terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Processos parados no STN podem fazer mais de cem municípios deixarem de investir R$ 162 milhões




O secretário do Desenvolvimento Urbano, Cezar Silvestri, vai até Brasília nesta quarta-feira, acompanhado do superintendente executivo do Paranacidade, Welligton Dalmaz, para solicitar mais agilidade na tramitação, análise e a aprovação da capacidade de endividamento de mais de cem municípios paranaenses que estão com processos de financiamento tramitando na Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Silvestri será acompanhando por deputados da Bancada paranaense no congresso. Existem processos aguardando aprovação na STN desde o mês de junho de 2011.
Na prática, a demora do STN em analisar e aprovar a capacidade de endividamento dos municípios esta fazendo com que, pelo menos, 107 municípios do Estado deixem de receber mais de R$ 162 milhões em investimentos através de financiamento no Paranacidade.
“A informação que temos é que a prioridade da Secretaria do Tesouro Nacional era analisar todas as obras do PAC até 10 de fevereiro e a partir daí iniciaria o processo de liberação dos nossos projetos. Acontece que já estamos entrando no mês de março e a situação continua a mesma, por isso esse nosso esforço de ir até Brasília para sensibilizar os membros da STN”, exclamou Cezar Silvestri.
Os processos de pedido de financiamento que estão parados na STN dizem respeito principalmente a obras de infraestrutura urbana, como pavimentação asfáltica, hospitais, escolas, postos de saúde, ginásio de esportes e até capelas mortuárias. A preocupação do secretário ocorre, principalmente, por 2012 ser ano eleitoral. “Temos um prazo máximo até maio para que possamos concluir todos os procedimentos, pois as obras precisam ser iniciadas e ter sua primeira medição até o início de julho, se não conseguirmos cumprir todos os prazos, todo nosso trabalho será prejudicado”, enfatizou.
Ainda de acordo com o secretário, os recursos para obras já estão garantidos. “Temos que deixar esses recursos disponíveis na Agência de Fomento. O dinheiro está lá, parado, e não podemos dar continuidade ao processo de financiamento sem a análise e a aprovação da capacidade de endividamento dos municípios pela Secretaria do Tesouro Nacional”, complementou.
Além da prioridade da STN à análise das obras do PAC, outro fator que contribuiu para o atraso na análise dos processos, segundo o superintendente do Serviço Autônomo Paranacidade, Wellington Dalmaz, foi o encerramento, em novembro de 2010, de um convênio federal existente entre a Secretaria do Tesouro Nacional e o Banco Central, que possibilitava a análise dos projetos referentes ao sul do Brasil na superintendência do Banco Central em Curitiba. “Quando tínhamos essa possibilidade de análise dos processos aqui em Curitiba, esse trabalho era extremamente ágil e prático. Segundo informações que tivemos, somente em Curitiba eram designados oito servidores para realizar essa análise, dos projetos dos três estados do Sul, agora, são apenas 30 funcionários do STN para analisar e aprovar os processos de todo o país”, argumentou.
Segundo detalhou Silvestri, a Secretaria do Desenvolvimento Urbano propôs ao STN que fosse firmado um convênio entre o órgão e a Agência de Fomento do Paraná, que é vinculada ao Banco Central, para que a análise dos projetos voltasse a ser feita em Curitiba. “O presidente da Agência de Fomento do Paraná, Juraci Barbosa Sobrinho, se prontificou a colocar os funcionários à disposição da STN”.
O outro problema apontado por Silvestri, é que muitos documentos que acompanham os projetos têm prazo de validade, e se todo o processo não for concluído dentro da validade dos documentos, o financiamento não é liberado. “As certidões vencem, a cada dois meses têm que ser renovadas. Com essa demora, muitos processos que estão lá acabarão tendo as suas certidões vencidas e isso significa que serão enviados novamente para a troca dos documentos, e quando voltarem à STN serão postas no final da fila”, concluiu.
Ricardo Tesseroli - Sedu
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Governo vai pavimentar a PR-364, entre Irati e São Mateus do Sul


O secretário estadual da Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, anunciou nesta segunda-feira (27) a contratação do projeto de engenharia para a pavimentação da PR-364, entre os municípios de Irati e São Mateus do Sul, no centro-sul do Estado. O anúncio foi feito durante encontro de trabalho que aconteceu na prefeitura de Irati, com a participação do secretário do Desenvolvimento Urbano, Cezar Silvestri, deputados, prefeitos e lideranças locais.

Segundo Richa Filho, o projeto da pavimentação dos 48,1 quilômetros de rodovia ficará a cargo do Departamento de Estradas de Rodagem (DER). O secretário também anunciou estudos para a recuperação da pavimentação de uma estrada municipal. O trecho a ser recuperado, com quatorze quilômetros de extensão, liga Irati à localidade de Gonçalves Júnior.

“O governo de Beto Richa está desenvolvendo um trabalho abrangente na infraestrutura viária estadual para atender a todas as regiões do Paraná”. Ele também destacou o programa de conservação e restauração de rodovias e os investimentos do Estado na duplicação de trechos críticos como os da PR-445, na região de Londrina, e da PR-323, entre Maringá e Paissandu.

