sábado, 14 de janeiro de 2012
Flamengo x Corinthians-amistoso do ano amanhã em Londrina
O primeiro compromisso oficial do Corinthians na temporada será a estreia no Campeonato Paulista, contra o Mirassol, no dia 21 de janeiro, Pacaembu. Já o Flamengo enfrentará o Real Potosí, da Bolívia, no dia 25 de janeiro, pela primeira fase da Taça Libertadores, conhecida no Brasil como pré-Libertadores.
Estádio do Café, em Londrina, não possuía câmeras de vigilância para receber público de 30 mil. Amistoso de Londrina x Fla será no dia 12
O Estádio do Café, em Londrina, foi liberado para receber um público de 30 mil pessoas, sua capacidade máxima. Palco de amistosos do Flamengo e do Corinthians, além do Londrina Esporte Clube, nos próximos dias, o local dependia da instalação de câmeras de vigilância para receber a autorização da Federação Paranaense de Futebol (FPF) e do Ministério Público para os jogos. Além dessas partidas, o estádio está liberado para receber o Campeonato Paranaense.
Conforme informações da Prefeitura de Londrina foram instaladas 30 câmeras de vigilância, como define a Polícia Militar do Paraná. Sem as câmeras, a capacidade máxima não poderia ser maior que 10 mil. O Estádio do Café também passou por avaliação do Corpo de Bombeiros para adequação às normas de evacuação em caso de urgência.
Segundo o diretor da Comissão de Vistorias da FPF, Reginaldo Cordeiro, o Estádio do Café ainda precisa de reformas. A principal é a completa melhoria dos banheiros do estádio, que não possuem pisos cerâmicos e têm problemas hidráulicos.
Ainda de acordo com Cordeiro, a Federação Esportiva de Londrina (FEL) e SM Sports, que gerencia o Londrina, já assumiram um cronograma para a conclusão dos banheiros.
- Enquanto não se colocam os pisos cerâmicos, os banheiros vão receber pintura lavável e impermeável.
O primeiro jogo com a capacidade máxima liberada será realizado no próximo dia 12 de janeiro entre Londrina x Flamengo. No domingo, dia 15, o Flamengo, que realiza pré-temporada na cidade, enfrenta o Corinthians.
Fonte: Globo
Cartão de crédito é o maior vilão do consumidor
Instituições financeiras e empresas telefônicas encabeçam a lista de queixas do consumidor brasileiro em 2011
Como consequência de uma facilidade cada vez maior na hora de conseguir crédito e ainda da falta de educação financeira na Classe C, os cartões foram os campeões de reclamações nos Procons (Departamentos de Defesa do Consumidor) brasileiros no ano passado, de acordo com pesquisa do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec). Em todo o País, houve mais de 141 mil queixas contra as operadoras de cartão de crédito, o que representa 9,2% do total de protestos, que foi de 1,6 milhão.
Para o presidente Comissão Nacional de Defesa do Consumidor da OAB, Hércules do Amaral, nesse caso, o consumidor tem parcela de culpa. "Uma boa parte dessa nova classe média não foi educada para o consumo e acaba usando crédito de forma irresponsável. E esse crédito é ofertado de modo irresponsável. Mas da mesma forma que essas famílias ascenderam, elas podem voltar ao que eram antes, se não houver cautela", comenta.
Empresas preferem multa
Segundo conta, já há empresas que preferem pagar multas e indenizações a ter de mudar sua estrutura e qualidade no atendimento aos clientes. "É algo que não é comum, mas começa a acontecer. Eles preferem o prejuízo financeiro da multa, quando não é muito elevado e, posteriormente, acabam repassando isso para o consumidor, em forma de aumento no preço de seus produtos", alerta. Ele diz que o sistema atual permite essa modalidade de prática, por conta da fiscalização ineficiente. "Sistema de defesa não consegue acompanhar as práticas abusivas que são adotadas pelo mercado em uma velocidade absurda"
Segundo ele, a pesquisa do Sindec mostra o que vem ocorrendo há muito tempo, com os mesmos setores (bancos e telefonia) no topo. "Isso vai demorar, no mínimo, uma geração para mudar", lamenta.
