segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Show do Ultraje a Rigor é marcado por xingamentos e socos no palco
Ultraje a Rigor briga com produção de Peter Gabriel e irmão de Roger briga no backstage
O show do Ultraje a Rigor no SWU, no domingo (14), foi marcado por muito mais do que apenas boas músicas. Quem acompanhava a apresentação da banda pôde ver socos em pleno palco, troca de ofensas no microfone, em um clima bem rock n’ roll.
Tudo começou por causa da chuva e dos ventos fortes, que fizeram o show da banda passar de 16h05 para 17h40. A equipe de Peter Gabriel, última apresentação da noite, às 22h50, se irritou com o atraso e pediu para Roger, vocalista do Ultraje a Rigor, tocasse apenas meia hora, para não comprometer a grade de horário.
Logo após a primeira música, Ricardo Trovão, irmão de Roger, acabou entrando em uma briga com um dos roadies de Gabriel. A troca de socos foi em pleno palco, testemunhada pelo público e pelos integrantes da banda. A partir daí, o show de ofensas começou, com a aprovação do público, que achava que na verdade a briga era contra o cantor Chris Cornell.
"A gente sabe que eles são mais importantes. Vamos dedicar essa aqui pra eles. Espero que eles entendam pelo menos um pouquinho de português", disse Roger antes de cantar a música "Filho da P...".
O público saiu em defesa da banda brasileira, mesmo xingando o artista errado. Ao final da apresentação do Ultraje, parte da plateia gritava "Ei, Cornell, vai tomar no c..".
Em seu Twitter, Roger explicou a confusão: “A equipe de Peter Gabriel queria que tocássemos só meia hora. Mandamos à merda. Colocamos os caras no lugar deles". O cantor também, aproveitou para mandar um recado em inglês para Peter: “Hey, @itspetergabriel! Boa sorte no seu voo de volta pra casa! Eu pensei que você era um artista, quando você se tornou um bundão? Ativista uma ova”.
Ricardo Trovão confirmou que realmente brigou com um integrante da equipe de Peter Gabriel. “Quebrei o dedinho”, escreveu também no microblog.
Dia do combate à diabetes: saiba os sintomas e tratamentos
Este dia 14 de novembro é marcado por ser o dia nacional do combate à
diabetes, uma doença muitas vezes silenciosa e que já atingiu aproximadamente 10
milhões de brasileiros, de acordo com os últimos estudos. A apresentação de
casos novos continua crescendo de maneira alarmante.
A diabetes é a incapacidade do pâncreas em produzir a quantidade de insulina necessária e, consequentemente, causa um aumento anormal do açúcar ou da glicose no sangue. O especialista João Cesar Castro Soares, endocrinologista do Spa Fazenda Igaratá, explica que doença pode causar algumas complicações como amputação de membros, cegueira definitiva e longo prazo para tratamento de dialise. "Entretanto, nunca é tarde demais para descobrir e tratar a doença", diz. Existem alguns métodos preventivos para a doença: "hábitos de vida, controle do peso, dieta alimentar balanceada, atividade física regular e ter controle periódico médico para controlar os níveis glicêmicos", conta.
Alguns acontecimentos podem ser sinais da doença: vontade de urinar diversas vezes, cansaço inexplicável, muita sede, aumento do apetite, perda de peso, visão embaçada, câimbras, formigamento dos pés e infecções na pele.
Conheça os tipos de diabetes e como cuidar da doença.
Tipos de diabetes
Tipo 1: mais frequente em crianças e adolescentes que desenvolvem anticorpos contra o próprio pâncreas.
Tratamento: insulina injetável
Tipo 2: mais frequente em obesos, idosos e em pessoas com genética favorável. "Indivíduos com histórico familiar precisa de uma atenção ainda maior", explica Soares. Essas pessoas tem resistência à insulina e o metabolismo da acaba necessitando de uma quantidade ainda maior de insulina.
Tratamento: hipoglicemiantes orais, em comprimidos e injetáveis
Segundo o médico Rodrigo Siqueira, endocrinologista , a diabetes pode acontecer em qualquer idade. "Certamente a diabetes de bebês recém-nascidos é mais complicada pela dificuldade do controle da doença, em virtude da necessidade da aplicação de doses muito baixas de insulina", explica. Os riscos aumentam em pessoas obesas e sedentárias.
