de 25 anos com dezenas de exposições, além de imagens nos acervos e coleções de importantes museus e fundações, como o Museu de Arte de São Paulo (MASP), o Museum of Modern Art (MoMA), de Nova York, e o Smithsonian Institute, em Washington, D.C.. Em 1978, o fotógrafo mudou-se para Nova York, nos Estados Unidos, e começou a fotografar em 1982. Desde então divide seu trabalho entre este país e o Brasil, focando sua obra no povo, na arquitetura e na paisagem brasileiras. Valdir Cruz é conhecido pela qualidade e tonalidades quase tácteis de suas fotos em gelatina de prata, platina e paládio. Esta particular estética visual de Cruz, pontuada de genialidade e originalidade, aliada a sua larga experiência profissional, ousadia e incansável dedicação até captar o momento mágico, ultrapassa a fronteira do simples ato de fotografar e transformam as imagens por ele retratadas em verdadeiras obras de arte de grande valor histórico-cultural. Com livros publicados, como Os Yanomami, Catedral Basílica de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, O Caminho das Águas e RAÍZES, o fotógrafo busca com o Projeto Guarapuava apresentar um material inédito e de incontestável valor cultural principalmente para uso de futuras gerações, pois preservará a memória de um ambiente que vive um acelerado movimento de transformação. Assessoria de Imprensa Cesar Silvestri Filho

Cohapar assina contratos para mais 28 casas na área rural

O Governo do Paraná, por meio da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), e a Caixa Econômica Federal assinaram nesta sexta-feira (16) contratos para a construção de casas com 12 famílias de agricultores rurais de Luiziana e 16 de Iretama, na região Centro-Oeste do Estado. As unidades habitacionais fazem parte do programa Morar Bem Paraná Rural e têm investimentos previstos de R$ 700 mil. “Esta assinatura é o resultado do esforço de muitas pessoas e demonstra o quanto o Governo do Paraná está preocupado em mudar a realidade dos que vivem no campo”, disse o gerente regional do escritório da Cohapar de Campo Mourão, Ricardo Widerski. A gerente geral da Caixa Econômica de Campo Mourão, Célia Furlanetto, afirmou que a parceria com a Cohapar é fundamental para o bom atendimento às famílias da área rural. “Juntos, podemos atender de forma mais ampla estes pequenos agricultores que dificilmente conseguiriam um financiamento convencional. Trabalhar com a Cohapar é ótimo, porque os funcionários têm grande conhecimento da área”. “Hoje é um dia de glória. Estou feliz da vida porque sei que finalmente vou ter um lugar para morar bem com a minha família”, afirmou o agricultor Joaquim Rodrigues dos Santos, 70 anos, de Luiziana. Em Iretama, José Honório Cavalari e a mulher tiveram de sair do sítio em que moravam porque a casa estava despencando. “Hoje, temos uma esperança renovada com esse contrato. Estamos loucos para voltar para o sítio”, afirmou José Honório. MORAR BEM PARANÁ RURAL – O programa Morar Bem Paraná Rural atenderá, nos próximos quatro anos, 10 mil famílias com casas novas e outras 4 mil com reformas e ampliações. É uma parceria entre a Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Caixa Econômica Federal e Cooperativas de Agricultores. Os recursos, provenientes do governo federal, por meio do Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR), podem chegar a R$ 25 mil por casa, dependendo da renda familiar do agricultor. O Governo do Estado também pode entrar com subsídio para complementar a mão de obra

Governo autoriza reajuste de até 5,85% nos remédios a partir do dia 31

A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), órgão do governo formado por representantes de vários ministérios, autorizou nesta segunda-feira (19) o reajuste de até 5,85% nos preços dos medicamentos em todo o país. O reajuste poderá ser efetuado a partir de 31 de março e terá como referência o preço do fabricante praticado em 31 de março de 2011. A autorização foi publicada no "Diário Oficial da União" - veja resolução. A autorização para reajuste leva em consideração três faixas de medicamento, com mais ou menos participações de genéricos. O reajuste segue a lógica de que nas categorias com mais genéricos a concorrência é maior e, portanto, o reajuste autorizado pode ser maior. Saiba como conseguir remédios de graça para diabetes e hipertensão Diferença de preço do mesmo remédio chega a 40% nas farmácias De acordo com resolução publicada nesta segunda, a categoria de remédios com maior participação de genéricos, na qual esses medicamentos representam 20% ou mais do faturamento, tem teto autorizado para reajuste maior: até 5,85%. A categoria intermediária - faturamento entre 15% e 20% - tem reajuste autorizado de até 2,8%. A Câmara determinou que, no caso da categoria com menor participação de remédios genéricos (faturamento abaixo de 15%), as empresas deverão reduzir os preços em 0,25% "pois não tem havido repasse da produtividade nestas classes". Entre os remédios da faixa 1 estão antiulcerosos. Entre os remédios da faixa 2 estão antifúngicos dermatológicos, e antiinfecciosos. Na faixa 3, por exemplo, estão antiespasmódicos. O índice de 5,85% considera variação nos últimos doze meses do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. As empresas que tiverem interesse em efetuar o reajuste deverão apresentar à CMED um relatório de comercialização. A CMED é formada por representantes dos ministérios da Saúde, Justiça, Fazenda e Casa Civil. A autorização para o aumento dos remédios é previsto na lei 10.742/2003 e dura por um ano. Ou seja, o próximo aumento só pode ocorrer em março de 2013. Há previsão de multa para quem conceder reajuste superior ao teto estipulado. A resolução publicada no "Diário Oficial" estipula que "as unidades de comércio varejista deverão manter à disposição dos consumidores e dos órgãos de defesa do consumidor as listas dos preços de medicamentos atualizadas".