segunda-feira, 12 de março de 2012

Cezar Silvestri apresenta programa de internet gratuita a lideranças da FAEP

O secretário de Estado do Desenvolvimento Urbano, Cezar Silvestri, apresentou nesta segunda-feira (12), à diretoria recém empossada da Federação da Agricultura do Estado Paraná (Faep), aos presidentes de sindicatos rurais e outras lideranças do setor, a proposta de estender à área rural a oferta de internet banda larga gratuita por meio de um programa de cidadania digital. O programa está sendo elaborado pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano (Sedu/Paranacidade).

A proposta foi bem recebida pelas lideranças rurais durante a palestra de Silvestri na assembléia geral da entidade de classe, em Curitiba. Após saudar os membros empossados da diretoria da Faep para o triênio 2012/2015 e fazer uma homenagem ao deputado federal e amigo de bancada Moacir Micheletto, considerado por Silvestri um “defensor incansável dos produtores rurais”, o secretário falou sobre o novo programa.  

INTERNET GRATUITA

O programa de cidadania digital – que poderá ser denominado Paraná Digital - pretende atender, com distribuição gratuita de banda larga (entre um e dois megabites de potência) principalmente as famílias que não têm acesso à tecnologia. O Paraná, de acordo com o secretário, já tem tecnologia para a implantação do programa por meio da Copel, que está presente em mais de 300 municípios. “A proposta do governador Beto Richa, acompanhado pelo presidente e diretoria da Copel, é ter os 399 municípios do Paraná interligados por internet gratuita até 2014”, afirmou.


“O grande desafio dos que atuam na vida pública é diminuir as desigualdades sociais e o Brasil, a sexta potência mundial, ainda tem desigualdades sociais. Nosso desejo é diminuir essas desigualdades, investindo na educação para dar igualdade de oportunidade a todos”, disse Silvestri.


O secretário defendeu a educação como prioridade e considera instrumento essencial para isso o acesso ao conhecimento, por meio da internet gratuita. “Se levarmos gratuitamente a internet, o operário e o pequeno produtor rural poderão comprar de forma parcelada um computador para seus filhos e ter acesso facilitado à tecnologia”, explicou, lembrando que nos municípios que têm o sistema implantado aumentou a qualidade da educação. Por isso, segundo ele, foi alterada a idéia inicial do programa - que previa o atendimento à área urbana - e está sendo estendida ao meio rural.

Após as declarações de Silvestri, a Coordenadora Técnica da Sedu, Adriane Nunes Ferreira, fez uma explanação detalhada do programa aos presentes.




Lideranças de Boa Ventura de São Roque recebem Cesar Filho

Publicado em 10/3/2012












Vários assuntos foram discutidos em uma reunião entre o deputado estadual Cesar Filho, o chefe de gabinete, Leonardo Rauen, e lideranças políticas, representantes de entidades e empresários de Boa Ventura de São Roque, no último sábado.

A tarde começou com o pedido de criação de uma frente anti-drogas no município. Cesar Filho destacou que é difícil criar uma clínica em cada cidade, mas existe a possibilidade de trabalhar em consórcio. “Temos um projeto pronto, porém ainda faltam recursos para que possamos colocar em prática”, ressaltou.

O Crea, o IML, a Apae, a Academia da Terceira Idade e a construção de uma quadra esportiva na escola da comunidade Cachoeirinha também foram discutidos no encontro. Para finalizar, Cesar Filho reforçou a importância do desenvolvimento regional. “Os municípios maiores têm o dever de ajudar os menores. Um município só consegue ser desenvolvido se o seu entorno estiver bem, crescendo, gerando empregos”, disse.

Assessoria de Imprensa Cesar Silvestri Filho

Cesar Filho conversa com lideranças de Santa Maria do Oeste

Publicado em 10/3/2012


No último sábado, o deputado estadual Cesar Silvestri Filho (PPS) esteve em Santa Maria do Oeste, onde se reuniu com amigos e lideranças do município, acompanhado do chefe de gabinete, Leonardo Rauen.

Na Câmara Municipal, ele falou sobre o código florestal, assunto de grande interesse dos agricultores de Santa Maria do Oeste. Também destacou a terceirização da preservação ambiental e resumiu um projeto que está sendo desenvolvido em parceria com o secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara. “Será um consórcio envolvendo vários municípios, incluindo Santa Maria do Oeste, para fazer dessa região um polo produtor de hortifrutigranjeiros e ervas medicinais, o que seria importantíssimo para as pequenas propriedades rurais, garantindo alta rentabilidade e aproveitamento do trabalho feminino”, resumiu, afirmando que o consórcio terá apoio da Emater. “A produção será comercializada com grandes redes de supermercados e até indústrias de cosméticos. Outra intenção é garantir o preço mínimo. Isso vai impactar diretamente no crescimento das cidades”.