Diferente do que muitos dizem, a diabetes não pode levar ao câncer, mas pode agravar quem já tem. "Estudos epidemiológicos mostraram que a coexistência de diabetes e câncer aumenta a mortalidade em certos tipos de câncer", explica Siqueira. A doença é metabólica crônica, portanto não tem cura. Por isso, as pessoas que sofrem de diabetes devem seguir o tratamento adequado.
Dieta especial
Os diabéticos precisam de uma alimentação específica e personalizada. Doces e açúcar refinados devem ser cortados do cardápio porque aumentam a absorção de insulina e a glicemia tende a subir causando um quadro de hiperglicemia.
Segundo a nutricionista Paula Fernandes Castilho, especialista em Nutrição Clínica, todos os alimentos ingeridos devem ser integrais e diets. "As comidas possuem índices glicemicos baixo, médio e moderado. O alto jamais deve ser consumido", explica.
Os alimentos diet têm a restrição de determinado ingrediente, já o light tem a redução desse ingrediente. "No caso do diabético, ele deve consumir alimentos com restrição de carboidrato. Olhe sempre o rótulo, pois nem sempre o diet tem a restrição de carboidrato e sim de glúten ou alguma outra substância", conta.
A nutricionista Cristina Grandjean, que trabalha com a dieta dissociada, aponta a gordura como o grande vilão da doença. "Açúcar e frituras estão proibidos. Saladas de folha, legumes, coisas integrais e frutas estão liberados".
Cristina também alerta que frutas como mexerica e laranja não são boas para diabéticos. Já melancia, abacaxi, melão, morango e acerola são ótimas. Apesar de conhecerem os riscos da doença, alguns diabéticos tentam "quebrar as regras". "Esse papo de contagem de carboidratos não dá certo. Diabético come escondido e a insulina que o médico dá para eles é baseada nessa contagem. Pode ser muito perigoso", alerta a nutricionista.
Segundo Cristina, a dieta tem que ser de 1800 calorias por dia, divididas em seis pequenas refeições, mas a quantidade de carboidratos deve ser a metade do que uma pessoa sem diabetes pode ingerir e o carboidrato e as proteínas devem ser ingeridos em diferentes refeições. "Pode comer pão, margarina, leite com café, arroz, feijão e doces. Mas tudo integral ou light".
Cuidado com as frutas
As frutas possuem açúcar natural, chamado frutose e, se ingerido demais, pode interferir na glicemia. Se o diabético quiser comer uma salada de frutas, o indicado é misturar no máximo três tipos diferentes e ingerir apenas duas colheres de sopas. A regra não é diferente para os sucos.
A diabetes é a incapacidade do pâncreas em produzir a quantidade de insulina necessária e, consequentemente, causa um aumento anormal do açúcar ou da glicose no sangue. O especialista João Cesar Castro Soares, endocrinologista do Spa Fazenda Igaratá, explica que doença pode causar algumas complicações como amputação de membros, cegueira definitiva e longo prazo para tratamento de dialise. "Entretanto, nunca é tarde demais para descobrir e tratar a doença", diz. Existem alguns métodos preventivos para a doença: "hábitos de vida, controle do peso, dieta alimentar balanceada, atividade física regular e ter controle periódico médico para controlar os níveis glicêmicos", conta.
Alguns acontecimentos podem ser sinais da doença: vontade de urinar diversas vezes, cansaço inexplicável, muita sede, aumento do apetite, perda de peso, visão embaçada, câimbras, formigamento dos pés e infecções na pele.
Conheça os tipos de diabetes e como cuidar da doença.
Tipos de diabetes
Tipo 1: mais frequente em crianças e adolescentes que desenvolvem anticorpos contra o próprio pâncreas.
Tratamento: insulina injetável
Tipo 2: mais frequente em obesos, idosos e em pessoas com genética favorável. "Indivíduos com histórico familiar precisa de uma atenção ainda maior", explica Soares. Essas pessoas tem resistência à insulina e o metabolismo da acaba necessitando de uma quantidade ainda maior de insulina.
Tratamento: hipoglicemiantes orais, em comprimidos e injetáveis
Segundo o médico Rodrigo Siqueira, endocrinologista , a diabetes pode acontecer em qualquer idade. "Certamente a diabetes de bebês recém-nascidos é mais complicada pela dificuldade do controle da doença, em virtude da necessidade da aplicação de doses muito baixas de insulina", explica. Os riscos aumentam em pessoas obesas e sedentárias.
