quinta-feira, 24 de maio de 2012

Cesar Filho articula reunião para viabilizar conclusão do Teatro de Irati


O deputado estadual Cesar Silvestri Filho (PPS) articulou uma reunião nesta terça-feira (22) para viabilizar a conclusão da obra do Teatro de Irati, que está parada desde 2010. “Esta obra é de extrema importância não apenas para o município de Irati, mas para toda a região. Precisamos valorizar os talentos e incentivar o desenvolvimento de projetos culturais”, comenta Cesar Filho.

A construção que foi licitada pelo Paraná Cidade estava sob encargo da Secretaria de Cultura, mas após a reunião ficou definido que será feita uma nova licitação agora pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, através da UNICENTRO, para viabilizar a conclusão da obra. De acordo com o deputado Cesar Silvestri Filho, a Prefeitura de Irati fará a doação do terreno onde está sendo construído o Teatro para a UNICENTRO e a Secretaria de Ciência e Tecnologia é quem vai executar a obra. “Depois de muita luta e articulação, conseguimos unir as secretarias e encontrar uma solução viável para a conclusão do teatro em Irati. Com esse entendimento as obras poderão ser reiniciadas ainda neste ano”, afirma.

A obra que já contou com um investimento de R$ 4,5 milhões precisa ainda de outros R$ 9 milhões para ser concluída. Segundo o prefeito de Irati, Sérgio Stoklos, serão investidos R$ 6 milhões para a finalização da estrutura física e outros R$ 3 milhões para mobiliar e equipar o Teatro. “Com a definição para o recomeço da obra nós temos a garantia de que nossos avanços na área social, cultural, educacional e econômica estão garantidos”, comenta o prefeito.

A reunião contou com a presença do secretário do Desenvolvimento Urbano, Cezar Silvestri, secretário de Cultura, Paulino Viapiana, secretário de Planejamento, Cassio Taniguchi, secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alípio Leal, prefeito de Irati, Sérgio Stoklos e da vice-prefeita, Marisa Lucas, presidente da Câmara de Irati, Antonio Filipus, diretor do campus da UNICENTRO em Irati, Edélcio Stroparo, secretário municipal de Cultura, Rafael Ruteski, presidente da Academia de Letras Artes e Ciências do Centro Sul do Paraná (ALACS), Luíza Fillus, além de vereadores e outras autoridades do município de Irati.

Kátia Abreu: a caneta verde-amarela


Kátia Abreu, senadora e presidente da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)
Como senadora da República e representante de uma entidade que congrega milhões de pequenos, médios e grandes produtores rurais, busco sempre na ciência e na academia, com humildade, os conhecimentos que não possuo. Sou, antes de tudo, uma dedicada aluna, pautando minha atuação pelo respeito aos técnicos e aos pesquisadores em geral e, de forma muito especial, aos parceiros da Embrapa, da Agência Nacional das Águas (ANA), do Ministério da Agricultura e Abastecimento (Mapa) e das universidades do agronegócio.
Com a Embrapa, estamos desenvolvendo o Projeto Biomas, buscando o melhor da ciência para desenvolver modelos de recuperação ambiental para o cerrado, o pampa, a caatinga, a Mata Atlântica, a Amazônia e o Pantanal. Com a empresa e a ANA, vamos lançar a APP Mundial na Rio%2b20, um programa para levar ao mundo o apelo e a luta do Brasil para que todos os países adotem os mesmos princípios de preservação das matas ciliares e nascentes vigentes no país.
Com o Mapa, construímos e lançamos a maior Plataforma de Gestão Agropecuária (PGA) do mundo, que centraliza em um banco de dados único toda a informação setorial, podendo, no futuro, hospedar até mesmo o Cadastro Ambiental Rural previsto no novo Código Florestal.
Esse posicionamento de andar pari passu com o conhecimento e a pesquisa permitiu que a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) levasse à opinião pública um conjunto de dados desconhecidos sobre a biodiversidade do Brasil e sobre a importância social e econômica da nossa agropecuária.
O debate do setor agropecuário com a sociedade e com o Congresso, durante as discussões democráticas para a construção do novo Código Florestal, foi pautado por dados oficiais e não por projeções absurdas como as do aquecimento global, recentemente desmentidas pelo próprio criador. Aos defensores do ambientalismo utópico, sempre faço a mesma pergunta: é racional abrir mão de 33 milhões de hectares da área de produção de alimentos, que representam quase 14% da área plantada, para aumentar em somente 3,8 pontos percentuais a área de vegetação nativa do país? Nesta hora, os “ambientalistas” bondosos que atacam os “ruralistas” malvados desaparecem, sem resposta.
Da mesma forma, respeitando a velha lei da oferta e da procura, venho alertando para o alto risco de aumento no preço dos alimentos sem um ganho equivalente na preservação ambiental, pois reduzir 33 milhões de hectares nas áreas de produção agropecuária significa anular, todos os anos, cerca de R$ 130 bilhões do PIB.
A verdade é que não há argumento científico, justificativa econômica ou imperativo social que sustentem esse golpe contra uma agropecuária que, até abril, exportou US$ 26 bilhões, gerando superavit de US$ 20,8 bilhões. Que alcançou esses resultados espetaculares usando tão somente 27,7% do território, preservando 61% da nossa vegetação nativa.
Escamoteando da opinião pública os resultados sociais, econômicos e ambientais, pois nenhum país produz e preserva de forma tão bem-sucedida, os arautos da catástrofe ambiental movem uma virulenta campanha contra a democracia brasileira, contra as instituições, contra o estado de direito. A pressão de organizações não governamentais chegou a tal ponto que usam de todos os momentos, meios e representantes para constranger a presidente da República.
A criação alucinada de factoides para atacar uma lei democraticamente construída obedece a uma bem elaborada estratégia de marketing, comandada lá de fora. Até mesmo um abaixo-assinado contra o Código Florestal está sendo construído no exterior, atendendo a interesses não explícitos, mas óbvios: o Brasil é concorrente imbatível, temível, que, na visão do agronegócio internacional, deve ser impedido de continuar produzindo o melhor, mais barato e mais competitivo alimento do mundo. E eles já deixaram claro que querem florestas aqui para poder ter fazendas lá, nos países deles.
Repito o que venho afirmando desde o início dos debates do Código Florestal: não é justo condenar milhões à miséria hoje em troca de supostos benefícios para o futuro. Aliás, essa lógica do sacrifício no presente em troca de um paraíso no futuro nos faz lembrar tristemente das utopias totalitárias que pregavam a mesma coisa e acabaram devastando o século 20. A nossa presidente, imune a pressões, deve decidir o que é melhor para sermos um país rico, um país sem miséria, que é a grande meta da gestão dela. Queiram ou não os radicais, a tinta da caneta presidencial é verde-amarela.
Artigo publicado no jornal Correio Braziliense em 23 de maio de 2012