Na ocasião, ouviu inúmeros agradecimentos ao trabalho realizado por seu pai em prol do município, Cezar Silvestri, tanto como deputado federal quanto, agora, como secretário de Estado do Desenvolvimento Urbano. “Ele nos ajudou em todos os segmentos e isso ajudou a alavancar o nosso desenvolvimento”, disse o vereador Nego Gordo. Cesar Filho lembrou que o secretário destinou recursos para o recape asfáltico e ressaltou que o apoio continua. “Meu gabinete é a casa de vocês. A porta não está aberta, está escancarada e tem também meu escritório regional em Guarapuava”.

Assessoria de Imprensa Cesar Silvestri Filho

Cesar Filho debate Projeto de Lei sobre imóveis com representantes do SINDUSCON‏



O deputado estadual Cesar Silvestri Filho (PPS) recebeu na manhã desta segunda-feira (12) representantes do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Paraná (SINDUSCON-PR) para debater sobre o Projeto de Lei, de autoria de Cesar Filho, que fixa regras e penalidades para o fornecedor que não entregar o imóvel no prazo. “Precisamos nivelar por cima a relação de consumo do mercado imobiliário prestigiando as boas empresas, que mantêm uma relação transparente com seu consumidor e criar uma pressão coercitiva da Lei para aquelas empresas que aproveitam um momento de aceleração no mercado para causar graves prejuízos aos consumidores”, explica Cesar Filho.

O Projeto de Lei nº 041/2012 dispõe sobre o limite máximo de tempo de atraso permitido para a entrega de imóvel adquirido na planta, estabelece regras para o acompanhamento do cronograma da construção e define penalidades aplicáveis em caso de descumprimento. “É preciso que as empresas da construção civil trabalhem dentro de uma linha de planejamento em respeito, em primeiro lugar, ao consumidor”, defende Cesar Filho.

Segundo o presidente do SINDUSCON/PR, Normando Baú, os atrasos nas obras são movimentos pontuais, que deveriam ser tratados como o efeito e não como causa. “Nos últimos anos tivemos um aumento muito grande de construções civis lançadas no mercado e é inevitável que um movimento acelerado como esse traga um desabastecimento no setor como a falta de mão de obra e até mesmo de matéria prima”, afirma.

Mas de acordo com o autor do Projeto, Cesar Filho, a proposição vem para equilibrar a relação entre consumidor e fornecedor. “Não queremos pegar ninguém de surpresa, mas precisamos defender o lado mais fraco desta história que é o consumidor”, comenta Cesar Filho que ainda explica que o projeto, antes de ir para votação em Plenário, deve passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), além de outras Comissões que vão avaliar o mérito da proposta. “Todo esse processo torna o nosso projeto o mais democrático possível, onde vocês poderão fazer suas considerações e análises. Além disso, me coloco à disposição para podermos efetivamente discutir a proposta”, finaliza.

Para o presidente do SINDUSCON/PR o espaço debater com o autor do Projeto também pode trazer seguranças para o setor. “O nosso receio é sobre as penalidades que as pequenas e médias empresas podem sofrer. Mas esse espaço para o diálogo mostra que temos um tempo hábil para fazer nossa lição de casa e apresentar quais são as relações existentes hoje entre consumidor e fornecedor”.


Sobre o Projeto de Lei 014/2012
Segundo o Projeto de Lei “o fornecedor deverá encaminhar periodicamente, com intervalo máximo de 120 dias, aos consumidores adquirentes de unidades autônomas de cada empreendimento, relatórios informativos sobre o andamento das obras”. Por outro lado, o artigo 3º do projeto, que antes de ir a Plenário passará ainda por análises nas comissões permanentes do Legislativo, estabelece o seguinte: “É permitido um prazo de tolerância máxima de 120 dias, a contar da data pactuada em contrato, para a entrega do imóvel adquirido antes do término da obra”. No parágrafo 1º, o parlamentar determina que “o fornecedor deverá informar, com clareza e transparência, os motivos justificados da postergação do prazo estimado de obra”.