Diferente do que muitos dizem, a diabetes não pode levar ao câncer, mas pode agravar quem já tem. "Estudos epidemiológicos mostraram que a coexistência de diabetes e câncer aumenta a mortalidade em certos tipos de câncer", explica Siqueira. A doença é metabólica crônica, portanto não tem cura. Por isso, as pessoas que sofrem de diabetes devem seguir o tratamento adequado.
Dieta especial
Os diabéticos precisam de uma alimentação específica e personalizada. Doces e açúcar refinados devem ser cortados do cardápio porque aumentam a absorção de insulina e a glicemia tende a subir causando um quadro de hiperglicemia.
Segundo a nutricionista Paula Fernandes Castilho, especialista em Nutrição Clínica, todos os alimentos ingeridos devem ser integrais e diets. "As comidas possuem índices glicemicos baixo, médio e moderado. O alto jamais deve ser consumido", explica.
Os alimentos diet têm a restrição de determinado ingrediente, já o light tem a redução desse ingrediente. "No caso do diabético, ele deve consumir alimentos com restrição de carboidrato. Olhe sempre o rótulo, pois nem sempre o diet tem a restrição de carboidrato e sim de glúten ou alguma outra substância", conta.
A nutricionista Cristina Grandjean, que trabalha com a dieta dissociada, aponta a gordura como o grande vilão da doença. "Açúcar e frituras estão proibidos. Saladas de folha, legumes, coisas integrais e frutas estão liberados".
Cristina também alerta que frutas como mexerica e laranja não são boas para diabéticos. Já melancia, abacaxi, melão, morango e acerola são ótimas. Apesar de conhecerem os riscos da doença, alguns diabéticos tentam "quebrar as regras". "Esse papo de contagem de carboidratos não dá certo. Diabético come escondido e a insulina que o médico dá para eles é baseada nessa contagem. Pode ser muito perigoso", alerta a nutricionista.
Segundo Cristina, a dieta tem que ser de 1800 calorias por dia, divididas em seis pequenas refeições, mas a quantidade de carboidratos deve ser a metade do que uma pessoa sem diabetes pode ingerir e o carboidrato e as proteínas devem ser ingeridos em diferentes refeições. "Pode comer pão, margarina, leite com café, arroz, feijão e doces. Mas tudo integral ou light".
Cuidado com as frutas
As frutas possuem açúcar natural, chamado frutose e, se ingerido demais, pode interferir na glicemia. Se o diabético quiser comer uma salada de frutas, o indicado é misturar no máximo três tipos diferentes e ingerir apenas duas colheres de sopas. A regra não é diferente para os sucos.
Conferência estadual aprova 142 políticas públicas para a mulher
A 3.ª Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres aprovou 142 propostas nos níveis federal, estadual e municipais. A maior parte será levada à conferência nacional, também na terceira edição, prevista para o mês que vem, em Brasília, com o mesmo tema do encontro estadual: Mulher, Poder e Autonomia Econômica. A conferência no Paraná foi encerrada sábado (12), em Curitiba, e contou com a participação de mais de 500 lideranças femininas. As propostas destinadas ao Governo do Paraná serão estudadas e encaminhadas a cada secretaria de Estado responsável por sua execução, conforme explicou a Secretária da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Maria Tereza Uille Gomes. “Junto com o Conselho Estadual da Mulher do Paraná, vamos fazer um rigoroso monitoramento por meio do controle social das políticas públicas aprovadas aqui e que estejam ao alcance do Governo do Estado”, afirmou. As propostas foram divididas em cinco eixos temáticos. Do total, 39 são relativas à busca de “autonomia econômica e igualdade no mundo do trabalho, com inclusão social: direito à terra, à moradia e ao desenvolvimento sustentável”; 17 são referentes à “educação inclusiva, não sexista, não homofóbica e não lesbofóbica”; 24 propostas referem-se à “saúde das mulheres, direitos sexuais e reprodutivos e enfrentamento das diferenças geracionais, sociais e étnicas/raciais”; 22 propostas tratam da “participação das mulheres e espaços de poder e decisão, considerando: disputa de cargos eletivos e organização de espaços de definição de políticas para as mulheres”; e 40 propostas tratam do “enfrentamento de todas as formas de violência contra as mulheres, incluindo a discriminação de gênero, etnia/raça, orientação sexual promovida pelos