Telefonia
A telefonia ficou com o segundo lugar: 122 mil reclamações em 2011, o que representa 8% do total. Os bancos comerciais vêm em seguida, com 111 mil. Para o especialista, o problema da telefonia no Brasil ocorre porque as grandes companhias acabam terceirizando os serviços, que acabam por perder qualidade. "A empresa de telefonia acaba se dividindo em várias. Uma para fazer call center, outra para vender. Não tem um padrão", diz.
Perfil
O levantamento também mostra que a faixa etária que mais se queixa nos Procons é a de pessoas entre 31 e 40 anos (24% do total), especialmente do sexo feminino. Os jovens de até 20 anos são os que menos aparecem (2,12%).
Segundo Hércules, os mais novos não constam nos dados porque acabam se valendo de uma ferramenta que pode ser ainda mais poderosa: a internet. "Reclamar numa rede social tem um impacto imediato e pode manchar a imagem de uma empresa na web. Na justiça, o caso fica escondido", analisa.
Como consequência de uma facilidade cada vez maior na hora de conseguir crédito e ainda da falta de educação financeira na Classe C, os cartões foram os campeões de reclamações nos Procons (Departamentos de Defesa do Consumidor) brasileiros no ano passado, de acordo com pesquisa do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec). Em todo o País, houve mais de 141 mil queixas contra as operadoras de cartão de crédito, o que representa 9,2% do total de protestos, que foi de 1,6 milhão.
Para o presidente Comissão Nacional de Defesa do Consumidor da OAB, Hércules do Amaral, nesse caso, o consumidor tem parcela de culpa. "Uma boa parte dessa nova classe média não foi educada para o consumo e acaba usando crédito de forma irresponsável. E esse crédito é ofertado de modo irresponsável. Mas da mesma forma que essas famílias ascenderam, elas podem voltar ao que eram antes, se não houver cautela", comenta.
Empresas preferem multa
Segundo conta, já há empresas que preferem pagar multas e indenizações a ter de mudar sua estrutura e qualidade no atendimento aos clientes. "É algo que não é comum, mas começa a acontecer. Eles preferem o prejuízo financeiro da multa, quando não é muito elevado e, posteriormente, acabam repassando isso para o consumidor, em forma de aumento no preço de seus produtos", alerta. Ele diz que o sistema atual permite essa modalidade de prática, por conta da fiscalização ineficiente. "Sistema de defesa não consegue acompanhar as práticas abusivas que são adotadas pelo mercado em uma velocidade absurda"
Segundo ele, a pesquisa do Sindec mostra o que vem ocorrendo há muito tempo, com os mesmos setores (bancos e telefonia) no topo. "Isso vai demorar, no mínimo, uma geração para mudar", lamenta.
Telefonia
A telefonia ficou com o segundo lugar: 122 mil reclamações em 2011, o que representa 8% do total. Os bancos comerciais vêm em seguida, com 111 mil. Para o especialista, o problema da telefonia no Brasil ocorre porque as grandes companhias acabam terceirizando os serviços, que acabam por perder qualidade. "A empresa de telefonia acaba se dividindo em várias. Uma para fazer call center, outra para vender. Não tem um padrão", diz.
Perfil
O levantamento também mostra que a faixa etária que mais se queixa nos Procons é a de pessoas entre 31 e 40 anos (24% do total), especialmente do sexo feminino. Os jovens de até 20 anos são os que menos aparecem (2,12%).
Segundo Hércules, os mais novos não constam nos dados porque acabam se valendo de uma ferramenta que pode ser ainda mais poderosa: a internet. "Reclamar numa rede social tem um impacto imediato e pode manchar a imagem de uma empresa na web. Na justiça, o caso fica escondido", analisa.
VICTOR XIMENES
Das 50 cidades mais violentas do mundo, 14 são brasileiras, diz estudo de ONG mexicana
Pelo menos 14 cidades brasileiras estão entre as mais
violentas do mundo.
