quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Secretaria de Desenvolvimento Urbano (SEDU) participa de evento sobre Cidade Digital
A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano (Sedu) marca presença no 3° Congresso da Rede de Participação Política. O evento ocorreu nesta quarta-feira (14), no CIETEP e teve como tema: Cidade Digital. A ocasião abriu espaço para discussões sobre a implantação de um sinal aberto de internet para os municípios do Paraná.
Representando a Sedu no congresso esteve o diretor geral Jamil Abdanur Júnior acompanhado de uma equipe técnica. Abdanur falou sobre a importância de trabalhos do Estado acerca da democratização do acesso à internet para o desenvolvimento do Paraná, apontando o trabalho da Secretaria para o desenvolvimento desta iniciativa. “A Sedu está desenvolvendo um programa chamado Cidadania Digital, que visa apoiar os municípios a implantarem suas cidades digitais. Participar de um congresso como esse agrega muito valor à medida que podemos incorporar informações ao nosso projeto”, afirma Jamil.
Para o diretor geral, o compromisso da Sedu é o de divulgar o programa do Estado que desenvolve o conceito de cidades digitais, auxiliando os municípios na implementação do sinal aberto. “Muitos municípios do Paraná já desenvolveram algumas iniciativas isoladas e a nossa Secretaria deverá dar suporte a essas iniciativas. É impossível pensar em desenvolvimento urbano sem pensarmos em desenvolvimento tecnológico das cidades”, apontou.
Além do acesso virtual, o diretor prevê a ampliação dos serviços dos municípios “Espero, além de êxito, que o projeto não se restrinja ao fornecimento de internet gratuita, pois não é a nossa única proposta. Nosso projeto, da forma como esta sendo concebido, visa ainda melhorar a qualidade dos serviços prestados pelos municípios aos cidadãos e dar maior transparência à gestão pública. A Sedu também deseja melhorar a qualidade dos serviços públicos prestados pelos municípios aos cidadãos”, finaliza.
Cidade Digital
O tema central deste 3° Congresso da Rede de Participação Política foi o conceito de cidades digitais. O objetivo central é estimular a criação de uma distribuição democrática e gratuita do sinal de Internet, bem como melhorias derivadas deste acesso. No Paraná já existem aproximadamente 20 cidades com sinal aberto de Internet, promovendo acesso em igualdade para todos os seus moradores.
Governo vai ampliar atendimento às Apaes
A secretária da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa, disse nesta quarta-feira (14) que o Governo do Estado pretende melhorar e ampliar o atendimento prestado às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e demais entidades que atuam na garantia dos direitos e melhoria da qualidade de vida da pessoa com deficiência.
A afirmação foi feita durante visita a Apae, no bairro de Santa Felicidade, em Curitiba, onde a secretária foi recebida pela diretora Maria Helena Cuduh, professores, funcionários e alunos da instituição. "Com organização e apoio das entidades, permitimos à pessoa com deficiência a busca pela autonomia e sua inclusão social", disse.
Estão matriculadas nas escolas especiais do Paraná aproximadamente 40 mil pessoas. Em Curitiba a Apae é mantenedora de cinco unidades especializadas, entre elas a de Santa Felicidade, que atende 246 alunos, com atividades de educação ambiental, reciclagem, oficinas pedagógicas e artesanato.
Na semana passada o Governo do Estado autorizou a alteração do nome das escolas de educação especial para escolas de educação básica, na modalidade de educação especial. A medida beneficiará 394 instituições conveniadas e 40 mil alunos com necessidades educacionais especiais. As APAEs e coirmãs passarão a receber tudo que for direcionado para uma instituição de ensino estadual comum.
"O trabalho realizado pelas Apaes é muito importante para o Estado. Por isso, vamos encarar com responsabilidade e muita seriedade o processo de inclusão, seja no ensino especial, como na aplicação de ações voltadas à implantação de serviços e atividades de atenção à pessoa com deficiência”, afirmou Fernanda Richa.