veículos de comunicação e de disseminação da cultura”. Durante a abertura do evento, na sexta-feira (11), Maria Tereza falou da disposição do Governo do Paraná de criar o Conselho Estadual da Mulher por lei, uma vez que ele só existe por decreto. “Também vamos construir democraticamente, com a participação de todas as esferas de governo e da sociedade civil, o Estatuto da Mulher do Paraná, para que seja enviado à Assembleia Legislativa, a fim de que se torne lei. Teremos um Estatuto da Mulher com plano estadual, objetivos definidos, metas claras e ações concretas. Esta é uma decisão do Governo Beto Richa”, ressaltou Maria Tereza. PRESÍDIOS - A secretária citou a preocupação do governo estadual com as mulheres encarceradas. “Pelo menos 1.600 mulheres estão presas em delegacias de polícia superlotadas. Essa é uma situação histórica no Paraná e nós vamos dar tratamento especial a elas. Vamos construir três novos presídios femininos para que elas cumpram pena, mas tenham sua dignidade respeitada e possam ter acesso à educação e profissionalização, para que tenham condições reais de ressocialização e reinserção social”, revelou. Os novos presídios, segundo a Maria Tereza, serão construídos já a partir do próximo ano em Foz do Iguaçu, Londrina e Maringá. Também presente na abertura da conferência, o secretário estadual da Saúde, Michele Caputo Neto, destacou diversas ações para a mulher. Destacou que há regiões do Paraná em que as mortalidades materna e infantil são historicamente altas. O secretário falou da importância do trabalho da mulher na área de saúde, destacando a ação de diversas profissionais que têm contribuído no trabalho de reorganização das atividades de governo nessa área. Caputo Neto destacou ainda a decisão do governador Beto Richa de cumprir a emenda constitucional 29, incluindo, no orçamento de 2012, a aplicação de 12% dos recursos do Estado na área da Saúde. “Serão R$ 340 milhões a mais para a saúde de todos os paranaenses”, comemorou o secretário. A subsecretária de Articulações Institucionais da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, Lucia Camini, afirmou que há no Brasil uma porcentagem grande de mulheres sem escolaridade, e em grande medida porque cumprem até três jornadas diárias de trabalho. “Precisamos socializar as tarefas do cotidiano. Os afazeres domésticos devem ser divididos entre homens e mulheres”, defendeu. Lucia Camini revelou que pelo número 180 - o Disque Mulher - a Secretaria Nacional recebe diariamente milhares de telefonemas denunciando a violência contra a mulher no Brasil. “Precisamos avançar no enfrentamento de toda forma de violência e todas as formas de discriminação e subjugação historicamente cometidas contra a mulher”. Ela destacou ainda a importância do reconhecimento das responsabilidades do Estado e da sociedade na construção da igualdade de direitos nas dimensões de gênero, classe, etnia, raça, geração e orientação sexual. A presidente do Conselho Estadual da Mulher do Paraná, Terezinha Beraldo Pereira Ramos, afirmou que pouca coisa avançou nos direitos da mulher, no Paraná e no Brasil, após a primeira e a segunda conferências, realizadas nos anos 2004 e 2007, respectivamente. DELEGADAS - Ao final da conferência, foram aprovadas as representantes paranaenses que participarão da 3ª conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, a ser realizada em Brasília, de 12 a 15 de dezembro de 2011. Foram eleitas 113 delegadas paranaenses, sendo 68 representantes da sociedade civil organizada, 34 dos governos municipais e 11 do governo estadual.
Projeto pioneiro leva eficiência energética para moradias populares
Um projeto pioneiro de eficiência energética vai beneficiar
as 694 famílias que irão habitar o Conjunto Residencial Madre Tereza de Calcutá
– a maior das obras do PAC Habitacional no Estado, construída no Guarituba, em
Piraquara (Região Metropolitana de Curitiba). A iniciativa resulta de uma
parceria entre a Copel e a Cohapar (Companhia de Habitação do Paraná) e deverá
ser estendida futuramente para conjuntos habitacionais em todo o Estado.
As novas casas – para onde os moradores devem começar a ser transferidos no fim do ano – terão lâmpadas e refrigeradores de alto rendimento energético e chuveiros elétricos com sistema de recuperação de calor, que os torna mais econômicos.
