sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Cohapar busca solução para áreas de risco em Guarapuava
O superintendente de urbanismo da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), Jurandir Guatassara, reuniu-se na tarde desta quinta-feira (12) com o secretário de Habitação e Urbanismo de Guarapuava, Francisco Andriata, para fazer um mapeamento dos assentamentos precários e áreas de risco do município.
Este mapeamento servirá para, junto ao Ministério das Cidades, realizar a nova seleção do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que visa eliminar as favelas dos municípios.
De acordo com Guatassara, a importância dessa discussão é sanar os problemas dessas famílias que vivem em situação de risco e confirmar o interesse dos municípios em participar do PAC. “Nosso intuito é levar uma solução completa para Guarapuava para que a população que vive atualmente em área de risco tenha uma vida digna”, enfatizou.
Andriata reforçou a importância da soma de esforços para auxiliar os trabalhos na área de habitação de Guarapuava. “Essa parceria com o Governo do Estado deve existir, porque o município sozinho não tem condições e recursos para viabilizar a melhoria de vida às famílias que vivem em assentamentos precários e áreas de risco”, explicou
Copel e Eletrosul assinam contrato de concessão para nova linha
Diretores da Copel, da Eletrosul e da Agência Nacional de
Energia Elétrica (Aneel) assinaram nesta quinta-feira (12), em Brasília, o
contrato de concessão para a construção e operação de uma linha de transmissão
entre Cascavel a Umuarama. Com 143 quilômetros de extensão, a linha vai reforçar
o sistema de transmissão na região Noroeste do Paraná, eliminando sobrecargas no
sistema.
O consórcio Costa Oeste – que tem 51% de participação da Copel e 49% da Eletrosul – arrematou o empreendimento em um leilão realizado pela Aneel, em setembro de 2011. O lote ainda inclui a instalação de uma nova subestação em Umuarama.
As obras começarão em breve, com 24 meses de prazo para conclusão. Segundo estimativas da Aneel, o empreendimento vai proporcionar uma receita anual de R$ 8,8 milhões ao consórcio e demandar investimentos da ordem de R$ 75 milhões. A agência também prevê a geração de 375 novos empregos durante o período de construção.
O contrato foi assinado pelo diretor-geral da Aneel, Nélson Hubner, os diretores da Copel Jorge Andriguetto Jr (Engenharia) e Jaime de Oliveira Kuhn (Geração e Transmissão de Energia) e os diretores da Eletrosul Ronaldo Custódio (Engenharia e Operação) e Antonio Vituri (Financeiro e Administrativo).
AS OBRAS – A linha de transmissão que vai conectar Cascavel e Umuarama carregará energia elétrica na tensão de 230 mil volts. Uma nova subestação da mesma classe de tensão será construída em Umuarama para receber, processar e retransmitir essa energia a outras subestações na região noroeste.
“Além de aliviar as condições de operação do sistema de 138 mil volts da Copel, que atende ao consumo da população do noroeste paranaense, as novas instalações também serão importantes para elevar a confiabilidade operacional do sistema de transmissão que liga as regiões Sul e Sudeste do País”, afirma o presidente da empresa, Lindolfo Zimmer.
“Este empreendimento, conquistado em parceria com a Eletrosul, reafirma a disposição da Copel em expandir seus ativos dentro e fora do Paraná, resgatando a posição de destaque dentro do setor elétrico brasileiro que ocupou no passado”, completa.
O consórcio Costa Oeste – que tem 51% de participação da Copel e 49% da Eletrosul – arrematou o empreendimento em um leilão realizado pela Aneel, em setembro de 2011. O lote ainda inclui a instalação de uma nova subestação em Umuarama.
As obras começarão em breve, com 24 meses de prazo para conclusão. Segundo estimativas da Aneel, o empreendimento vai proporcionar uma receita anual de R$ 8,8 milhões ao consórcio e demandar investimentos da ordem de R$ 75 milhões. A agência também prevê a geração de 375 novos empregos durante o período de construção.