Regras e Penalidades
No caso de quitação da obra sem que o fornecedor tenha respeitado os prazos acordados, nem mesmo o citado no artigo 2º desta proposição, o fornecedor será multado. O projeto prevê multa compensatória no valor correspondente a 2% do valor pago até aquele momento pelo cliente, atualizado pelo mesmo índice de correção do contrato; e multa moratória correspondente a 0,5% ao mês, calculado “pro rata dies” (calculada por dia), do valor até então pago pelo consumidor, corrigido pelo mesmo índice de correção do contrato, a partir do prazo de tolerância.

“Nossa proposta é simples, efetiva e visa o equilíbrio necessário numa relação de consumo tão crucial para a economia quanto é a construção civil”, explica Silvestri Filho. O parlamentar lembra que o Paraná vem tendo uma demanda crescente no ramo da construção civil, “pois são muitos os incentivos dados pelo governo a este ramo”. Cita ainda como exemplo de medida que protege o cliente a iniciativa registrada no estado de São Paulo onde o Ministério Público e o Sindicato da Habitação (Secovi) firmaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o objetivo de regulamentar os inúmeros casos de atrasos na entrega de obras, “o que acaba por causar graves prejuízos aos consumidores”, reitera Silvestri Filho.

Assessoria de Imprensa Cesar Silvestri Filho

Com novo recorde, Paraná leva o VBP da agropecuária a R$ 48 bi


O Paraná deverá atingir novo recorde no Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP), que expressa o faturamento do setor. A primeira estimativa divulgada pela Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná indica que o VBP de 2011 teve um crescimento de aproximadamente 8% sobre o do ano anterior. Os números apontam para um faturamento de quase R$ 48 bilhões, o melhor resultado dos últimos anos, superando o VBP de 2008 e de 2010, que foram recordes (R$ 41,4 e R$ 44,29 milhões respectivamente).

O secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, diz que o aumento do VPB de 2011 reflete o bom desempenho da agropecuária paranaense e os bons preços agrícolas praticados no ano passado. “É fruto do esforço do agricultor que aplicou tecnologia, aumentou a produtividade e teve a produção bem acolhida pelos mercados, que pagaram bem pelos produtos”, afirmou.

A primeira estimativa do VBP do ano civil 2011, referente à safra 2010/2011, demonstra que o faturamento da atividade agropecuária deverá superar em quase R$ 4 bilhões o resultado obtido no ano de 2010, que foi R$ 44,29 bilhões. Contribuíram para esse resultado a valorização de produtos como a soja e a carne de aves.

Esta é a primeira estimativa, que deverá ser apresentada aos municípios até meados deste ano. O levantamento não abrange os impactos causados na safra 2011/2012 pela estiagem, que só deverão aparecer no VBP de 2012. A versão definitiva do VBP de 2011 será concluída até outubro deste ano.

AGRICULTURA – O setor que mais contribuiu com o VBP foi a agricultura, cujo faturamento deverá superar R$ 23 bilhões, resultantes do desempenho de 31 produtos do setor, informou Carlos Hugo Godinho, chefe da Divisão de Estatística Básica do Departamento de Economia Rural (Deral). Entre esses produtos, o que teve melhor desempenho foi a soja, cujo faturamento bruto deverá ficar próximo de R$ 11 bilhões.

O VBP da soja reflete o aumento da produção do grão no ano passado e também o aumento no valor das commodities no mercado internacional. Enquanto a produção aumentou 10%, o faturamento poderá ser 35% maior.

A produção de milho, grão em que o Paraná se destaca como maior produtor nacional, proporcionou aos agricultores um faturamento bruto de quase R$ 5 bilhões, um aumento em torno de 28% em relação ao VBP de 2010, que atingiu R$ 3,74 bilhões. O crescimento do VBP decorreu da valorização da commodity no mercado externo, uma vez que a produção da primeira e segunda safra de 2011 recuou em 9% em relação ao ano anterior.

A cana-de-açúcar é outro produto que teve a produção estável em 2011, mas o Valor Bruto da Produção deverá crescer cerca de 37%, passando de um total de R$ 1,78 bilhão, em 2010, para aproximadamente R$ 2,5 bilhões em 2011. Também houve aumento de preço do açúcar e do álcool no mercado externo, dando sustentação ao preço da matéria-prima, o que beneficiou os produtores.