As famílias realocadas ganharão geladeiras novas, com capacidade de 250 litros e selo Procel de desempenho energético. “Vivendo em situação precária, muitas delas sequer dispunham de um refrigerador em casa. As outras terão o antigo substituído por um novo, mais econômico”, informa Ana Maria Battaglin, gerente do Departamento de Utilização de Energia da Copel, setor responsável pela condução do projeto no âmbito do Programa de Eficiência Energética da companhia.
Os novos domicílios também irão receber equipamentos denominados “recuperadores de calor”, que serão instalados em conjunto com chuveiros elétricos de baixa potência. Seu funcionamento consiste em fazer com que a água fria que sai da caixa de água, antes de chegar ao chuveiro, passe por uma serpentina que fica sobre o piso, logo abaixo do chuveiro. Essa serpentina absorverá o calor da água quente que cai do chuveiro, fazendo com que a água suba pré-aquecida até o chuveiro.
“Assim, é possível utilizar chuveiros de menor potência e, conseqüentemente, mais econômicos, sem prejudicar a qualidade do banho”, explica Ana Maria. “Com o recuperador de calor, um chuveiro com 3.200 watts de potência pode oferecer ao usuário o mesmo conforto térmico de um chuveiro de 5.400 watts”, compara.
As lâmpadas que equiparão as moradias do Conjunto Madre Tereza serão do tipo fluorescente compacta, com potência de 15 watts (iluminação semelhante a de lâmpadas incandescentes de 60 watts) e de 25 watts (que substituem sem prejuízo as incandescentes de 100 watts).
Esses benefícios – os refrigeradores, chuveiros econômicos e lâmpadas de alto rendimento – serão totalmente custeados pela Copel, que prevê investir no projeto cerca de R$ 1,3 milhão.
“Enquanto a Cohapar proporciona moradia digna a essas pessoas, a Copel garante meios para que a eletricidade seja utilizada de forma eficiente, segura e sem desperdício”, diz Pedro Augusto do Nascimento Neto, diretor de distribuição da empresa de energia.
“Com esta iniciativa, orientada pelo governador Beto Richa, o Governo do Paraná eleva a condição social dessas famílias, estendendo-lhes a oportunidade de viver num lar com dignidade e segurança, com acesso a equipamentos novos e eficientes do ponto de vista energético”, complementa Nascimento Neto.
CIDADANIA – As famílias, que estavam instaladas em fundo de vale e margem de rio, vão receber a infraestrutura necessária para uma vida digna. “Atuando de forma integrada, as secretarias promovem melhor condição de vida para essas famílias que passaram por tantas dificuldades, enfrentando alagamentos e doenças trazidas pelas chuvas. Com a mudança para o novo endereço as pessoas reconquistam a dignidade e a vontade de progredir cada vez mais”, destacou o presidente da Cohapar, Mounir Chaowiche, para quem a palavra-chave deste governo é parceria.
O projeto também contribui para a manutenção de áreas de preservação e de recursos hídricos. “Seu grande mérito é resgatar famílias atualmente em situação de vulnerabilidade, melhorando a qualidade de vida e promovendo a cidadania”, ressalta Gilberto Mendes Fernandes, diretor de Meio Ambiente e Cidadania Empresarial da Copel.
O projeto já recebeu a aprovação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Segundo o diretor de distribuição da Copel, a empresa já manifestou à Aneel sua intenção de aplicar o projeto em outras 100 mil unidades habitacionais, previstas pela Cohapar para serem construídas em todo o Paraná.
SOCIAL – Todas as famílias contempladas são orientadas pela Cohapar a obterem o seu Número de Identificação Social - NIS, para que se enquadrem na tarifa social de baixa renda e, quando o consumo mensal não ultrapassar a 100 quilowatts-hora, tenham sua conta de luz quitada pelo Governo do Estado por meio do programa Luz Fraterna.
“A parceria com a Copel é fundamental, pois não vamos apenas levar as famílias para uma nova casa, mas para um local com condições completas e com perspectivas de vida. Sem contar que este projeto resgata a dignidade das pessoas e ajuda a preservar o meio ambiente, para que as gerações futuras não sofram com a falta de água devido à poluição dos mananciais”, destacou Chaowiche.
