segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Cesar Filho defende a democratização do acesso à internet no Paraná



O deputado estadual Cesar Silvestri Filho (PPS) foi convidado a participar de um grupo de trabalho formado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedu) e pela Copel para democratizar o acesso à internet em todo o Paraná e levar internet de banda larga de forma gratuita a todos os paranaenses. Nesta segunda-feira (21), o parlamentar apresentou a proposta aos demais deputados durante discurso na Assembleia Legislativa do Paraná.

O convite dos órgãos do governo partiu em função do interesse do parlamentar pelo assunto. Em 2008, quando Cesar Filho foi candidato à prefeitura de Guarapuava, o projeto Cidade Digital foi uma das bandeiras da campanha.

Durante seu discurso, Cesar Filho citou outras cidades do Paraná, inclusive de pequeno porte, que já desenvolveram programas municipais para popularizar a rede mundial de computadores. “O objetivo é transformar esta iniciativa em uma política de Estado”, destacou o deputado.

O projeto estadual, que ainda está em fase embrionária, deve atender a duas frentes: oferecer condições para que as próprias prefeituras possam melhorar a estrutura administrativa municipal e ainda dar condições para que levem a internet à população, gratuitamente.

Depois de concluídos os estudos de viabilidade técnica e financeira, o projeto será apresentado ao governador Beto Richa. “O Paraná estará na vanguarda brasileira. Hoje, pouco mais de 200 municípios disponibilizam internet à população”, comentou.


Assessoria de imprensa

Gabinete do Deputado Cesar Silvestri Filho

Jornalista Danielle Blaskievicz

daniblaski@uol.com.br

(41) 3350-4262/(41) 9964-2337

Danielle Blaskievicz
daniblaski@uol.com.br
MSN: daniblaski@hotmail.com
(41) 9964-2337

Cesar Filho conquista espaço na Assembleia Legislativa



O deputado estadual Cesar Silvestri Filho (PPS) está apenas em seu primeiro mandato, mas já ocupa um espaço relevante na Assembleia Legislativa do Paraná. Ele foi indicado para integrar duas das principais comissões permanentes da Casa: a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e a Comissão de Orçamento. Além disso, vai presidir a Frente Parlamentar Municipalista, que é uma forma de aproximar os parlamentares das demandas dos municípios, estreitando a comunicação entre deputados e prefeitos.

Quatro universidades paranaenses fazem parte da rede nacional contra o crack



As universidades estaduais de Ponta Grossa (UEPG), Maringá (UEM), Londrina (UEL) e do oeste do Estado (Unioeste) fazem parte da rede nacional para combater o avanço do crack e outras drogas. Essas instituições terão Centros Regionais de Referência em Crack e outras Drogas (CRR) e se integrarão aos outros 45 centros em universidades públicas, de todo o Brasil.

Estima-se que pelo menos 500 mil pessoas façam uso da droga no Brasil. Nos próximos 12 meses, os centros de referência vão capacitar 14,7 mil profissionais, entre médicos, psicólogos, enfermeiros, assistentes sociais e agentes comunitários, em 844 municípios de 19 estados. Esse treinamento vai preparar os profissionais para o tratamento de usuários e atendimento a suas famílias.

Cada Centro Regional de Referência terá até R$ 300 mil do Fundo Nacional Antidrogas (Funad) para capacitação de 300 profissionais. Os cursos vão abordar o gerenciamento de casos, a reinserção social e o aconselhamento motivacional, assim como o aperfeiçoamento de médicos atuantes no Programa de Saúde em Família, no Núcleo de Assistência à Saúde da Família e profissionais do Sistema Único de Saúde e do Sistema Único de Assistência Social.

A iniciativa faz parte do Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas, lançado no ano passado pelo governo federal e o lançamento da rede de centros regionais foi feito na quinta-feira (17), pela presidente Dilma Rousseff. O plano prevê a ampliação do número de leitos de internação de usuários, a ampliação do número de Centros de Referência de Assistência Social e dos Centros de Referência Especializada de Assistência Social, a realização de estudos e pesquisas, a ampliação do horário de atendimento do VivaVoz, a criação de centros de pesquisa e novas metodologias de tratamento e reinserção social, e medidas de enfrentamento ao tráfico.

