segunda-feira, 5 de março de 2012

Mulheres do PSD de Guarapuava postam mensagem ao dia internacional da Mulher nas redes sociais


Mulheres do PSD de Guarapuava postam mensagem ao dia Internacional da Mulher nas redes Sociais. O objetivo do conteúdo é mostrar a força da mulher na sociedade e na política.

Para a Coordenadora das mulheres do PSD de Guarapuava, Sandra Prado, a mulher tem uma grande sensibilidade.  "Vencemos as batalhas com a força do coração. Nossas armas são a sabedoria e a humildade”, afirma.

Ao finalizar faz uma observação: “Infelizmente, com todos os avanços, as mulheres ainda sofrem discriminação. É preciso que a mulher tenha consciência da necessidade da participação na política, não só por questão de direito e igualdade, mas de sensibilidade”. Disse.

Aproveitou ao finalizar a mensagem, para convidar as mulheres que venham para o Partido Social Democrático (PSD). Um partido diferente. Que quer te ouvir!



Participe!

Sugira!

Decida!


http://www.psd.org.br/

http://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=201934306573938&id=100002165618227#!/groups/198808963534174/



Cesar Filho participa do Programa Toda Tarde, na TV Transamérica


O deputado estadual Cesar Silvestri Filho participou na tarde desta quinta-feira (1) do Programa Toda Tarde, na TV Transamérica, apresentado ao vivo, por Edi Cordeiro.

Durante o programa, o deputado Cesar Filho falou sobre as diferenças entre a Lei Ficha Limpa em âmbito nacional e a Lei Ficha Limpa do Paraná, Lei da qual é co-autor. Além de abordar as Leis sobre Incentivo ao Esporte e as normativas do Projeto de Lei que fixa regras e penalidades para fornecedor que não entregar imóvel no prazo, de autoria do próprio deputado.

Clique aqui para assistir a entrevista com Cesar Filho no Programa Toda Tarde!

Três mulheres da mesma família morrem em acidente no Paraná

Acidente aconteceu em Maringá, na região norte do estado.
Vítimas eram duas irmãs e a filha de uma delas
Do G1 PR, com informações da RPC TV

 

Três mulheres morreram após se envolver em um acidente na PR-317, em Maringá, no norte do Paraná, por volta das 20h de domingo (4). De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), a motorista perdeu o controle da direção em uma curva e o veículo ficou atravessado no meio da pista. O condutor de uma caminhonete não conseguiu frear e atingiu o veículo na lateral. A condutora, a irmã e a filha de uma delas morreram na hora.
O motorista da caminhonete e outros três passageiros não tiveram ferimentos. A rodovia ficou totalmente interditada por cerca de uma hora. Houve congestionamento.

Acórdão do TCU dá mais autoridade ao Estado, diz secretário da Infraestrutura

 
As negociações do Governo do Estado com as concessionárias de rodovias que compõem o Anel de Integração completaram um ano e garantiram a retomada de importantes investimentos para reduzir gargalos logísticos e aumentar a segurança dos usuários das estradas paranaenses. “Saímos na frente e avançamos bastante. Os resultados práticos estão em andamento desde o ano passado”, afirma o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.

Segundo ele, o acórdão do Tribunal de Conta da União (TCU), que estabelece um prazo de 360 dias para a inclusão de uma cláusula nos contratos de pedágio, permitindo a revisão periódica da tarifas, está alinhado com as medidas adotadas pelo Governo do Paraná, em acordo com as concessionárias, para estabelecer uma agenda de revisão periódica dos acordos. “O relatório nos dá mais autoridade na negociação com as empresas”, ressaltou Richa Filho.

O secretário destaca que a aproximação do governo com as empresas permitiu que obras importantes como as dos contornos de Mandaguari e Campo Largo e a duplicação do trecho da BR 277, entre Matelândia e Medianeira, saíssem do papel. O processo também permitiu a redução para 12% na Taxa Interna de Retorno (TIR) de investimentos. O índice é oito pontos percentuais menor do que a referência inicial dos contratos.

