sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Cândido de Abreu concede cidadania honorária a Cezar Silvestri
O secretário de Estado do Desenvolvimento Urbano e deputado
federal Cezar Silvestri recebe nesta sexta-feira (25), às 20 horas, o título de
Cidadão Honorário de Cândido de Abreu. A
homenagem será concedida pela mesa diretora da Câmara Municipal, sob a
presidência do vereador Nilton de Lara Souza e resulta de proposição
apresentada pelo prefeito do município, João Peda Soares.
A justificativa da proposta deve-se aos serviços prestados
por Cezar Silvestri ao município, que no próximo dia 22 de dezembro completará
56 anos de instalação. Distante cerca de 290 quilômetros da capital, Cândido de
Abreu tem uma população estimada em 18 mil habitantes.
Além de representantes do Legislativo e do Executivo
municipal, a solenidade deverá contar com a participação de representantes de
diversos segmentos da sociedade civil e da comunidade local. O evento será
realizado no Parque de Exposições Lenço Colorado, na Rua Pedro Slonik s/n,
Cândido de Abreu.
José Luis Spyra será o novo chefe da 6ª. CIRETRAN
José Luis Spyra será o novo chefe da 6ª. CIRETRAN (Circunscrição de Trânsito) em Guarapuava. Ele já foi nomeado e deve assumir nos próximos dias.
Spyra assume o cargo pela segunda vez. Ele chefiou o órgão no período entre 1999 e 2001 por indicação do então deputado Cezar Silvestri. Agora substitui o vereador Thiago Cordova que pediu exoneração do cargo.
Hoje, dia nacional de combate a violência contra a mulher
Campanha nacional contra a violência doméstica com anúncios nos media e cartazes nos autocarros
Uma em cada três vítimas de violência doméstica permanece mais de dez anos na relação e cada vez mais mulheres resistem a abandonar o lar porque vão perder emprego. Este ano já morreram 23 mulheres vítimas de violência doméstica, segundo dados do Observatório de Mulheres Assassinadas (OMA), que indica que o número desceu quase para metade em relação a 2009. Para combater este crime, é lançada hoje uma nova campanha nacional.
No âmbito do IV Plano Nacional Contra a Violência Doméstica, que começou este ano e termina em 2013, a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) lança hoje mais uma campanha de sensibilização para combater este flagelo.
"Esta é mais uma chamada de atenção para o problema da violência doméstica", explicou à Lusa a secretaria de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, Teresa Morais, lembrando que "na maior parte dos casos as mulheres percorrem uma trajectória de violência que dura muitos anos".
Citando os últimos estudos nacionais, Teresa Morais recordou que "entre 36 a 39 por cento das mulheres suportam durante mais de uma década uma relação violenta".
Hoje, Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, o executivo apresenta no Hospital Amadora-Sintra a campanha de sensibilização para 2011.
Até ao segundo trimestre deste ano, a forças policiais receberam 14.508 participações relacionadas com casos de violência doméstica. "Em 85 por cento dos casos as vítimas eram mulheres e em 15 por cento eram homens", acrescentou a secretaria de Estado.
Comparando com igual período do ano passado, registou-se uma "ligeira diminuição de quatro por cento", revelou a responsável, acrescentando que "esta tendência se deverá manter ao longo do terceiro trimestre".
A campanha será visível em anúncios nas televisões, jornais e rádios, mas também nos autocarros de Lisboa e Porto, onde serão afixados cartazes.
Além das campanhas de sensibilização, o Plano Nacional de Combate à Violência Doméstica prevê outras medidas (50 no total), que contam com o envolvimento das autarquias para conseguir prevenir e combater este crime.
A divulgação de boas práticas empresariais no combate à violência doméstica, a implementação do rastreio nacional de violência doméstica junto de mulheres grávidas, a implementação de programas de uma intervenção estruturada para agressores, o alargamento a todo o território nacional da utilização da vigilância electrónica, e a criação do mapa de risco georeferenciado do percurso das vítimas são outras das medidas definidas no plano.
Vítimas resistem mais a abandonar o lar porque vão perder emprego
Cada vez mais mulheres vítimas de violência doméstica resistem a refugiar-se numa casa abrigo, preferindo viver com o agressor a perder o emprego, alertam as instituições que lidam com estes casos.
Os efeitos da crise económica já se fazem sentir no dia-a-dia da Associação de Apoio à Vítima (APAV) e da Associação de Mulheres Contra a Violência(AMCV). Ali, garantem os técnicos, é cada vez mais difícil convencer as mulheres a sair de casa.