As novas casas – para onde os moradores devem começar a ser transferidos no fim do ano – terão lâmpadas e refrigeradores de alto rendimento energético e chuveiros elétricos com sistema de recuperação de calor, que os torna mais econômicos.
As famílias realocadas ganharão geladeiras novas, com capacidade de 250 litros e selo Procel de desempenho energético. “Vivendo em situação precária, muitas delas sequer dispunham de um refrigerador em casa. As outras terão o antigo substituído por um novo, mais econômico”, informa Ana Maria Battaglin, gerente do Departamento de Utilização de Energia da Copel, setor responsável pela condução do projeto no âmbito do Programa de Eficiência Energética da companhia.
Os novos domicílios também irão receber equipamentos denominados “recuperadores de calor”, que serão instalados em conjunto com chuveiros elétricos de baixa potência. Seu funcionamento consiste em fazer com que a água fria que sai da caixa de água, antes de chegar ao chuveiro, passe por uma serpentina que fica sobre o piso, logo abaixo do chuveiro. Essa serpentina absorverá o calor da água quente que cai do chuveiro, fazendo com que a água suba pré-aquecida até o chuveiro.
“Assim, é possível utilizar chuveiros de menor potência e, conseqüentemente, mais econômicos, sem prejudicar a qualidade do banho”, explica Ana Maria. “Com o recuperador de calor, um chuveiro com 3.200 watts de potência pode oferecer ao usuário o mesmo conforto térmico de um chuveiro de 5.400 watts”, compara.
As lâmpadas que equiparão as moradias do Conjunto Madre Tereza serão do tipo fluorescente compacta, com potência de 15 watts (iluminação semelhante a de lâmpadas incandescentes de 60 watts) e de 25 watts (que substituem sem prejuízo as incandescentes de 100 watts).
Esses benefícios – os refrigeradores, chuveiros econômicos e lâmpadas de alto rendimento – serão totalmente custeados pela Copel, que prevê investir no projeto cerca de R$ 1,3 milhão.
“Enquanto a Cohapar proporciona moradia digna a essas pessoas, a Copel garante meios para que a eletricidade seja utilizada de forma eficiente, segura e sem desperdício”, diz Pedro Augusto do Nascimento Neto, diretor de distribuição da empresa de energia.
“Com esta iniciativa, orientada pelo governador Beto Richa, o Governo do Paraná eleva a condição social dessas famílias, estendendo-lhes a oportunidade de viver num lar com dignidade e segurança, com acesso a equipamentos novos e eficientes do ponto de vista energético”, complementa Nascimento Neto.
CIDADANIA – As famílias, que estavam instaladas em fundo de vale e margem de rio, vão receber a infraestrutura necessária para uma vida digna. “Atuando de forma integrada, as secretarias promovem melhor condição de vida para essas famílias que passaram por tantas dificuldades, enfrentando alagamentos e doenças trazidas pelas chuvas. Com a mudança para o novo endereço as pessoas reconquistam a dignidade e a vontade de progredir cada vez mais”, destacou o presidente da Cohapar, Mounir Chaowiche, para quem a palavra-chave deste governo é parceria.
O projeto também contribui para a manutenção de áreas de preservação e de recursos hídricos. “Seu grande mérito é resgatar famílias atualmente em situação de vulnerabilidade, melhorando a qualidade de vida e promovendo a cidadania”, ressalta Gilberto Mendes Fernandes, diretor de Meio Ambiente e Cidadania Empresarial da Copel.
O projeto já recebeu a aprovação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Segundo o diretor de distribuição da Copel, a empresa já manifestou à Aneel sua intenção de aplicar o projeto em outras 100 mil unidades habitacionais, previstas pela Cohapar para serem construídas em todo o Paraná.
SOCIAL – Todas as famílias contempladas são orientadas pela Cohapar a obterem o seu Número de Identificação Social - NIS, para que se enquadrem na tarifa social de baixa renda e, quando o consumo mensal não ultrapassar a 100 quilowatts-hora, tenham sua conta de luz quitada pelo Governo do Estado por meio do programa Luz Fraterna.
“A parceria com a Copel é fundamental, pois não vamos apenas levar as famílias para uma nova casa, mas para um local com condições completas e com perspectivas de vida. Sem contar que este projeto resgata a dignidade das pessoas e ajuda a preservar o meio ambiente, para que as gerações futuras não sofram com a falta de água devido à poluição dos mananciais”, destacou Chaowiche.
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