terça-feira, 14 de junho de 2011

Palestra lança Bopriva em Guarapuava‏



O Sindicato Rural de Guarapuava sedia na quinta-feira (16), às 19h30, palestra de lançamento da Bopriva, um produto da Pfizer Saúde Animal.

Bopriva é uma vacina para a castração imunológica temporária de bovinos, que substitui os métodos tradicionais de castração cirúrgica. Este é um produto único no mundo, desenvolvido pela Pfizer, que oferece aos pecuaristas uma nova maneira para manejar seus rebanhos.

São duas doses da vacina. A primeira serve para a sensibilização do sistema imunológico do animal. A segunda aplicação - chamada de reforço - é a efetiva. O tempo de intervalo entre as doses varia de acordo com o animal. O efeito do medicamento dura, em média, cinco meses após a última aplicação.

“É importante ressaltar que Bopriva não tem nenhuma atividade hormonal ou química. Bopriva é uma vacina que estimula o sistema imunológico do animal a produzir anticorpos contra o Fator de Liberação de Gonadotrofi nas (GnRF)”, esclarece Fernanda Hoe, gerente de Produto da Unidade Bovinos da Pfizer Saúde Animal.

No Brasil, 1,9% da população doa sangue regularmente



Dados do Ministério da Saúde indicam que 1,9% dos brasileiros doa sangue regularmente. A taxa está dentro do parâmetro de 1% a 3% definido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mas, de acordo com a pasta, ainda precisa melhorar.

Para doar sangue é preciso ter entre 18 e 65 anos, pesar mais de 50 quilos e comparecer a um Hemocentro com documento com foto e válido em todo território nacional. Nesta terça, dia 14 de junho, é lembrado o Dia Mundial do Doador de Sangue.

Nadson Leandro, 28 anos, doa sangue para ajudar os que mais precisam. “Penso bem assim: se eu não doar, é menos uma vida que poderia estar salvando. Não me custa nada tirar um dia de trabalho para fazer um gesto de amor”, contou o vendedor.

Para Maria da Conceição, 43 anos, toda pessoa com a saúde em dia deveria doar sangue regularmente. Doadora voluntária há mais de dez anos, a secretária também destacou como maior motivador a ajuda ao próximo. “Deveria existir uma lei que obrigasse todo cidadão a doar sangue”, cobrou.

O universitário Gabriel Carlos Mendes, 21 anos, foi a um Hemocentro pela primeira vez esta semana para ajudar uma tia internada e com cirurgia marcada. Depois da doação, ele garantiu que vai repetir o gesto a cada seis meses. “Foi muito significativo. Aprendi que doar sangue é salvar vidas”, disse.

O ministério orienta que o doador não esteja em jejum, tenha dormido pelo menos seis horas e não tenha ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores à doação. É necessário também evitar o cigarro por pelo menos duas horas e o consumo de alimentos gordurosos nas três horas que antecedem a doação.

Não podem doar sangue pessoas que tiveram diagnóstico de hepatite após os 10 anos de idade; mulheres grávidas ou amamentando; pessoas expostas a doenças transmissíveis pelo sangue como aids, hepatite, sífilis e doença de chagas; usuários de drogas; e pessoas que tiveram relacionamento sexual com parceiro desconhecido ou eventual sem uso de preservativos.

Antes de queda de avião, Mamonas Assassinas planejavam se separar



A banda Mamonas Assassinas planeja se separar quando ocorreu o acidente aéreo que matou todos os integrantes, em 1996.

Segundo jornal Folha de S.Paulo, Dinho já havia acertado a saída do grupo para virar humorista de televisão. O segredo de 15 anos foi divulgado nesta terça-feira (14).

A informação, segundo a coluna de Keila Jimenez, foi contada por uma fonte ao programa "Conexão Repórter", de Roberto Cabrini.
Antes de queda de avião, Mamonas Assassinas planejavam se separar

Unicentro transformará azeitonas em biodiesel



Em mais uma parceria entre a Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná (Unicentro) e a Receita Federal, material terá destino ecologicamente correto. A Delegacia da Receita Federal de Florianópolis (SC) doou 12 toneladas de azeitonas à instituição de ensino superior. Nesta terça-feira, 14 de junho, a partir das 15h, na Incubadora Tecnológica de Guarapuava (Integ), Campus Cedeteg (Guarapuava), iniciam os trabalhos de processamento dos produtos, sendo que o óleo será transformado em biodiesel. Professores, técnicos e químicos vão acompanhar todo o procedimento.

Além do combustível, tudo será reaproveitado. O bagaço vai se transformar em compostagem para adubo e a água e o sal, com outros produtos adicionados, serão transformados em desinfetante, que será usado na própria Unicentro.

Cigarros paraguaios contêm fungos, bactérias e insetos, diz pesquisa



Levantamento foi feito pela Universidade do Oeste do Paraná (UNIOESTE).
Cigarros possuem 30% a mais de bactérias do que o permitido.
Uma pesquisa mostrou que os cigarros produzidos no Paraguai contêm cerca de 30% de bactérias a mais do que é permitido pela vigilância sanitária. Pedaços de insetos e fungos também compõem os produtos que são contrabandeados para o Brasil. O levantamento foi feito pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE).