Paraná vai ter nova política fiscal para ampliar competitividade, anuncia Richa



O governador Beto Richa anuncia na próxima quinta-feira (24), em Londrina, o programa Paraná Competitivo, que define a nova política fiscal do Estado do Paraná. Serão assinados dois decretos que vão modernizar e flexibilizar a legislação atual, com o objetivo de tornar o Estado mais atraente para investimentos nacionais e internacionais. O evento será realizado na sede da Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil), às 10h.

“Queremos que o Paraná recupere o tempo perdido e volte a ser destino de investimentos, que vão se refletir em benefícios para toda a população”, afirma o governador.

O secretário da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Ricardo Barros, afirma que a atualização da política fiscal é fundamental para a atração de novos empreendimentos e para a retomada do crescimento do Estado. O Paraná, afirma, vem apresentando nos últimos anos desempenhos modestos na comparação com a economia nacional e com outras economias estaduais.

“Estávamos perdendo espaço no cenário nacional. De 2003 a 2009, a participação do PIB paranaense no nacional caiu de 6,4% para 5,9%, e a participação nas exportações encolheu de 9,8% para 7%. No mesmo período o PIB nacional avançou 4% em média e o paranaense cresceu 3,6 %”, compara.

“Tenho certeza de que com essas alterações voltaremos a ser competitivos e, por conseqüência, seremos o destino de muitos empreendimentos nacionais e internacionais”, aponta Barros.

De acordo com o secretário da Fazenda, Luiz Carlos Hauly, o programa a ser lançado esta semana está entre os melhores do País. “O Paraná precisa ser mais competitivo nacionalmente. Em função disso, resolvemos melhorar e ampliar o programa de estímulo aos investimentos no Estado”, informa.

MUDANÇAS - As alterações envolvem a modificação dos porcentuais e os prazos de diferimento do ICMS e a criação de comitês para verificar caso a caso os benefícios requisitados pelas empresas.

Esses comitês vão analisar situações específicas seguindo critérios como o tipo e o porte do empreendimento, o número de empregos gerados, a capacidade de geração de receita, o ramo de atividade, a localização, o impacto ambiental, entre outros.

Ricardo Barros explica que a implantação dos comitês vai permitir a criação de novos mecanismos para atrair empreendimentos e aumentar consideravelmente a competitividade do Paraná: “Hoje não há essa possibilidade de análise técnica caso a caso”.

“O governador Beto Richa criou um ambiente favorável aos empresários que querem investir no Paraná. Temos dezenas de empresas que estão aguardando a definição dessas novas regras”, afirma o secretário.

De acordo com Ricardo Barros, o fato de o anúncio ser feito em Londrina reforça o objetivo do Governo do Paraná de descentralizar os investimentos industriais e fomentar a industrialização do interior. “A geração de emprego e renda nas pequenas e médias cidades é uma das principais metas no nosso plano de governo”.

SUGESTÕES - A elaboração da nova política fiscal contou com ideias e sugestões do setor produtivo e dos municípios. Foram realizadas reuniões com federações, sindicatos, associações e com secretários de Indústria e Comércio dos municípios-sede das 22 regionais do Paraná e da Região Metropolitana de Curitiba.

“Fizemos reuniões de trabalho com diversos setores da sociedade para aprimorar a nossa proposta. Foram encontros produtivos nos quais pudemos receber boas sugestões que foram incorporadas e aprimoraram o projeto”, diz Ricardo Barros.

O PROGRAMA – A reformulação da política fiscal faz parte da linha de atuação “fomento, incentivos e crédito” do programa Paraná Competitivo. Além dessa, há mais três vertentes: qualificação e capacitação da mão de obra; infraestrutura e internacionalização, incluindo atração de investimentos e comércio exterior.

Além das secretarias de Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul e da Fazenda, também participam da elaboração do Paraná Competitivo as secretarias de Assuntos Estratégicos, do Planejamento, do Meio Ambiente, do Trabalho e Emprego, de Infraestrutura e Logística, além da Agência de Fomento, BRDE, Copel, Compagas, Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, Lactec e Ipardes.