PECUÁRIA - A atividade pecuária, somando os setores de avicultura, bovinocultura de corte e leite, suinocultura e ovos, deve proporcionar um faturamento bruto acima de R$ 13 bilhões em 2011. Desses, o setor que mais contribui deverá ser a avicultura cujo faturamento bruto aos produtores paranaenses deverá superar os de R$ 6 bilhões, um aumento acima de 20% em relação ao ano passado quando o VBP do setor atingiu R$ 5,19 bilhões. Além da valorização da comercialização, o VBP reflete também o aumento da produção, que foi de 7%.

A produção de leite no Estado aumentou 2% e o Valor Bruto da Produção deverá crescer em torno de 17%, passando de R$ 2,55 bilhões, em 2010, para quase R$ 3 bilhões em 2011, segundo a responsável pela área de VBP da Secretaria da Agricultura, Fernanda Yonamini

Copel fará o maior empreendimento da sua história na área de transmissão


A Copel, em consórcio com a chinesa State Grid Brazil Holding (maior empresa de transmissão de energia elétrica do mundo), arrematou nesta sexta-feira a concessão para construir e operar 1.605 km de linhas e quatro novas subestações que vão transportar até o maior pólo consumidor do Brasil (a região Sudeste) a energia produzida nas cinco hidrelétricas projetadas no rio Teles Pires, no norte do Mato Grosso. O investimento é estimado em R$ 2,7 bilhões. Serão os maiores empreendimentos de transmissão da história da Copel.

A concessão foi obtida em leilão realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O prazo para entrada em operação das novas instalações será de 32 meses a contar da assinatura dos contratos de concessão, cuja validade será de 30 anos.

A Copel já é responsável pela construção de uma das cinco hidrelétricas projetadas no Rio Teles Pires, a de Colíder, com 300 megawatts de potência.

VALORIZAÇÃO – “O projeto de devolver à Copel sua condição de potência e referência dentro do setor elétrico brasileiro já é realidade”, afirma o presidente da empresa, Lindolfo Zimmer. “O governador Beto Richa fez uma opção definitiva de valorizar o patrimônio público representado pela Copel”, acrescenta.

Zimmer destaca que o princípio de agregação de valor à companhia foi, mais uma vez, o principal vetor da sua participação no leilão: “As obras que a Copel arrematou, e que na prática duplicam o tamanho atual do sistema de transmissão da companhia, são rentáveis, lucrativas e trarão bom retorno”.

“Estas obras têm um significado especial para quem faz linhas e usinas. É muito gratificante ver o objetivo principal da Copel sendo atingido através de novas iniciativas de construção”, diz o diretor de engenharia da empresa, Jorge Andriguetto Jr.

OBRAS – Os dois lotes disputados e vencidos pelo consórcio integrado pela Copel (que terá participação de 49% em ambos) integram o sistema de transmissão que reforçará as condições de atendimento ao consumo do estado do Mato Grosso e, principalmente, interligará em extra-alta tensão (500 mil volts) o pólo de geração formado por cinco usinas hidrelétricas em construção ou previstas para a bacia do Rio Teles Pires, no norte daquele estado, ao Sudeste do País, onde se concentra a maior demanda por energia elétrica.

O primeiro lote, que deverá demandar investimentos estimados pela Aneel em R$ 1,8 bilhão, é composto por três subestações nas cidades matogrossenses de Paranaíta, Cláudia e Paranatinga, mais 1.005 quilômetros de linhas (na tensão de 500 mil volts em circuito duplo) para conectá-las.

O lance vencedor do consórcio Copel e State Grid foi de uma receita anual de R$ 126,4 milhões, correspondendo a um deságio de 43% sobre o valor fixado como limite pela Aneel.

SEGUNDO LOTE – O segundo lote arrematado compreende mpreendimentos nos estados do Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais. Entre as obras previstas está a construção de uma segunda subestação em 500 mil volts junto à usina hidrelétrica de Marimbondo, de propriedade da empresa Furnas, mais duas linhas de transmissão na mesma classe de tensão: uma, em circuito simples, entre as subestações Ribeirãozinho e Rio Verde Norte (Goiás), com extensão de 250 quilômetros, e outra em circuito duplo conectando Rio Verde Norte à futura subestação Marimbondo II, com 350 quilômetros. O conjunto de obras absorverá R$ 900 milhões em investimentos, conforme estimativas da Aneel.

