sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Deputados de Guarapuava se unem para trazer recursos para a região‏


A população de Guarapuava e região será triplamente beneficiada com as emendas ao Orçamento do Estado que os deputados estaduais estão protocolando nesta sexta-feira (11) na Assembleia Legislativa do Paraná. Por sugestão de Cesar Silvestri Filho (PPS), ele e os deputados Bernardo Ribas Carli (PSDB) e Artagão de Mattos Leão (PMDB) elaboraram três emendas coletivas para atender a região.
Dessa forma, as emendas dos três deputados destinam R$ 4,5 milhões para Guarapuava: R$ 1,5 milhão para a elaboração dos projetos executivos do Teatro de Guarapuava; R$ 1,5 milhão para o Hospital São Vicente de Paulo e R$ 1,5 milhão para o Hospital Santa Tereza.
“Optamos por unir esforços e concentrar recursos para nossa região. Temos projetos e estilos de trabalho diferentes, mas concordamos que nossas ações devem ser unificadas para obter um melhor resultado para beneficiar a população de Guarapuava e região”, explicou Cesar Filho, referindo-se ao trabalho conjunto com os outros dois parlamentares.
Na segunda emenda, Cesar Filho destina R$ 30 milhões para a recuperação de pontos críticos em estradas vicinais do Paraná. “Recuperar estas estradas é uma forma de eliminar os gargalos da cadeia produtiva no Estado. Assim, os pequenos e médios produtores rurais serão diretamente beneficiados com a redução dos custos, aumento dos lucros e, automaticamente, a melhoria das condições e qualidade de vida, que contribui para a permanência dessas pessoas em suas cidades de origem”, afirmou.

 Foto: Sandro Nascimento/Alep

Assessoria de imprensa
Deputado Estadual Cesar Silvestri Filho
Danielle Blaskievicz
(41) 3350-4262 / (41) 9964-2337

Inflação oficial tem alta de 6,97% em 12 meses, segundo IBGE


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apresentou variação de 0,43% em outubro, situando-se abaixo dos 0,53% de setembro em 0,10 ponto percentual. Com este resultado o acumulado no ano ficou em 5,43%, acima da taxa de 4,38% relativa a igual período de 2010. Considerando os últimos doze meses, o índice situou-se em 6,97%, recuando em relação aos 7,31% registrados nos doze meses imediatamente anteriores. Em outubro de 2010, a taxa havia ficado em 0,75%, segundo o IBGE.
Os preços dos alimentos (de 0,64% em setembro para 0,56% em outubro) continuaram aumentando, mas em ritmo menos acelerado, causando impacto de 0,13 ponto percentual ao invés dos 0,15 do mês anterior. Entre os principais produtos que contribuíram para este comportamento, destacam-se o leite (de 2,47% para 0,05%), frango inteiro (de 2,94% para -0,05%) e feijão carioca (de 6,14% para -1,88%). Outros alimentos, no entanto, se apresentaram em alta, exercendo pressão sobre o índice do mês, a exemplo do café moído (de 2,26% para 3,02%), óleo de soja (de 1,23% para 2,12%) e refeição fora (de 0,51% para 0,72%).
Nos transportes (de 0,78% em setembro para 0,48% em outubro), o recuo foi provocado por vários itens. As passagens aéreas tiveram variação bem menos acelerada do que no mês anterior, embora tenham continuado a exercer o principal impacto no mês, com 0,06 ponto percentual. Para viagens em outubro, os voos disponíveis subiram, em média, 14,26% em relação à média daqueles que foram disponibilizados para viagens em setembro, quando a alta chegou a 23,40%.
O resultado do grupo foi influenciado, também, pelos combustíveis (de 0,69% para 0,10%), com o preço do litro do etanol indo dos 3,01% de setembro para uma queda de 0,36%, enquanto o litro da gasolina apresentou variação bem menor, indo de 0,51% para 0,17%. Destaca-se, ainda, o item conserto de automóvel (de 1,23% para 0,60%), que se manteve em alta, mas em menor ritmo, além das tarifas dos ônibus interestaduais (de 0,01% para -0,20%) e dos automóveis, tanto novos (de 0,18% para -0,09%) quanto usados (de 0,51% para -0,15%), com preços em queda.
As despesas com habitação (de 0,71% em setembro para 0,62% em outubro) cresceram menos do que no mês anterior devido à taxa de água e esgoto (de 1,19% para 0,86%), aluguel (de 0,92% para 0,80%), energia elétrica (de 0,55% para 0,40%) e gás de botijão (de 1,36% para 0,10%).
O item empregados domésticos, cuja variação havia atingido 1,00% em setembro, reduziu para 0,10% em outubro e, junto com itens como cabeleireiro (de 1,03% para 0,54%) e costureira (de 0,75% para 0,41%), levaram ao recuo das despesas pessoais (de 0,53% para 0,22%).
Os artigos de vestuário (de 0,80% em setembro para 0,74% em outubro) também subiram em ritmo menos acelerado, enquanto o grupo artigos de residência (de -0,36% para -0,20%) se manteve em queda. Com isto, os não alimentícios tiveram variação de 0,39%, abaixo dos 0,50% do mês de setembro:
Dentre os índices regionais, o maior foi registrado na região metropolitana de Porto Alegre (0,98%) influenciado principalmente pela variação da energia elétrica (1,16%), cujas tarifas foram reajustadas em 7,60% a partir de 26 de outubro. Além disso, houve pressão do aumento do condomínio (4,46%) e da gasolina (4,64%). O menor índice foi o de Salvador (0,00%) tendo em vista o resultado do grupo alimentação e bebidas (-0,22%), o menor entre as regiões pesquisadas:
INPC variou 0,32% em outubro
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor - INPC apresentou variação de 0,32% em outubro, abaixo do resultado de 0,45% de setembro. Com isto, o acumulado do ano fechou em 4,94%, acima da taxa de 4,75% relativa a igual período de 2010. Considerando os últimos doze meses, o índice situou-se em 6,66%, abaixo dos doze meses imediatamente anteriores (7,30%). Em outubro de 2010, o INPC havia ficado em 0,92%.
Os produtos alimentícios apresentaram variação de 0,35% em outubro, enquanto os não alimentícios aumentaram 0,31%. Em setembro, os resultados ficaram em 0,61% e 0,38%, respectivamente.
Dentre os índices regionais, o maior foi registrado na região metropolitana de Porto Alegre (0,82%) influenciado principalmente pela variação da energia elétrica (1,16%) cujas tarifas foram reajustadas em 7,60% a partir de 26 de outubro. Além disso, houve pressão do aumento do condomínio (4,46%) e da gasolina (4,64%). O menor índice foi o de Salvador (-0,04%) tendo em vista o resultado do grupo alimentação e bebidas (-0,46%), o menor entre as regiões pesquisadas:
O INPC é calculado pelo IBGE desde 1979, se refere às famílias com rendimento monetário de um a seis salários mínimos, sendo o chefe assalariado, e abrange nove regiões metropolitanas do País, além de Brasília e do município de Goiânia. Para cálculo do índice do mês foram comparados os preços coletados no período de 29 de setembro a 27 de outubro de 2011 (referência) com os preços vigentes no período de 27 de agosto a 28 de setembro de 2011 (base).