“Estamos fazendo um levantamento das obras mais importantes para o Estado. O foco principal é a retomada dos investimentos, com tarifa mais justa para o pedágio”, afirmou o secretário Richa Filho. “Queremos ir além do que está previsto no plano de concessões e queremos mais mobilidade nos contratos”, disse.

De acordo com o secretário, é necessário estabelecer um mecanismo para que a TIR possa ser revista numa periodicidade menor do que 24 anos, para evitar falhas. “Os contratos são longos e as prioridades mudam com o tempo”, explicou.

A medida do TCU contempla as concessionárias que operam no Anel de Integração. O relatório está sendo analisado ponto a ponto por uma equipe técnica do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR).

Para o secretário, a discussão sobre a revisão da tarifa precisa considerar o novo cenário atual do país, com inflação baixa e controlada, diferente de 1997, no início das concessões. “O Risco País hoje é baixo e permite contrair empréstimos a custos menores. A segurança contratual é outro avanço neste momento em que o Brasil é atrativo para os investidores. Tudo isso tem que ser avaliado nas conversações”, afirma Richa Filho.

Ele destaca ainda que o Paraná está discutindo a criação de uma agência reguladora para o setor, com ajuda da Agência Nacional Transportes Terrestres e da agência que funciona no estado de São Paulo, e que o DER tem acompanhado a evolução dos modelos de concessão em outros estados e em nível federal.

OBRAS — Entre os investimentos já retomados estão a duplicação de um trecho da BR-277, entre Medianeira e Matelândia, no Oeste do Paraná, que compõe o eixo Medianeira-Cascavel, e representa um dos grandes gargalos da região. Esta obra estava no plano inicial das concessões, mas foi retirada do contrato no governo anterior, num artifício para reduzir a tarifa.

“Para nós é incompreensível. A duplicação estaria pronta, ou quase pronta neste ano, se esse trecho não tivesse sido retirado do contrato”, afirma o secretário José Richa Filho. “Mudou-se o foco. Falou-se muito no preço, que não baixou, e ficou até mais caro, porque foram retirados investimentos importantes de rodovias onde ocorrem muitos acidentes e que são gargalos para o crescimento da produção”, disse.

Outras duas obras rodoviárias importantes que estão saindo do papel neste processo de diálogo são o contorno rodoviário de Campo Largo, na região metropolitana de Curitiba, que estava previsto para ser iniciado em 2014, e o contorno de Mandaguari, no Norte do Estado.

Em Campo Largo, o novo traçado de um trecho de 11 quilômetros, no sentido Ponto Grossa/Curitiba, terá duas trincheiras, dois viadutos, uma ponte e a modernização de viadutos existentes. A obra vai retirar o tráfego da rodovia do perímetro urbano, reduzindo os acidentes e outros transtornos. O investimento de R$ 70 milhões será custeado pela concessionária. Essa obra, segundo Richa Filho, é mais urgente tecnicamente do que outra que estava programada no contrato inicial, com base no planejamento do desenvolvimento futuro.

Em Mandaguari, o contorno de 9,9 quilômetros de extensão vai resolver um dos principais gargalos rodoviários da região Norte do Estado, desviando o tráfego da BR-376, que passa pelo centro do município. A retomada da obra, que deveria ter sido concluída em 2008, é resultado de um acordo entre o governo estadual e a Viapar, que investirá R$ 86 milhões. Por meio do DER, o governo se encarregou de desapropriar e liberar 47 lotes. O investimento é de R$ 5 milhões.

PRAZO – As negociações individuais com as empresas, para a revisão dos contratos, buscando uma tarifa justa, envolvem seis lotes de concessão e 2.492,69 quilômetros de rodovias. “A decisão de estabelecer prazos é importante para facilitar as negociações”, disse o secretário.

Para ele é muito importante para o governo manter aberto o canal de negociação com as concessionárias, inclusive para o ajustamento de investimentos necessários, levando em conta a análise do equilíbrio econômico-financeiro dos contratos, indicado pelo TCU.

O secretário destaca que desde 1998, ano do início das concessões no Estado, houve mudanças e aditivos aos contratos, de forma unilateral, por parte de governo, que ocasionaram a suspensão de obras e centenas de ações na Justiça, atrasando obras importantes para o desenvolvimento do Estado.

