segunda-feira, 22 de julho de 2019

Culto de Missões: Uma missão Que vai além



Aconteceu no último domingo na 4ª Igreja do Evangelho Quadrangular o culto de Missões. O Culto acontece no 3º domingo do mês em as igrejas quadrangulares.

A Igreja do Evangelho Quadrangular tem, em sua essência, o propósito de levar o Evangelho de Jesus Cristo a todos os povos e lugares; de fazer resplandecer a sua luz para aqueles que não conhecem a sua mensagem. Como igreja, tem o papel fundamental de transformar realidades, cuidar da comunidade na qual está inserida, levar amor, suprimentos e tudo o que for preciso para curar e salvar almas para o reino de Deus.

A IEQ cumpre sua missão e vai além. Por meio da Secretaria Geral de Missões, realiza diversos projetos sociais com o objetivo de ajudar pessoas carentes em todas as suas necessidades, sejam elas materiais ou espirituais. As ações levam a Palavra de Jesus e têm alcançado e mudado a história de milhares de pessoas. Ao todo, 22 países já são contemplados pela mensagem de Deus e pelos cuidados dos missionários, que abrem mão de suas próprias vidas para se dedicarem ao próximo.

O ponto alto no culto foi as apresentações do grupo missionário juniores, que apresentaram o hino hei pai.


O grupo Luz do mundo apresentaram, a coreografia “Rainha Ester”.





Durante a culto aconteceu duas apresentações de crianças: Lia e Enzo.



O Pastor Pedro ressaltou que a parte que ele mais gosta de fazer e a apresentação e explicou em breves palavras o significado.  

“Nas Sagradas Escrituras não há nenhum ensinamento ou exemplos que autorizem o batismo de crianças. Conforme ensinamento do Novo Testamento, o candidato ao batismo deve ter se arrependido de seus pecados (Atos 2:38), e ter crido em Jesus Cristo (Atos 8:37). Aqueles que ainda não podem fazer o uso completo da razão, não estão em condições de cumprir esses dois requisitos. As crianças estão nesta condição.
    Por outro lado, as Escrituras ensinam acerca da apresentação pública das crianças a Deus, durante a qual pedimos ao Senhor que abençoe as crianças e a vida que elas terão pela frente.
Quando assim procedemos, estamos seguindo a prática admitida pela Igreja de todos os tempos. Não é o batismo em água, e sim uma apresentação de crianças a Deus, uma ação de graças e de fé, uma súplica pela bênção divina”.