"As mulheres começam a não chegar (às casas abrigo) porque têm medo de deixar os seus trabalhos", conta à Lusa Maria Macedo, técnica do centro de atendimento da AMCV, adiantando que "as mulheres em perigo de vida, que se refugiam numa casa abrigo, não regressam mais às zonas que frequentavam. Têm de recomeçar tudo do zero, incluindo arranjar um novo emprego".
João Lázaro, vice-presidente da APAV, também sente que "a actual crise leva a que muitas vítimas ponderem muito mais em dar o passo em frente e quebrar o silêncio, face às dificuldades económicas e financeiras de terem um projecto e uma vida alternativa sem violência". Resultado: "estão mais sujeitas à violência porque tentam aguentar ao máximo".
"A confirmar-se esta percepção das associações deste cenário preocupante, porque estamos a falar de um risco de morte", diz Teresa Morais, secretária de Estado da Igualdade.
Para as associações, o fenómeno é agravado pelo facto de ainda serem as vítimas a abandonar o lar.
Elisabete Brasil, da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR), diz ser necessário "inverter a forma de actuação" para que "quem está em perigo possa ficar em casa e quem é perigoso saia".
Anualmente são feitas cerca de 30 mil denúncias, existindo apenas 52 pulseiras no país. A secretária de Estado garante que não há falta de equipamentos, até porque "todas as pulseiras que foram necessárias até agora estavam disponíveis".
Teresa Morais garante que os dois programas, que deveriam terminar em breve, vão continuar em funcionamento, sendo "intenção da tutela da igualdade e do Ministério da Justiça reforçá-los".
Reconhecendo as vantagens da aplicação de mais medidas de afastamento, a secretária de Estado diz que em 2012 deverão decorrer acções de formação para dar a conhecer estas ferramentas: "acredito que ainda haja muitos magistrados que não conheçam este sistema".
As três associações defendem "tolerância zero para este tipo de crime", lamentando a realidade percepcionada pelos números: até ao segundo trimestre as autoridades receberam 14.508 participações de denúncias de violência doméstica mas, no terceiro trimestre do ano, estavam detidos nas cadeias portuguesas apenas 121 homens por violência doméstica.
As casas abrigo foram criadas como espaço de acolhimento temporário por seis meses, mas a crise tem vindo a prolongar a estadia das vítimas, por dificuldades na reorganização da sua vida.
"A saída das mulheres pode agora levar o dobro ou mais tempo", acrescentou João Lázaro.
"Esta é mais uma chamada de atenção para o problema da violência doméstica", explicou à Lusa a secretaria de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, Teresa Morais, lembrando que "na maior parte dos casos as mulheres percorrem uma trajectória de violência que dura muitos anos".
Citando os últimos estudos nacionais, Teresa Morais recordou que "entre 36 a 39 por cento das mulheres suportam durante mais de uma década uma relação violenta".
Hoje, Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, o executivo apresenta no Hospital Amadora-Sintra a campanha de sensibilização para 2011.
Até ao segundo trimestre deste ano, a forças policiais receberam 14.508 participações relacionadas com casos de violência doméstica. "Em 85 por cento dos casos as vítimas eram mulheres e em 15 por cento eram homens", acrescentou a secretaria de Estado.
Comparando com igual período do ano passado, registou-se uma "ligeira diminuição de quatro por cento", revelou a responsável, acrescentando que "esta tendência se deverá manter ao longo do terceiro trimestre".
A campanha será visível em anúncios nas televisões, jornais e rádios, mas também nos autocarros de Lisboa e Porto, onde serão afixados cartazes.
Além das campanhas de sensibilização, o Plano Nacional de Combate à Violência Doméstica prevê outras medidas (50 no total), que contam com o envolvimento das autarquias para conseguir prevenir e combater este crime.
A divulgação de boas práticas empresariais no combate à violência doméstica, a implementação do rastreio nacional de violência doméstica junto de mulheres grávidas, a implementação de programas de uma intervenção estruturada para agressores, o alargamento a todo o território nacional da utilização da vigilância electrónica, e a criação do mapa de risco georeferenciado do percurso das vítimas são outras das medidas definidas no plano.
Vítimas resistem mais a abandonar o lar porque vão perder emprego
Cada vez mais mulheres vítimas de violência doméstica resistem a refugiar-se numa casa abrigo, preferindo viver com o agressor a perder o emprego, alertam as instituições que lidam com estes casos.
Os efeitos da crise económica já se fazem sentir no dia-a-dia da Associação de Apoio à Vítima (APAV) e da Associação de Mulheres Contra a Violência(AMCV). Ali, garantem os técnicos, é cada vez mais difícil convencer as mulheres a sair de casa.