Comitiva holandesa estuda investimentos no Paraná


O governador em exercício Flávio Arns reuniu-se nesta terça-feira (23), no Palácio Iguaçu, em Curitiba, com representantes do governo e parceiros comerciais dos Países Baixos, que vieram conhecer a estrutura logística do Estado e verificar a possibilidade de investimentos na área do agronegócio. A comitiva tem interesse em ampliar o relacionamento com o Paraná e desenvolver tecnologias para a produção de máquinas para a indústria de processamento de alimentos.

“Esta reunião demonstra a nova política do Governo do Paraná de atração de empresas que queiram aqui investir e contribuir para crescimento do estado, gerando emprego e renda para os paranaenses”, disse Arns. O governador em exercício destacou que o Paraná passa por um novo momento com o programa Paraná Competitivo, que já trouxe mais de R$ 17 bilhões em investimentos de empresas nacionais e estrangeiras em diversas regiões do estado.

Arns lembrou que a região dos Campos Gerais (especialmente os municípios de Carambeí e Castro) tem uma relação comercial e cultural intensa com o Reino dos Países Baixos, especialmente com a Holanda (como são conhecidos os Países Baixos), por meio das cooperativas agroindustriais.

O ministro conselheiro da Embaixada do Reino dos Países Baixos e vice-embaixador da Holanda, Jan Frans van Rijn, destacou que a Holanda é um dos países europeus que mais realiza negócios no Brasil. No ano passado, segundo ele, os investimentos ultrapassaram 10 bilhões de euros. “Buscamos intensificar as relações de cooperação com o Paraná, um estado estrategicamente localizado que apresenta condições favoráveis para a vinda de empresas holandesas, como portos, rodovias e grande experiência na área da agricultura”, afirmou. Ele disse que uma segunda reunião de trabalho foi marcada para o mês de junho.

Participaram do encontro os secretários de estado José Richa Filho (Infraestrutura e Logística) e Norberto Ortigara (Agricultura e Abastecimento); o diretor do Porto de Antonina, Paulo Scalco; o coordenador de promoção industrial e comercial da Secretaria de Indústria, do Comércio e Assuntos do Mercosul, Mauro Corbellini; o representante da Agência Comercial Holandesa em Porto Alegre (NBSO), Erik Baudoin; e o cônsul honorário da Holanda no Paraná e Santa Catarina, Robert W. de Ruijter.

Tribunal de Justiça do Paraná abre concurso para 20 vagas

 

Seleção é para assessor jurídico.
Candidatos devem ter nível superior em direito.

O Tribunal de Justiça do Estado do Paraná abriu concurso público para 20 vagas de assessor jurídico. O salário é de R$ 13.719,38.



Tribunal de Justiça do Estado do Paraná
Inscrições
De 28 de maio a 18 de junho
Vagas
20
Salário
R$ 13.719,38
Taxa
R$ 130
Provas
8 de julho
Para participar da seleção os candidatos devem ter nível superior em direito.

Entre as atividades do cargo estão o recebimento e análise de petições e processos, verificação e controle de prazos, pesquisa de jurisprudência e legislação, autuação, classificação e revisão de recursos e petições em processos, preparação, conferência e publicação de pautas, atas de julgamentos e acórdãos e emissão de pareceres jurídicos e informações em procedimentos administrativos licitacionais ou pertinentes às empresas fornecedoras do Tribunal de Justiça.

As inscrições podem ser feitas entre os dias 28 de maio a 18 de junho pelo site www.tjpr.jus.br. A taxa é de R$ 130.

A prova preambular será aplicada no dia 8 de julho e após a divulgação do resultado, os candidatos terão três dias para fazer a inscrição definitiva, na secretaria do concurso, localizada na Rua Mauá, 920 – 9º andar, das 12h às 19h.

A prova terá questões de direito constitucional, direito administrativo, direito processual penal, direito processual civil, direito comercial, direito penal, direito tributário, código de organização e divisão judiciária e regimento interno do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná e estatuto da criança e do adolescente.