sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Fernanda Richa atende pedido de Cesar Filho e envia ajuda a Prudentópolis


A secretária de Estado da Família e Desenvolvimento Social e presidente do Provopar, Fernanda Richa, atendeu ao pedido do deputado Cesar Silvestri Filho (PPS) para o envio de ajuda emergencial a Prudentópolis, bastante afetado pelas chuvas do mês de agosto. Várias famílias ficaram desabrigadas, tanto na área urbana quanto na área rural do município, e a prefeitura decretou situação de emergência em decorrência da situação.

Na quinta-feira (25), Fernanda Richa autorizou o envio de um kit emergencial para a cidade, com 200 cobertores, 300 litros de água mineral, 8 caixas de barrinhas de cereais, 750 peças de roupas e 10 fardos com calçados.

De acordo com a secretária municipal de Assistência Social, Jeanne Agibert, duas fortes chuvas, nos dias 1.º e 18 de agosto, provocaram inúmeros prejuízos na cidade, com a destruição de casas, pontes, estradas e da cabeceira dos rios. “Ainda estamos com pessoas ilhadas em suas residências”, comentou.

Jeanne disse que os recursos da prefeitura destinados à ação social foram gastos comprando roupas e acessórios para proteger do frio a população que se encontra em vulnerabilidade social. “Essa ajuda do Governo do Estado veio na hora certa. Enfrentamos um frio absurdo, com grandes gastos para socorrer as famílias mais carentes. Fazer um novo processo de licitação para atender aqueles que foram vítimas das chuvas levaria muito tempo e eles necessitam de ajuda imediata”, explicou.

Cesar Filho agradeceu a rapidez da secretária Fernanda Richa em atender sua solicitação. “A Região Central do Paraná sofre, com frequência, por causa da instabilidade do tempo. E a maioria dos casos são situações que não há como prever. Dar uma resposta rápida às pessoas que foram atingidas é uma demonstração de sensibilidade e de preocupação com a população mais necessitada”, comentou o parlamentar.

Paraná integra escolas especiais à política estadual de educação



As escolas de educação especial do Paraná – inclusive Apaes e coirmãs – passarão a ser inseridas em todos os programas e políticas públicas da área. O governador em exercício e secretário da Educação Flávio Arns assinou a resolução nº 3600/2011, que autoriza a alteração do nome das escolas de educação especial para escolas de educação básica, na modalidade de educação especial. A medida beneficia 394 instituições que mantêm convênio com a Secretaria de Educação e 40 mil alunos com necessidades educacionais especiais.

“Vamos eliminar qualquer tipo de discriminação. Tudo o que é destinado para a pessoa sem deficiência também deve ser destinado para a pessoa com deficiência. Tudo que vai para a escola do Estado tem que ir para as escolas especiais”, disse Arns.

Com a resolução, as informações dos alunos das escolas especiais passam a integrar o Sistema Estadual de Registro Escolar (Sere). Os estudantes terão garantia de acesso ao transporte escolar adequado e com as adaptações necessárias, considerando suas necessidades específicas.

A merenda escolar será fornecida seguindo o plano de distribuição que atende às demais escolas da rede estadual. As escolas de educação básica na modalidade de educação especial também serão incluídas no programa de implantação e ampliação da Rede de Bibliotecas Escolares, conforme o plano de metas da atual gestão.

Melhorias em itens como mobiliário, equipamentos, materiais didáticos, reparos, atividades de contraturno escolar, cursos para os professores e funcionários e atendimento da Patrulha Escolar também passam a fazer parte da rotina da escola.

A superintendente da Educação, Meroujy Cavet, destacou que é fundamental dar condições de acesso, permanência e atendimento educacional para 40 mil alunos das escolas especiais. “A Secretaria tem convênio com 394 escolas especiais e com essa resolução, as escolas vão ter condições de melhorar o atendimento, pois todas estas instituições passam a integrar nossas políticas públicas”, disse.

APUCARANA – Nesta quarta-feira, ao participar em Apucarana da inauguração da inauguração da sede da Casa do Dodô, Arns disse que a resolução reafirma a prioridade atribuída pelo Governo do Estado à educação – tanto o ensino regular quanto o especial. A Casa do Dodô é uma Organização Não Governamental (ONG) de acolhimento de pessoas desabrigadas que apresentam deficiência múltipla (física e intelectual). “A pessoa com deficiência necessita de atenção redobrada e total dedicação das autoridades”, disse Arns.

O projeto da ONG Lar do Dodô foi possível a partir da parceria do empresariado da região com o Governo do Estado, por meio do Fundo da Infância e Adolescência (FIA), da Secretaria de Estado da Família e Desenvolvimento Social.

Segundo a presidente do Lar do Dodô, Tereza Dias de Oliveira, a instituição foi criada para oferecer um local adequado para o atendimento às pessoas que utilizaram o Lar da Sagrada Família e que passaram da idade de permanecer na instituição. O Lar e a Casa do Dodô fazem parte do grupo Soma.

A presidente do Lar Sagrada Família, Siumara Miquelin da Costa, explica que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) permite que abrigos atendam crianças com até 12 anos. “A partir de agora, as pessoas com necessidades especiais ganham um lar para toda a vida”, disse.

A Casa do Dodô, localizada no Jardim Aeroporto, oferece condições de moradia, alimentação e acompanhamento diário de profissionais da saúde (fonoaudiólogos, psicólogos, fisioterapeutas e enfermeiros) para crianças a partir de 12 anos de idade. A entidade tem capacidade de atendimento para até dez pessoas e é equipada com cama hospitalar, banheira hidroterápica, barras de segurança nos cômodos e cadeira de rodas.

Os portadores de necessidades especiais que têm condições de aprendizado estudam durante o dia na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) do município. A ONG foi construída com doações de empresários de Apucarana e a partir do auxílio financeiro da estatal Petrobras.

INAUGURAÇÃO – Em Apucarana, Arns também participou da inauguração de uma loja do Super Muffato, maior rede varejista do Paraná e uma das oito maiores do País.

jovem simulou sequestro para tirar dinheiro do pai



Uma mulher de 20 anos foi presa na manhã de quinta-feira (25) em um hotel de Santa Terezinha do Itaipu, no Oeste do Paraná, depois que fingiu ter sido sequestrada. O objetivo era conseguir dinheiro do próprio pai.


Ao sair de casa, no bairro Morumbi, em Foz do Iguaçu, a jovem disse ao pai que iria comprar um pacote de biscoitos para o marido dela. Da rua, ela telefonou e disse para o pai que tinha sido sequestrada e que os sequestradores pediam resgate. O pai dela chamou a polícia.

Uma equipe do Grupo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre), da Polícia Civil, foi de Curitiba para Foz do Iguaçu e descobriu que se tratava de um falso sequestro. “Estava sendo tratado como todos os sequestros são. Como se fosse de fato um sequestro. Uma extorsão mediante sequestro. Mas, depois aqui apurou-se que se tratava de um engodo para tirar dinheiro do pai”, explicou o delegado Ítalo Sêga.

Dois adolescentes que ajudaram na simulação foram apreendidos quando iriam receber o resgate, em um terminal de transporte urbano de Foz do Iguaçu. A mulher será indiciada por extorsão e corrupção de menores.