"As mulheres começam a não chegar (às casas abrigo) porque têm medo de deixar os seus trabalhos", conta à Lusa Maria Macedo, técnica do centro de atendimento da AMCV, adiantando que "as mulheres em perigo de vida, que se refugiam numa casa abrigo, não regressam mais às zonas que frequentavam. Têm de recomeçar tudo do zero, incluindo arranjar um novo emprego".
João Lázaro, vice-presidente da APAV, também sente que "a actual crise leva a que muitas vítimas ponderem muito mais em dar o passo em frente e quebrar o silêncio, face às dificuldades económicas e financeiras de terem um projecto e uma vida alternativa sem violência". Resultado: "estão mais sujeitas à violência porque tentam aguentar ao máximo".
"A confirmar-se esta percepção das associações deste cenário preocupante, porque estamos a falar de um risco de morte", diz Teresa Morais, secretária de Estado da Igualdade.
Para as associações, o fenómeno é agravado pelo facto de ainda serem as vítimas a abandonar o lar.
Elisabete Brasil, da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR), diz ser necessário "inverter a forma de actuação" para que "quem está em perigo possa ficar em casa e quem é perigoso saia".
Anualmente são feitas cerca de 30 mil denúncias, existindo apenas 52 pulseiras no país. A secretária de Estado garante que não há falta de equipamentos, até porque "todas as pulseiras que foram necessárias até agora estavam disponíveis".
Teresa Morais garante que os dois programas, que deveriam terminar em breve, vão continuar em funcionamento, sendo "intenção da tutela da igualdade e do Ministério da Justiça reforçá-los".
Reconhecendo as vantagens da aplicação de mais medidas de afastamento, a secretária de Estado diz que em 2012 deverão decorrer acções de formação para dar a conhecer estas ferramentas: "acredito que ainda haja muitos magistrados que não conheçam este sistema".
As três associações defendem "tolerância zero para este tipo de crime", lamentando a realidade percepcionada pelos números: até ao segundo trimestre as autoridades receberam 14.508 participações de denúncias de violência doméstica mas, no terceiro trimestre do ano, estavam detidos nas cadeias portuguesas apenas 121 homens por violência doméstica.
As casas abrigo foram criadas como espaço de acolhimento temporário por seis meses, mas a crise tem vindo a prolongar a estadia das vítimas, por dificuldades na reorganização da sua vida.
"A saída das mulheres pode agora levar o dobro ou mais tempo", acrescentou João Lázaro.
GOVERNO PROMOVE CAMINHADA NO DIA NACIONAL DE LUTA CONTRA O CÂNCER DE MAMA
O Governo do Paraná promove neste domingo (27) uma caminhada em Curitiba para lembrar o Dia Nacional de Luta contra o Câncer de Mama. A doença ainda ocupa o primeiro lugar em número de mortes entre as mulheres. Em 2010, mais de 759 mulheres morreram no Paraná em decorrência do câncer de mama. Em 2011, já são 651 mortes.
O Instituto Nacional do Câncer estima que são registrados por ano cerca de 3,5 mil casos novos de câncer de mama no Estado. A prevenção e o diagnóstico precoce são os principais desafios.
A participação na caminhada é espontânea e gratuita. Os participantes deverão se vestir, preferencialmente, com a cor rosa, que simboliza a luta das mulheres contra o câncer de mama. O tema do evento é “Unidos pela Vida: Vista-se de Rosa”.
Serviço:
Caminhada “Unidos pela Vida: Vista-se de Rosa” em Curitiba
Data: 27/11/2011 – domingo
Horário: 9 às 12 horas
Concentração: Praça do Japão
Chegada: Parque Barigu
Crianças e Copel celebram o Dia do Rio com ações ambientais
Estudantes dos municípios de Nova Prata do Iguaçu e Capitão Leônidas Marques, nas proximidades da Usina Governador José Richa (Salto Caxias), celebraram o Dia do Rio, comemorado nesta quinta-feira (24), soltando peixes no reservatório da hidrelétrica e plantando mudas de árvores nativas da região em áreas urbanas.
A ação, promovida pela Copel em parceria com as prefeituras locais, teve por objetivo envolver a comunidade nos programas de preservação ambiental mantidos pela Companhia na região de suas usinas.
Aprenderam, na teoria e na prática, a importância de ajudar a preservar o ecossistema do rio. E colocaram as mãos na massa – ou melhor, na terra e na água – para provar que têm atitude quando o assunto é cuidar do meio ambiente. “Achei muito legal soltar os peixinhos no rio porque eles vão viver na natureza”, disse Ane Camile Lotti, de dez anos. A aluna Diane Paradas, de 11 anos, também aprendeu lições importantes durante a data comemorativa. “A gente não pode poluir a água e nem matar os animais”, enfatizou.