Para que os projetos do Estado se viabilizem com maior rapidez, lembrou o secretário, “a orientação do governador é no sentido de haver uma aproximação cada vez maior com os prefeitos paranaenses”.

Acompanharam a visita do secretário à região os deputados estaduais Marcelo Rangel e Artagão de Mattos Leão Júnior. Além do prefeito de Irati, Sergio Stoklos, estavam presentes os prefeitos de São Mateus do Sul, Luiz Adir Gonçalves Pereira, de São João do Triunfo, Luiz de Lima, e de Inácio Martins, Junior Benato, que também é presidente da Associação dos Municípios Centro-Sul do Paraná (Amcespar), assim como o vice-prefeito de Rio Azul, Paulo Andrade.

Durante a visita técnica a Irati, Richa Filho também visitou a Escola Municipal Colonizadora e o Colégio Estadual Gonçalves Júnio

Richa autoriza contratação de 65 novos procuradores


O governador Beto Richa autorizou a contratação imediata do primeiro grupo de procuradores do Estado aprovados no 14° concurso público da carreira, realizado em outubro de 2011. São 65 novos profissionais, que irão compor os quadros da Procuradoria Geral do Estado (PGE). O edital de convocação com informações sobre os procedimentos para nomeação e posse será publicado em breve.

De acordo com o procurador-geral, Julio Cesar Zem Cardozo, o objetivo com as contratações de novos procuradores é readequar as condições de trabalho do quadro funcional e proporcionar melhor atendimento à administração pública e ao cidadão.

As novas contratações da PGE são parte de um processo de reestruturação e modernização administrativa e operacional. No ano passado o governador já havia autorizado a convocação de técnicos de nível superior (contabilistas) aprovados em concurso público de 2010.

Também foi iniciado um processo de instalação de núcleos jurídicos em cada uma das secretarias e órgãos da administração direta e indireta, para que a consultoria a esses organismos seja prestada diretamente por procuradores concursados. Outra iniciativa de modernização é a digitalização de documentos e desenvolvimento de um sistema mais eficiente para controle de processos.

Entre as atribuições da Procuradoria estão a análise e o cálculo dos precatórios devidos pelo Estado, a cobrança de débitos inscritos em dívida ativa de créditos exigíveis do Estado, do Tribunal de Contas e do Poder Judiciário. A PGE também participa de ações em parceria com órgãos como a Secretaria da Fazenda, para fiscalizar e negociar com empresas devedoras de ICMS a cobrança desses tributos, além de orientar e conscientizar contribuintes sobre a correta arrecadação de impostos. “A equipe da Procuradoria vence em primeiro grau cerca de dois terços dos processos em que atua”, afirma Cardozo

Cooperativas paranaenses batem recorde na exportação agrícola

Em janeiro deste ano foram R$ 210 milhões em vendas para o exterior.
Industrialização tem ajudado a aumentar o faturamento.



Do G1 PR, com informações da RPC TV Cascavel




O início do ano para as cooperativas agrícolas do Paraná tem sido de recorde na exportação e no faturamento. De acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (27) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), o estado registrou o maior valor de exportação em janeiro do Brasil. Foram cerca de R$ 210 milhões, o que representa 33% do que foi exportado por todas as cooperativas do país.
A carne de frango produzida em um frigoríficos de Cascavel, na região oeste do estado, ganhou a mesa dos estrangeiros, principalmente, dos americanos e os europeus. Além da carne, o que também impulsionou a exportação foi o farelo de soja. Se as vendas aumentaram, o faturamento também cresceu. E isso está ligado a industrialização. Eles não querem mais vender a soja ou o milho, por exemplo, querem comercializar o farelo, o óleo e a carne.

Uma cooperativa de Cascavel investiu R$ 40 milhões em um novo moinho. “Você tem um valor agregado maior e o preço de venda é maior no exterior do que se você fosse exportar simplesmente grãos”, considerou Dilvo Grolli, presidente da Coopavel.
Esta mudança, segundo o analista de mercado Camilo Motter, é importante para o desenvolvimento não só do setor de agronegócio, mas também para o país como um todo. Juntos, os estados brasileiros exportaram por meio das cooperativas agrícolas 21% a mais do que em janeiro de 2011. Isso significa que as vendas para outros países chegaram a US$ 352,9 milhões.
Depois do Paraná, os estados que mais exportaram foram Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Entrevista CBN Curitiba: Cesar Filho fala sobre Projeto de Lei para entrega de imóveis


O deputado estadual Cesar Slvestri Filho concedeu entrevista à rádio CBN Curitiba para falar sobre o Projeto de Lei que fixa regras e penalidades para fornecedor que não entregar imóvel no prazo!

CLIQUE AQUI PARA OUVIR A ENTREVISTA DO DEPUTADO ESTADUAL CESAR SILVESTRI FILHO!