segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Culto da família e Batismo na 4ª IEQ

 Um culto com muito louvor, adoração e batismo na 4ª IEQ. Três almas desceram as águas do batismo.

  


O batismo em águas é um ato de obediência e submissão ao Senhorio de Cristo e um testemunho público de nossa fé cristã. O batismo é um assunto de extrema importância para a igreja e especialmente para os novos convertidos.

O batismo deve ser visto como um selo da justiça que vem pela fé, e evidentemente deve seguir a fé, como determinam as palavras finais de Jesus que se encontram registradas no evangelho de Marcos:

“E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado” (Mc 16.15,16).

O QUE É O BATISMO EM ÁGUAS?




A palavra vem do grego e significa “mergulho”, “submersão”. O batismo é a primeira ordenança de Jesus; é através dele que o novo convertido passa a fazer parte de uma igreja local. O batismo significa morrer para o pecado e ressuscitar para uma nova vida em Cristo, disposição de viver de acordo com a vontade de Deus e identificação com o povo da aliança de Deus.
1. O batismo é símbolo da morte do crente para o mundo de pecado.
\”Pois sabemos que o nosso antigo ego foi crucificado com Ele, afim de que o corpo do pecado pudesse ser aniquilado para que não mais fôssemos escravos do pecado — porque qualquer pessoa que morreu já foi liberta do pecado \” (Rm 6:6.7).

O poder do pecado sobre nós foi destruído na cruz, nosso “velho homem”, morreu definitivamente, portanto estamos livres de sua tendência iníqua. A partir do momento em que entregamos nossas vidas nas mãos de Cristo, aceitando a Ele como nosso salvador temos nossas vidas transformadas pelo poder do evangelho. O “corpo do pecado” é nossa natureza, herdada de Adão, que ama o pecado. Embora muitas vezes cooperemos voluntariamente com essa natureza, não somos nós, mas o pecado é que é mau. Mas esse poder que operava em nossa vida foi derrotado. A diferença é que antes de sermos salvos, éramos escravos de nossa natureza pecaminosa. Mas desde que escolhemos viver para Cristo somos livres (ver Gálatas 2.20).
2. O batismo identifica o crente com Cristo: em sua morte, sepultamento e ressurreição.
\’Ou vocês não sabem que todos nós, os que fomos batizados em Cristo Jesus, fomos batizados em Sua morte? Fomos, portanto, sepultados com Ele através do batismo na morte\’\’ (Rm 6:3.4).

O BATISMO NÃO SALVA, MAS ACOMPANHA A SALVAÇÃO


O batismo não salva ninguém. Jesus disse que quem crer (e for batizado por crer) será salvo e quem não crer será condenado; note que ele não disse “quem não for batizado será condenado”, mas sim “quem não crer”.

O batismo segue a fé que nos leva à salvação, mas ele em si não é um meio de salvação. Que o diga aquele ladrão que foi crucificado com Cristo e a quem Jesus disse que estaria com ele ainda aquele dia no paraíso (Lc 23.39 a 43); ele somente creu e nem pôde ser batizado, mas não deixou de ser salvo por isto. O batismo, portanto, não salva, mas nem por isso deixa de ser importante e necessário; aquele ladrão não tinha condições de passar pelo batismo, mas alguém que crê deve obedecer à ordenança de Cristo e ser batizado, caso contrário estará em deliberada desobediência a Deus, o que poderá impedir-lhe de entrar para a vida eterna.

Podemos dizer que o batismo é parte do processo de salvação, mas não que ele em si salve; o apóstolo Pedro escreveu o seguinte acerca do batismo:

“não sendo a remoção da imundícia da carne, mas a indagação de uma boa consciência para com Deus, por meio de Jesus Cristo” (1 Pe 3.21).