Cerca de dez mil alevinos de surubim do Iguaçu e lambaris foram soltos na área de lazer conhecida como Prainha, em Nova Prata. E os alunos não se intimidaram em carregar os pesados sacos com água onde estavam os alevinos até o rio, tudo para conhecer a sensação de soltar os bichinhos e vê-los nadando livremente. “Agora eles vão acasalar e, daí, nascerão mais peixinhos”, completou Ane Camile.
MUDAS - Além da importância de repovoar os rios com peixes, as crianças também conheceram o papel das árvores na natureza.
Ao plantar as mudas, elas aprenderam os benefícios de preservar a mata ciliar – que evita o assoreamento dos rios – e, também, do plantio nas cidades, já que as árvores no meio urbano ajuda a evitar cheias nos rios próximos e proporcionam sombra e conforto à população.
Ipês, marias-pretas, caliandras, cabreúvas e até espécies quase desaparecidas do território paranaense, como a peroba e o pau-marfim, foram plantados em praças e ruas do município de Capitão Leônidas Marques. No final da atividade, os alunos davam exemplo e uma verdadeira lição de cidadania aos adultos. “Se a gente plantar árvores hoje, no futuro teremos mais ar puro”, ensinou o estudante Felipe Raulino, de dez anos. “Sem elas (as árvores), a gente não sobrevive”, concluiu a estudante Geissi Stedinck, de dez anos.
AÇÕES - As ações do Dia do Rio na região de Salto Caxias fazem parte de uma série de atividades promovidas pela Copel em datas comemorativas ao meio ambiente durante o ano. “Com atividades como estas, as futuras gerações estão aprendendo que o reservatório é um patrimônio e que cuidar dele é um dever de todos”, disse Edson José Marcolin, superintendente da Superintendência de Operação e Manutenção da Geração.
Para Carlos Alberto Guelbert, gerente da usina de Salto Caxias, ações ambientais na área do reservatório são sempre bem-vindas. “Este é o maior lago da Copel em extensão e preservá-lo é fundamental para mantermos a geração da energia elétrica de que o Estado precisa”.
Na sua rotina, a Copel mantém, apoia e incentiva em todo o Estado iniciativas destinadas a promover o equilíbrio ambiental. Essas ações incluem a produção em hortos próprios de mudas destinadas ao Programa Florestas Ciliares, que tem como objetivo recuperar e recompor a vegetação das margens dos reservatórios das hidrelétricas, evitando a erosão e o assoreamento dos cursos d’água e ajudando a preservar a qualidade da água armazenada.
Outras mudas são produzidas para o Programa de Arborização Urbana, iniciativa da Copel em cooperação com as Prefeituras Municipais para aprimorar a gestão da arborização em vias públicas, empregando espécies adequadas ao convívio harmonioso com os demais equipamentos urbanos.
Há, também, o Programa de Repovoamento dos Reservatórios, que utiliza espécies nativas de peixes produzidos em sua Estação de Estudos Ictiológicos, na Usina de Segredo, para manter em equilíbrio a ictiofauna das represas. Como curiosidade, esse programa da Copel tem ajudado a salvar e preservar espécies sob risco de extinção como o Surubim do Iguaçu – o peixe de maior porte do rio Iguaçu e que chega a pesar 1,5 kg, que figurava na lista do Ibama de espécies ameaçadas.
SÃO MATEUS - Durante este final de semana, nos dias 26 e 27, a Copel também participará das atividades alusivas ao Dia do Rio que serão promovidas pela Prefeitura de São Mateus do Sul. A empresa terá um estande no local onde será realizado o 12o Encontro Ecológico do Rio Iguaçu, oferecendo à comunidade orientações para evitar acidentes com choque elétrico, mudas de árvores e dicas úteis para usar energia de forma eficiente, combatendo o seu desperdício.
Sob a coordenação da diretoria de Meio Ambiente e Cidadania Empresarial, a Copel colocará à disposição dos visitantes sua Van da Eficiência, um veículo especialmente projetado para servir como um laboratório sobre rodas para mostrar – de maneira simples e didática – como a eletricidade é produzida e o caminho que ela percorre até chegar aos pontos de consumo.
Junto, o visitante aprende que combater o desperdício de energia elétrica é ajudar a preservar os recursos naturais evitando, ou ao menos adiando, a necessidade de construir novas unidades de produção de energia elétrica.
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