segunda-feira, 6 de maio de 2019

Vídeo: Bolsonaro no Programa Silvio Santos fala sobre Deus e vitória na eleição; Assista


Ovacionado ao entrar no auditório do Programa Silvio Santos, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que foi eleito pela vontade de Deus e reiterou seu compromisso de fazer a Reforma da Previdência para que a economia do país volte aos trilhos.
Silvio Santos comentou que Bolsonaro foi eleito por “sorte”, pois ninguém o conhecia antes do período de campanha eleitoral, e o capitão do Exército o interrompeu para fazer uma ponderação: “Ser pre“Eu entendo como uma missão de Deus essa posição que eu ocupo no momento. Eu acho que o povo também [entende dessa forma]. Mais o povo do que eu, já que não gastei dinheiro em campanha, não convenci ninguém a votar em mim pelo poder econômico. E nem por uma pressão junto aos meios de comunicação”, acrescentou o presidente.
O dono do SBT afirmou que a vitória de Bolsonaro “foi uma surpresa” e puxou o assunto sobre a Reforma da Previdência, explicando de forma didática à sua audiência a necessidade de resolver esse assunto, pois uma das consequências em caso de não aprovação da proposta é o aumento da inflação: “Não tem saída, se não tiver previdência, vai ter inflação”, disse Silvio, ao lado de Bolsonaro.
O presidente confirmou que a intenção é aproveitar a oportunidade para corrigir algumas injustiças: “Essa reforma é para ajudar os pobres, é exatamente o contrário do que os políticos de esquerda vêm dizendo”, afirmou, apoiado pelo apresentador.sidente é ter sorte, Silvio? Tanto problema!”, disse, aos risos.
Ao comentar a facada que levou em Juiz de Fora (MG), o presidente contou que ficou com algumas limitações: “Não consigo fazer o esporte que eu fazia”, mas declarou que voltou a fazer algumas atividades há 15 dias, como por exemplo, natação.
Assista a íntegra da entrevista de Bolsonaro no Programa Silvio Santos:
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Evangélicos avaliam governo Bolsonaro positivamente e esperam vitória na crise, diz pesquisa


Uma pesquisa realizada pelo instituto Ideia Big Data mostrou que os evangélicos formam o grupo de apoio ao governo Jair Bolsonaro mais convicto de sua escolha, e que aguarda atentamente os resultados positivos das medidas do presidente na área econômica.
O levantamento abordou evangélicos a respeito de sua perspectiva a respeito dos principais pontos do escopo de propostas do governo. 45% dos evangélicos entrevistados disseram ter esperança que o governo dê prioridade à resolução dos problemas que têm feito a economia do país patinar.
A crise financeira enfrentada pelo Brasil nos últimos anos, gerando altos índices de desemprego, é uma das principais preocupações dos fiéis, uma vez que o segmento tem como base a população das classes C, D e E. Mesmo assim, a maioria acredita que é possível sair deste cenário.
Sobre a reforma da Previdência, os evangélicos estão divididos de forma equilibrada: 35% são a favor; 35% são contra e os demais 30% não sabem opinar a respeito. “Há uma desinformação generalizada nesse grupo que vem das classes mais baixas”, comentou Maurí­cio Moura, CEO do instituto Ideia Big Data.
“É uma oportunidade para o governo, pois essas pessoas podem ser convencidas”, declarou o pesquisador à revista Veja.
Ainda sobre o governo, o relatório da pesquisa aponta que mais da metade dos evangélicos vê o presidente Jair Bolsonaro atendendo as expectativas dos eleitores, sendo que para 22% o mandatário está se saindo melhor que o esperado.
Essa compreensão da atuação do governo pode estar sendo formada junto ao povo evangélico a partir da atuação de líderes de grande expressão, que têm usado as ferramentas das mídias sociais, além das oportunidades na imprensa, para explicar os motivos que levam o governo a tomar as decisões que vêm sendo tomadas.
“As pessoas fazem escolhas baseadas nas redes sociais que constroem, seja na vizinhança, na internet ou, claro, na igreja. Se você obedece a uma autoridade espiritual, não há por que não ouvi-la nas orientações políticas”, avaliou Maria das Dores Campos Machado, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro especialista em sociologia da religião.