União aumenta limite do Paraná para captação de financiamentos

 
O governador Beto Richa assinou nesta quinta-feira, em Brasília, com a presidente Dilma Rousseff e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, um termo de ajuste que amplia em R$ 1,364 bilhão a capacidade do Paraná de contrair financiamentos internos e externos para investimentos. O compromisso integra o Programa de Ajuste Fiscal do governo federal.

De acordo com Richa, os novos limites fiscais para acesso às linhas de crédito vão permitir ao Paraná captar recursos para a realização de diversos programas e obras previstas no Plano de Governo nos próximos anos. Segundo ele, o Estado negocia R$ 1,7 bilhão em financiamentos com organismos nacionais e internacionais de fomento, com contrapartida de R$ 2 bilhões. “Somente com recursos orçamentários próprios todos os estados estão com dificuldade para investir”, afirmou.

O governador reconheceu a boa vontade do governo federal com os estados que estão buscando realizar seus ajustes fiscais e destacou a relação harmoniosa e republicana que mantém com a presidente Dilma Rousseff. “Temos celebrado importantes parcerias em favor do Paraná. Se não fosse esta relação estreita, muitos investimentos não estariam acontecendo no nosso Estado”, afirmou Richa.

A presidente Dilma Rousseff afirmou que a capacidade dos estados de abrir espaço para investir, num momento em que a economia mundial passa por dificuldades, deve ser comemorada. “É uma conquista do Brasil”, disse ela, complementando que o acordo assinado vai levar mais investimentos para todos os cantos do país e contribuir para elevar a taxa nacional de investimento. “Isso demonstra que vivemos uma grande fase de estabilidade”, declarou.

BANCOS - De acordo com o secretário estadual da Fazenda, Luiz Carlos Hauly, os recursos que o Paraná busca serão financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco Mundial (Bird) e Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). “Vão proporcionar a execução de programas nas áreas de infraestrutura, segurança, saúde, família e transportes. Todos prevêem a geração de renda e de emprego”, explicou.

O aumento dos limites do Paraná foi obtido a partir da análise das metas fiscais feita pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), de acordo com dados apresentados pelo governo do Paraná. A última reunião técnica foi realizada em 23 de agosto deste ano. “À época, a comissão paranaense foi cumprimentada pela solidez fiscal obtida neste ano”, afirmou Hauly.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o espaço para captação de financiamentos deve ampliar os investimentos em infraestrutura, mobilidade urbana, saneamento, segurança, saúde e educação. “A ampliação dos limites fiscais para os estados não conflita com a nossa política fiscal e sim a reforça. Todos os estados têm melhorado suas contas e a Lei de Responsabilidade Fiscal está sendo cumprida à risca”, destacou ele.

Os governadores de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Maranhão e Alagoas também assinaram ajustes fiscais para seus Estados. A prioridade, segundo explicou a presidente Dilma na cerimônia, é enfrentar a falta de infraestrutura para suportar o crescimento econômico do país. “Nós podemos, com estabilidade, fazer o Brasil crescer”.






 

Sindicato e Senar promovem curso de reflorestamento em matas homogêneas


Nos dias 01 a 02 de dezembro, o Sindicato Rural de Guarapuava e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) promovem o curso Trabalhador em Reflorestamento – matas homogêneas.
O objetivo do curso é desenvolver conhecimento sobre o cultivo de eucalipto, pinos, inventário, poda, desbaste em cultivo florestal, prevenção e combate aos incêndios florestais.
As aulas, ministradas pelo instrutor Daniel Nascimento, serão realizadas em duas etapas, com conteúdo teórico em sala de aula e prática, em uma propriedade da região.
Para realizar a inscrição (gratuita e limitada), o interessado deve comparecer à sede do Sindicato, que fica na Rua Afonso Botelho, 58, bairro Trianon.