Governador aprova texto de anteprojeto da Lei de Inovação
O governador Beto Richa aprovou nesta quarta-feira (14) o texto do anteprojeto da Lei de Inovação do Paraná, que será enviado para apreciação da Assembleia Legislativa. A proposta regulamenta a cooperação entre setor público, setor privado e academia no incentivo à pesquisa e ao desenvolvimento científico e tecnológico. Em reunião no Palácio das Araucárias, o texto – previamente submetido a consulta pública – foi validado pela Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT), grupo que tem representantes do governo e do setor produtivo e é presidido pelo governador.
O governador disse que a proposta a ser apreciada pelos deputados estaduais é moderna e será fundamental para o desenvolvimento científico do Paraná. “Temos um grande trabalho pela frente, de modernizar e transformar o Paraná em um estado tecnológico e científico. O texto da Lei de Inovação reúne o que existe de melhor sobre o assunto e representa um avanço significativo nas relações entre governo e iniciativa privada”, disse. A minuta incorpora sugestões debatidas em audiências públicas e reuniões com representantes das universidades estaduais e entidades da iniciativa privada, além da consulta pública pela internet.
O novo texto contém avanços significativos em relação ao enviado para a Assembleia no ano passado. Prevê segurança jurídica para os envolvidos em projetos de inovação e define a política de propriedade intelectual. O Paraná é o único estado das regiões Sul e Sudeste que ainda não aprovou uma lei de inovação – aguardada pela comunidade empresarial e científica porque oferece incentivos para a produção e aplicação de conhecimentos científicos.
O secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alípio Leal, explica que o documento reúne o que existe de melhor na lei nacional e nas estaduais e municipais. “Escutamos todos para propor a melhor lei possível. O texto passou por uma consulta pública que foi significativa para aprimorar e trazer clareza ao texto, agora com uma linguagem acessível”, afirmou o secretário. Ele destacou que a iniciativa demonstra o esforço de aproximar academia e setor produtivo para que as pesquisas realizadas resultem em benefícios para a sociedade.
Para o vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Wolney Betiol, a lei vai contribuir para o estreitamento das relações entre o governo e as indústrias e destacou a necessidade de uma proposição que regulamente incentivos para as empresas inovadoras. “Existem ações que precisam ser concretas para fortalecer e oferecer incentivos. Propomos concessão de bolsas e ainda a postergação de impostos para as corporações inovadoras”, disse ele.
O texto apresentado prevê que o governo também poderá conceder incentivos fiscais às empresas como forma de promover a inovação – aspecto que, depois da aprovação, ainda terá que ser regulamentado pelo Executivo.
A PROPOSTA – O anteprojeto de lei institui o Sistema Paranaense de Inovação, integrado por empresas e instituições com atuação na área de pesquisa, desenvolvimento e inovação – entre as quais o Tecpar, o Iapar, a Fundação Araucária e as incubadoras tecnológicas existentes no Estado.
Um dos capítulos do texto trata da construção de ambientes especializados e cooperativos de inovação, aproximando as empresas privadas das Instituições Científicas e Tecnológicas do Paraná (ICTPR), órgãos da administração pública. Essas instituições poderão, mediante remuneração, compartilhar laboratórios, equipamentos e materiais com empresas e outras organizações. Entre as instituições paranaenses classificadas como ICTPR estão o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e o Instituto Agronômico do Paraná (Iapar).
Júlio Félix, diretor-presidente do Tecpar e responsável pela elaboração do texto, explica que não há uma legislação estadual que permita esse intercâmbio de recursos públicos e que as ICTPR trabalham na informalidade. “Isso mostra a importância da aprovação dessa lei. Ela vai preencher um vácuo na área científica e criar um dispositivo legal eficiente que contribuirá para a inovação no Paraná”, disse Félix.
A nova legislação prevê ainda a participação do Estado em fundos de investimentos de empresas paranaenses cuja atividade principal seja a inovação tecnológica.
