quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Reforma da Previdência

Ideia é que após o carnaval já exista central de informações para tirar dúvidas e um site para fazer a simulação das novas opções de aposentadoria

 

O Secretário de Previdência, Rogério Marinho, chega no Ministério da Fazenda, em Brasília (DF)
Foto: DIDA SAMPAIO / Estadão Conteúdo
O presidente Jair Bolsonaro apoiou sua campanha nas redes sociais e, mesmo depois de vencida a eleição, continuou utilizando o meio para divulgar suas ações. A possibilidade de usar as redes sociais não foi descartada por Marinho, que evitou comentar especificamente o tema.
Perguntado sobre também se seria possível a volta do sistema "toma lá, dá cá", para aprovação da reforma, onde o governo concede cargos ou outros benefícios para os partidos para conseguir aprovar projetos, Marinho foi mais enfático. "Esse governo mostra disruptura com o status quo da política brasileira. Esse é um governo que quando foi formado não levou em consideração partidos políticos. O presidente Bolsonaro está inovando o processo político, o problema é que tem reações, quem está acostumado com a situação se ressente, mas haverá acomodação natural, e isso será customizado", afirmou.

Conversa com parlamentares

O secretário especial está otimista com a votação da reforma da Previdência pelo "novo Congresso", referindo-se à renovação sofrida pelo Congresso Nacional este ano. Ele disse que o seu papel depois de ter finalizado o texto é conversar com esses parlamentares, "até porque conheço eles individualmente, estava lá há 20 dias".
Ele ressaltou, no entanto, que o papel de articulação política para garantir a aprovação é dos líderes do governo, apesar de reconhecer que tem um bom trânsito no parlamento após três mandatos como deputado, o que facilita as conversas, na opinião do secretário. Para ele, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, será fundamental nessa negociação e tem ajudado bastante o governo.
"O Congresso deverá aperfeiçoar, mas o projeto que o governo defende é o que ele mandou", disse, evitando comentar sobre possíveis flexibilizações no texto. "O projeto apresentado é o projeto que a equipe econômica acha necessária para recuperar a conta pública, por isso, aguardamos o início da discussão na CCJ e no plenário para que tudo seja transparente", completou.
Ele afirmou que, como era esperado e sempre acontece, associações e corporações tentam defender seus interesses, mas espera que isso seja feito de forma clara e em voz alta. Na hora em que alguma categoria for tratada de forma diferenciada haverá impacto na capacidade e investimento na saúde, na educação, afirma. Tudo bem as corporações tentarem, mas tem que ser feito em voz alta, disse.
Segundo Marinho, as corporações têm "gritado" sobre o impacto nos casos mais polêmicos como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e da aposentadoria rural, mas em voz baixa pedem mudanças para privilegiar categorias.
"Eles falam publicamente que estão preocupados com o velhinho do BPC, isso é o que está ocorrendo nas corporações, mas depois falam baixo para tentar mudar (alguma regra)", explicou.

“Ele é um milagre vivo”, diz mãe de criança que teve a cabeça atravessada por espeto

O “milagre do Missouri”! É assim que ficou conhecido o caso envolvendo um garoto de apenas 11 anos, após ter sua cabeça atravessa por um espeto de carne, em setembro do ano passado, e sobrevivido para contar a história.
A vida de Xavier Cunningham se transformou em um testemunho de fé que atualmente impacta a vida de várias pessoas, principalmente da sua família, que teve seu relacionamento com Deus fortalecido depois do incidente.
“Todos os dias vejo um milagre em minha casa. Ele é um milagre vivo e ambulante. A mão de Deus estava sobre meu filho”, disse Gabrielle Cunningham, mãe do garoto.
Em setembro passado Xavier brincava com colegas em um campo, quando decidiram subir em uma árvore. Antes, eles haviam encontrado um espeto de carne no chão e resolveram guardá-lo em um local próximo, mas não longe o suficiente e em posição inadequada.
Havia um enxame de abelhas na árvore que atacou os garotos. Xavier caiu e, infelizmente, sobre o espeto que estava no chão. O objeto perfurou seu rosto, atravessando sua cabeça.

Na época, o médico Koji Ebersole, do Hospital da Universidade do Kansas, avaliou o caso e disse ter ficado chocado pelo fato do garoto ter sobrevivido.
“Fiquei impressionado que ele estivesse vivo, ainda mais acordado e conversando. O espeto passou pela face, debaixo do crânio e fez um caminho para a parte de trás do pescoço”, disse ele, que é diretor de neurocirurgia endovascular do hospital.
Depois do incidente, Xavier também se aproximou ainda mais de Deus, reconhecendo que Jesus Cristo o livrou da morte, permitindo que o acidente sirva de testemunho pelo resto de sua vida.