Para facilitar os acordos, todas as ações judiciais envolvendo as concessões de rodovias foram suspensas no ano passado, inicialmente por 180 dias e prorrogadas por mais 180 dias.
AEN

Governo fará ações policiais permanentes nos 20 maiores municípios do Paraná


Além da implantação das Unidades Paraná Seguro (UPS), que começou pela capital, o governo estadual promoverá ações permanentes de policiamento ostensivo e preventivo nos vinte maiores municípios paranaenses. A informação foi transmitida nesta sexta-feira (02/03) pelo secretário da Segurança Pública, Reinaldo de Almeida César.

A operação denominada Paraná Segurança Total será realizada em intervalos de até 30 dias. A primeira edição aconteceu na noite de quinta-feira, com a participação das policias Militar e Civil, no interior do Estado e na Região Metropolitana de Curitiba. A ação teve a participação de 800 policiais e resultou na detenção de 171 pessoas e apreensão de 35 quilos de maconha, 16 quilos de cocaína e 11 quilos de crack, além de 35 armas de fogo.

“Essa operação terá caráter permanente para que a população paranaense volte a ter tranqüilidade. São ações policiais integradas, com planejamento e eficiência”, disse Almeida César. Na operação foram fiscalizados veículos e estabelecimentos comerciais e feitas vistorias em áreas com altos índices de crimes ligados ao tráfico de drogas.

UPS - O secretário também comentou a operação realizada em paralelo, em Curitiba, para dar início à implantação da primeira Unidade Paraná Seguro (UPS) do Estado, no bairro Uberaba. Ele disse que o foco dessa ação não é exclusivamente policial e sim parte de um projeto para levar serviços públicos para áreas carentes e para a instalação do policiamento comunitário.

“O objetivo das UPS é permitir a implantação das políticas públicas de Estado”, afirmou Reinaldo de Almeida César. Ele avaliou positivamente o primeiro dia da operação. “Atingimos o pleno objetivo, atuando com inteligência e integração das forças policiais. Não houve incidentes e tivemos apoio da população, que agora pode caminhar livremente pelas ruas do bairro”, disse.

A operação no Uberaba teve a participação de 450 policiais e 115 guardas municipais de Curitiba. Ainda neste ano serão implantadas outras nove unidades na capital. O modelo também será levado para o interior do Paraná na fase seguinte. “No momento estão sendo identificadas as áreas que passarão por esse processo nas principais cidades do Estado”, explicou Almeida César.

BALANÇO - O coronel Roberson Bondaruk, comandante geral da Polícia Militar, informou que foram feitas 2.537 abordagens policiais e 1.900 carros foram vistoriados no bairro. Ele disse que o efetivo policial permanecerá por 15 dias na região. A partir da implantação efetiva da UPS na região, cerca de 60 agentes treinados em policiamento comunitário atenderão exclusivamente o bairro, que tem uma população aproximada de 70 mil habitantes.

“Serão instaladas duas bases fixas para atender aos cidadãos, que ainda terão nesse espaço acesso a políticas públicas eficientes. Queremos uma Polícia Militar forte e com um atendimento mais humano e cidadão”, disse ele.

Bondaruk afirmou que a operação foi planejada para evitar confrontos. “O trabalho de repressão foi feito antes, para evitar o conflito armado. Nossa intenção é garantir a integridade física dos moradores”, explicou.

De acordo com o delegado geral da Polícia Civil, Marcus Vinícius Michelotto, ação de inteligência que antecipou a ocupação do bairro foi iniciada em setembro de 2011 e forneceu os subsídios para a implantação da UPS. Nos meses de novembro e dezembro passados localizados e presos 17 procurados por homicídio, além de lideranças do tráfico na região.

“A intenção foi antecipar as prisões para evitar o confronto armado durante a ocupação. Contamos com o apoio da população para a efetivação dessa ocupação permanente, com o resgate social e a presença constante do Estado”, disse ele. Michelotto destacou que o aumento das denúncias na central de atendimento 181 é resultado da confiança do cidadão no trabalho policial