O lance vencedor, de R$ 73,08 milhões como receita anual, representou deságio de 37% sobre o limite estabelecido pela Aneel. As obras reforçarão o atendimento à região Sudeste, permitindo o escoamento e aproveitamento do potencial hidrelétrico proveniente das usinas de Colíder e Teles Pires

Richa anuncia investimento de R$ 100 milhões em segurança


O governador Beto Richa anunciou na noite de quinta-feira (08/03), em Londrina, que o governo vai investir R$ 100 milhões para ampliar e modernizar a estrutura estadual da segurança pública. Os recursos serão repassados do Tesouro do Estado para o Fundo Estadual de Segurança Pública, criado em novembro de 2011 para financiar as políticas públicas na área.

Segundo o governador, com os novos recursos financeiros será possível executar importantes obras e avanços na segurança pública. “Essa destinação financeira é o maior investimento realizado pelo nosso governo. Segurança é nossa prioridade e vamos investir para que seja restabelecida a ordem pública e o povo paranaense tenha segurança”, disse Richa.

Richa explicou que a iniciativa faz parte do programa Paraná Seguro e adiantou que a meta é adquirir três mil novas viaturas, com tecnologia embarcada, e construir 40 novas delegacias neste ano. Ele disse que a autorização para uso dos recursos vai permitir que a Secretaria de Segurança Pública lance nos próximos dias editais de licitação para compras de equipamentos e construção de distritos policiais.

O programa Paraná Seguro estabelece a criação de 400 módulos policiais móveis, que serão formados por um trailer, duas motos e uma viatura da Polícia Militar, a construção de 95 novas delegacias em todo o Estado, além da instalação de cinco bases de helicóptero para ações de socorro, resgate, polícia e fiscalização, além da compra de 3.200 viaturas para equipar as policias e o IML.

LONDRINA - O governador esteve em Londrina para a posse do novo comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar do Paraná e anunciou um pacote de obras e ações que serão realizadas para fortalecer a segurança pública no município. Uma das medidas é a instalação da primeira Unidade do Paraná Seguro (UPS) do interior. “Assumimos o compromisso com obras que irão oferecer segurança as famílias de bem desse Estado”, disse Richa.

Os investimentos programados para Londrina chegam a R$ 9 milhões. Entre as obras anunciadas está o novo prédio para o Instituto Médico Legal (IML) e uma sede própria para a 10.ª Subdivisão da Polícia Civil, que será chamada de delegacia cidadã. As obras serão licitadas no mês de abril.

Richa disse que até junho será implantada no município a primeira base descentralizada do Grupamento Aeropolicial e Resgate Aéreo (Graer), haverá a retomada dos módulos policiais na cidade, e reestruturação da central de atendimento 190 do município, que contará com uma nova edificação e mais equipamentos.

De acordo com o secretário de Segurança Pública, Reinaldo de Almeida César, o pacote de investimentos anunciados pelo governador irá mudar o cenário da segurança e permitir a redução dos índices de criminalidade em Londrina e região. “São fundamentais ações que planejamos para a região e que se somam ainda com a contratação de 10 mil policiais militares e civis”, disse o secretário.

Ele destacou a precariedade da estrutura da segurança pública no Paraná e disse que o repasse dos recursos são os primeiros do fundo. “É a inauguração desse sistema, que nos permitirá conquistar importantes avanços e fazer investimentos para garantir a presença policial mais efetiva”, afirmou. O secretário lembrou ainda a preocupação do governo com o cadeião de Londrina, que abriga 350 presos. “Nosso propósito é transferir o quanto antes esses detentos para presídios”, concluiu.

TROCA DE COMANDO – Acompanhado do secretário Reinaldo de Almeida César e do comandante da Polícia Militar do Paraná, Roberson Luiz Bondaruk, o governador empossou o tenente-coronel Samir Elias Geha no comando do 5º Batalhão da Polícia Militar. O batalhão conta com 700 policias e atua em Londrina e municípios da região. Ele assumiu o lugar do tenente-coronel Altivir Cieslak.

Adriane Araújo Azevedo recebe prêmio Divas 2012


A vice-presidente da Cooperaliança, Adriane Araújo Azevedo, foi uma das vencedoras do Prêmio Divas 2012, categoria agricultura/agropecuarista.
O evento é realizado pelo Conselho da Mulher Executiva da Associação Comercial e Empresarial de Guarapuava (ACIG) e jornal Diário de Guarapuava.
A homenagem aconteceu no sábado, 10, no Atalaia Palace Hotel, com o objetivo de enaltecer o trabalho das profissionais que se destacam no setor empresarial em 2011, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher.
Adriane Araújo Azevedo é casada com o vice-presidente do Sindicato Rural de Guarapuava, Cláudio Marques de Azevedo.