quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Programa de Estadualização das Rodovias vai beneficiar municípios da Região Central do Paraná



O governador Beto Richa lançou nesta sexta-feira (28), no Palácio das Araucárias, em Curitiba, o Programa de Estadualização das Rodovias, que vai promover a estadualização e a pavimentação de estradas de 11 municípios, vários deles na Região Central do Paraná. O deputado Cesar Silvestri Filho (PPS) e o secretário de Estado de Desenvolvimento Urbano, Cezar Silvestri, participaram da solenidade, onde estavam presentes os prefeitos e representantes dos municípios de Campina do Simão, Ariranha do Ivaí, Arapuã, Boa Ventura do São Roque, Mato Rico e Coronel Domingos Soares, que serão beneficiados nesta primeira etapa. O investimento previsto para o programa é de R$ 375 milhões. Na segunda fase do programa, serão atendidos ainda os municípios de Reserva do Iguaçu, Pitanga, Doutor Ulisses, Itaipulândia e Guaraqueçaba. O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, explicou que o objetivo é fazer justiça aos municípios que ainda não possuem estradas pavimentadas e não fazem parte do Plano Estadual de Rodovias. De acordo com ele, serão três gurpos de ação, com a estadualização das rodovias, a pavimentação e a readequação destes trechos quando necessário. Ao todo, serão 202 quilômetros de estradas pavimentadas – destes, 150 quilômetros serão estadualizados – e mais de 57 mil pessoas beneficiadas diretamente. Na primeira fase, serão pavimentados trechos das PR-466, nos municípios Arapuã, Ariranha do Ivaí, Boa Ventura do São Roque e Mato Rico; PR-364, em Campina do Simão e PR-449 em Coronel Domingos Soares. O governador Beto Richa afirmou que hoje o cenário para investimentos no Paraná é desfavorável aos municípios que apresentam pouca infraestrutura viária. “As regiões mais deprimidas do Estado, com baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), são aquelas que não contam com rodovias. Os investidores têm optado por se concentrar em Curitiba, Região Metropolitana, nos Campos Gerais, justamente por causa das facilidades de acesso e proximidade do Porto de Paranaguá. Estamos fazendo o que é possível para mudar este quadro”, comentou. Cesar Silvestri Filho agradeceu e parabenizou o governador pela criação do programa, que, segundo ele, vai permitir o desenvolvimento dos municípios da Região Central do Paraná. “Há mais de 20 anos acompanho o sonho e a luta desses municípios para pavimentar suas estradas. O que o Governo do Paraná faz hoje é demonstrar a importância que eles têm para o Estado”, comentou. O parlamentar lembrou ainda que a pavimentação da rodovia entre Pitanga e Mato Rico vai permitir inclusive a viabilização do gasoduto, com a exploração da bacia de gás natural de Barra Bonita, no município de Pitanga. “É mais uma alternativa para desenvolver a região”, salientou.

Polícia Rodoviária Federal apreende sandálias recheadas de haxixe no PR


Pouco menos de 1 kg de haxixe foi apreendido pela Polícia Rodoviária Federal, em
Céu Azul, no Paraná. A abordagem foi na noite da última quarta-feira (26), em um
posto policial da BR-277. A droga estava escondida no fundo falso de um par de
sandálias do modelo plataforma. O ônibus paraguaio ia de Assunção para o Rio de
Janeiro. A dona das sandálias, uma paraguaia de 33 anos, disse que levaria o
haxixe até São Paulo. Para isso, ganharia R$ 1 mil

Cesar Filho propõe a criação da Frente Parlamentar de Silvicultura


Preocupado em estimular ações de implantação e regeneração de florestas no Paraná, o deputado estadual Cesar Silvestri Filho (PPS) apresentou na quarta-feira (26) um requerimento propondo a criação da Frente Parlamentar da Silvicultura na Assembleia Legislativa do Estado do Paraná. O objetivo da Frente, que será presidida por Cesar Filho e contará com a participação dos deputados Pedro Lupion (DEM), Hermas Brandão Júnior (PSB), Antonio Anibelli Neto (PMDB), Luiz Eduardo Cheida (PMDB), Elio Rusch (DEM) e Alexandre Curi (PMDB), é apresentar, no âmbito do Legislativo, propostas para formulação de políticas públicas que busquem o aproveitamento e manutenção racional das florestas plantadas, em função dos interesses ecológico, científico, econômico e social. “Estamos com um amplo debate em torno do novo Código Florestal, mas, independentemente do que será definido com a nova legislação, cada estado precisa definir ações e estratégias para viabilizar o planejamento e gerenciamento de florestas plantadas e ações de incentivo à produção de madeira”, enfatizou Cesar Filho.