EMPRESAS – A proposta também estabelece mecanismos de incentivo à inovação nas empresas, mediante o compartilhamento de recursos humanos, materiais e de infraestrutura e a concessão de apoio financeiro e de benefícios fiscais. Projetos aprovados pelo órgão concedente poderão ser beneficiados com subvenção econômica, financiamento ou participação societária do Estado.
“Inovação demanda investimentos e riscos, mas não garante lucros. É necessário que o governo apóie a inovação para que o Paraná cresça e desenvolva sua área cientifica. O incentivo estadual é inteligente, pois gera empregos, competitividade e fortalece a parceria público-privada”, destaca o secretário Alípio Leal.
De acordo com o anteprojeto, ao aplicar as medidas de incentivo o governo deverá dar prioridade a arranjos produtivos locais e a micro, pequenas e médias empresas de regiões menos desenvolvidas, que não possuem capacidade científica adequada.
PROPRIEDADE INTELECTUAL – A propriedade intelectual dos novos processos, produtos, serviços e modelos criados através das parcerias público-privada deverá ser regulamentada por um convênio assinado pelos envolvidos em seu desenvolvimento. Os mecanismos de proteção e segurança jurídica da lei garantem que os interessados definam em contrato a titularidade do produto e a participação nos resultados da exploração das criações resultantes de parceria.
A lei também trata do resguardo das informações, estabelecendo que não é permitida a divulgação e publicação de qualquer aspecto das criações, resultados de trabalho coletivo, sem antes expressa autorização das ICTPR. A nova legislação também assegura ao pesquisador público que atua na pesquisa público-privada, participação que varia de 5% a 33% nos ganhos econômicos das criações resultantes de contratos de transferência de tecnologia.
FUNDO PARANÁ – Durante a reunião de aprovação da Lei de Inovação, a Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT), formada por representantes do governo e da iniciativa privada, definiu que os recursos do Fundo Paraná devem ser investidos em áreas prioritárias da gestão do Estado, em setores relacionados com pesquisa e ciência.
O secretário Alípio Leal explica que o fundo está baseado em lei estadual que repassa no mínimo 2% da receita tributária do Estado para programas e projetos de pesquisa, desenvolvimento científico e tecnológico. “Havia um desvio de finalidade e os recursos desde 2003 não eram aplicados corretamente. Definimos hoje algumas prioridades que iremos seguir para investimentos”, disse Leal. Ele afirma que a expectativa é que sejam arrecadados R$ 220 milhões ao ano para o fundo.
CAMPANHA PRODUTOR SOLIDÁRIO: Verba arrecada em encontro técnico é revertida em alimentos para entidade assistencial
O Sindicato
Rural de Guarapuava, através da Campanha Produtor Solidário, doa alimentos
não-perecíveis ao Instituto Canaã. A entrega será na segunda-feira, dia 19, às
14 horas, na sede da instituição assistencial na Colônia Cachoeira/distrito de
Entre Rios.
Os alimentos
foram comprados pelo Sindicato Rural, com verba arrecadada através da inscrição
para o II Encontro Técnico de Feijão, realizado no dia 24 de agosto, no
anfiteatro do Sindicato Rural, em parceria com o Sistema FAEP, patrocínio da
Basf, Guayi Sementes, Stoller e apoio da Cooperativa Agrária, Agrocenter,
Arysta, Bayer, Deragro, Guará Beneficiadora de Batatas e
Inquima.
O
Instituto
O Instituto
Canaã é uma entidade sem fins lucrativos que atende crianças de 0 a 18 anos que
foram retiradas do lar familiar por vulnerabilidade social, negligência dos pais
ou até mesmo violência doméstica.
Hoje estão na
casa 33 crianças com idades entre 6 e 18 anos e segundo a assistente social da
entidade, Lidiane Valtrin, 80% delas já estão disponíveis para adoção. “A adoção
pode ser tanto em âmbito nacional quanto internacional. O casal envia o perfil
que procura e pode vir conhecer a criança”, explica
Lidiane
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