O principal atrativo para os cigarros que vêm do Paraguai é o preço. O maço contrabandeado custa em média 25% a menos do que o brasileiro, porque não paga impostos. Além do prejuízo ao Governo do Brasil, isso se transforma em gastos para o sistema público de saúde, porque aumenta as chances de que o fumante se torne um paciente do Sistema Único de Saúde (SUS).

A Associação Brasileira de Combate à Falsificação estima que a cada cigarro apreendido, 10 atravessam a fronteira clandestinamente.

Suplente de Gleisi Hoffmann está envolvido em denúncia de fraude na Assembleia do PR



O suplente da senadora Gleisi Hoffmann, Sérgio Souza (PMDB-PR), que toma posse nesta terça-feira, em Brasília, é investigado na "Operação Gafanhoto", deflagrada em 2008 pela Polícia Federal, que investiga fraudes na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep).

Souza foi assessor de gabinete do ex-governador do Paraná, Orlando Pessuti (PMDB), durante os nove meses em que ele esteve à frente do Palácio Iguaçu. Antes, ocupara também por 15 anos, o cargo de assessor de Pessuti, quando este era deputado estadual. O futuro senador é acusado de receber o salário da mãe no período em que ela foi assessora da Alep.

A operação da PF investiga, desde 2008, suspeitas de fraudes no recebimento de salários de funcionários e ex-funcionários da Alep que teriam ocorrido, principalmente, entre 2001 e 2004. Os salários eram depositados nas contas de funcionários fantasmas, que recebiam, mas não trabalhavam, ou de laranjas - servidores que recebiam o salário, mas devolviam parte dos vencimentos aos deputados.

Nesta segunda-feira, na véspera de viajar para Brasília, Souza disse não ter conhecimento de que seu nome estava envolvido no esquema, mas admitiu que recebia em sua conta o salário da mãe, Erotildes Matias de Souza, de 62 anos.

- Isso é verdade, minha mãe realmente foi funcionária por uns seis meses e o salário ficou na minha conta, porque minha mãe nunca teve conta bancária, e não tem até hoje. Naquele momento foi essa a solução que nós achamos.

Segundo Souza, sua mãe realizava trabalhos como assessora parlamentar em Ivaiporã (PR), um dos municípios onde Pessuti tinha representação política. A principal tarefa de Erotildes, de acordo com ele, estaria ligada à assistência so-
cial.

- Ela foi uma assessora política que trabalhava fora do gabinete, como é comum em todo o Brasil. O escritório político de Pessuti, em Ivaiporã, no entanto, nega que Erotildes, que é moradora do município, tenha comparecido para trabalhar no período em que foi funcionária comissionada.

Em entrevista à rádio CBN de Curitiba nesta segunda-feira pela manhã, o ex-governador Orlando Pessuti rebateu as denúncias de que Souza e sua mãe seriam "gafanhotos".

- Ele (Souza) não é gafanhoto, não se apropriou do salário da sua mãe. Ela (Erotildes) não era assessora fantasma. Ela nunca trabalhou diretamente na Assembleia, mas sim vinculada à nossa ação parlamentar.

A indicação para que Souza compusesse a chapa de Gleisi Hoffmann ao Senado durante as eleições de 21010 partiu de Pessuti, no 'acordão' para que desistisse de disputar a eleição para o governo. Advogado, Souza tem 40 anos e é sócio do filho de Pessuti em um escritório de advocacia.

Pelo microblog twitter, o senador Roberto Requião (PMDB-PR), que será colega de bancada de Sérgio Souza no Senado Federal, rebateu acusações de Pessuti de que ele estaria por trás da matéria publicada pela revista 'Veja' neste fim de semana. Às 10h15 da manhã desta segunda-feira, ele postou:

"Não vou entrar em discussão com o gafanhoto-chefe, nem com mamãe -gafanhota e seu piá. Eles que se expliquem!", disse Requião.

Minutos antes, Requião havia feito outras duas postagens:

"Prestígio de Pessuti agora é nacional, pela segunda vez sai na Veja. É a glória! Não quero saber desta gente. Demiti o Sérgio do governo. Pergunte ao Pessuti o porquê".

A "Operação Gafanhoto" investiga cerca de 400 funcionários e ex-funcionários da Assembleia do Paraná e ainda cerca de 23 parlamentares e ex parlamentares. Entre eles, o prefeito de Curitiba, Luciano Ducci (PSB), o ex governador Orlando Pessuti, o prefeito de Londrina, Barbosa Neto e o atual conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Hermas Brandão. Com a posse de Sérgio Souza, a bancada do PMDB, que já era a maior do Senado, passa a ter 20 parlamentares contra 14 do PT (que tinha 15 contando com Gleisi).