A conclusão é do estudo feito pela organização não
governamental (ONG) mexicana Conselho Cidadão para a Segurança Pública e Justiça
Penal divulgado hoje (13). Especialistas da entidade listaram as 50 cidades mais
violentas em todo mundo. O topo da lista é ocupado pela cidade de San Pedro
Sula, em Honduras, com uma taxa de 158.87 homicídios para um grupo de 100 mil
habitantes. Em segundo lugar, está Juárez, no México, com uma taxa de
147.77
No Brasil, Maceió, capital alagoana, aparece como a
mais violenta ocupando o terceiro lugar no ranking – com uma taxa de 135.26
homicídios para cada 100 mil habitantes.
O da capital alagoana estão Belém (PA) – em 10o
lugar no ranking, com uma taxa de 78.08 homicídios para cada 100 mil habitantes;
Vitória (ES), em 17o lugar, com taxa de 67.82; Salvador (BA), em 22o na lista,
com 56.98 e Manaus (AM), em 26o, com 51.21.
Também são definidas como violentas as cidades de São
Luís (MA), em 27o lugar no estudo, com taxa de 50.85 mortes violentas para cada
100 mil habitantes, João Pessoa (PB), em 29o, com 48.64; Cuiabá (MT), em 31o na
lista, com taxa de 48.32; Recife (PE), em 32o lugar, com taxa de 48.23, Macapá
(AP), em 36o, com 45.08; Fortaleza (CE), em 37o, com 42.90; Curitiba (PR), em
39o na lista, com 38.09; Goiânia (GO), 40o, com 37.17 e Belo Horizonte (MG), em
45o no ranking das cidades mais violentas, com taxa de 34.40 homicídios para
cada 100 mil habitantes.
Das 50 cidades apontadas como as mais violentas do
mundo, além das 14 brasileiras, 12 estão no México e cinco na Colômbia.
O estudo também informa que das 50 cidades, 40 estão
na América Latina. Além disso, a organização alerta para o fato de que no
México, as autoridades estão falsificando dados e escondendo o verdadeiro número
de homicídios. A ONG diz que elas “não inspiram confiança em seus dados
oficiais”, pois “há evidências de falsificação” para fazer com que a violência
pareça menor do que ela realmente é.
Como exemplo, o estudo cita o caso da cidade mexicana
de Juárez, que, segundo as autoridades, registrou 1.974 homicídios em 2011.
Porém, o relatório da organização indica que o governo oculta pelo menos 150
homicídios. A entidade informa ainda que nesta cidade houve uma redução da
violência, mas os números ainda são elevados.
Seis morrem em acidente entre dois veículos na BR-373, no Paraná
Batida frontal aconteceu por volta das 19h de sexta-feira (13), em Candói.
Entre as vítimas esão duas crianças, uma de dois e outra de quatro anos.
Um acidente entre uma caminhonete e um carro de placa da Argentina deixou seis pessoas mortas na BR-373, no município de Candói (PR). Os veículos bateram de frente por volta das 19h de sexta-feira (13), na altura do km 417 da rodovia. Entre as vítimas estavam duas crianças.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), no local do acidente morreram um homem de 39 anos, uma passageira de 29 e uma criança de quatro anos ocupantes do veículo argentino. Já os ocupantes da caminhonete foram encaminhados em estado grave para hospitais da região, incluindo uma criança de dois anos, mas não resistiram aos ferimentos.
Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal de Guarapuava.
Entre as vítimas esão duas crianças, uma de dois e outra de quatro anos.
Um acidente entre uma caminhonete e um carro de placa da Argentina deixou seis pessoas mortas na BR-373, no município de Candói (PR). Os veículos bateram de frente por volta das 19h de sexta-feira (13), na altura do km 417 da rodovia. Entre as vítimas estavam duas crianças.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), no local do acidente morreram um homem de 39 anos, uma passageira de 29 e uma criança de quatro anos ocupantes do veículo argentino. Já os ocupantes da caminhonete foram encaminhados em estado grave para hospitais da região, incluindo uma criança de dois anos, mas não resistiram aos ferimentos.
Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal de Guarapuava.
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