O contrato foi assinado pelo diretor-geral da Aneel, Nélson Hubner, os diretores da Copel Jorge Andriguetto Jr (Engenharia) e Jaime de Oliveira Kuhn (Geração e Transmissão de Energia) e os diretores da Eletrosul Ronaldo Custódio (Engenharia e Operação) e Antonio Vituri (Financeiro e Administrativo).
AS OBRAS – A linha de transmissão que vai conectar Cascavel e Umuarama carregará energia elétrica na tensão de 230 mil volts. Uma nova subestação da mesma classe de tensão será construída em Umuarama para receber, processar e retransmitir essa energia a outras subestações na região noroeste.
“Além de aliviar as condições de operação do sistema de 138 mil volts da Copel, que atende ao consumo da população do noroeste paranaense, as novas instalações também serão importantes para elevar a confiabilidade operacional do sistema de transmissão que liga as regiões Sul e Sudeste do País”, afirma o presidente da empresa, Lindolfo Zimmer.
“Este empreendimento, conquistado em parceria com a Eletrosul, reafirma a disposição da Copel em expandir seus ativos dentro e fora do Paraná, resgatando a posição de destaque dentro do setor elétrico brasileiro que ocupou no passado”, completa.
Beto Richa anuncia medidas para apoiar agricultores do Sudoeste
O governador Beto Richa anunciou nesta quinta-feira (12), em Curitiba, um pacote de medidas emergenciais para minimizar as perdas e recuperar as plantações do Sudoeste – região do Estado que passa por período de estiagem desde novembro do ano passado. O governo vai disponibilizar R$ 15,5 milhões para ajuda direta aos agricultores. As culturas mais atingidas foram milho, soja e feijão.
Para a compra de insumos agrícolas (sementes e fertilizantes) serão liberados R$ 6 milhões. O apoio financeiro chega a R$ 9,5 milhões, sendo R$ 8 milhões para subvenção ao prêmio do seguro da segunda safra de milho e café, e R$ 1,5 milhão para reforçar o programa Fundo de Aval. A prioridade do governo é atender os produtores da agricultura familiar.
De acordo com o governador, o Estado fará o atendimento emergencial das principais demandas dos agricultores com recursos do Fundo de Desenvolvimento do Econômico (FDE). “Vamos fazer o que estiver ao nosso alcance para minimizar os prejuízos dos agricultores do Sudoeste”, afirmou Richa. Ele explicou que a liberação de recursos para o Fundo de Aval, por exemplo, pode alavancar a captação de R$ 15 milhões em financiamentos em instituições de fomento da agricultura familiar.
O governo também vai agilizar as vistorias em plantações para que os produtores possam solicitar ressarcimento de perdas pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e o pagamento do Seguro da Agricultura Familiar (Seaf). A medida também assegurar o aproveitamento das lavouras para silagem e preparação da terra para novos cultivos, como as segundas safras de milho e feijão.
“Negociamos com o governo federal a possibilidade do financiamento para quem fez a safra com recursos próprios, de forma que o agricultor possa carregar a dívida com as safras seguintes, por até seis anos”, destacou o secretário da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara.
Também haverá apoio aos municípios para a contratação de máquinas para o aprofundamento de minas e pequenos açudes, além de suporte financeiro para o transporte de água tanto para consumo humano quanto animal. “São medidas para apoiar os pequenos produtores que perderam a safra e tem agora a chance de restabelecer o seu cultivo”, disse Norberto Ortigara.
ESTADO DE EMERGÊNCIA - Por conta da situação crítica na região, os municípios de Santa Izabel do Oeste e Barracão já decretaram estado de emergência. A Defesa Civil do Paraná afirma que outros 35 municípios já notificaram o órgão para a possibilidade. Com isso, é possível adotar ações mais rapidamente. “Com os recursos e atendimento imediato aos produtores tentaremos recuperar parte dos prejuízos com a safra de verão. Aguardamos dados de cada município para que possamos ratificar a situação de emergência e adotar outras ações do governo”, destacou Richa.
Segundo estimativa da Secretaria da Agricultura, até agora houve uma redução de 2,55 milhões de toneladas de soja, milho e feijão que, a preços de hoje, significa um prejuízo financeiro de R$ 1,52 bilhão. A quebra da produção representa 11,5% da safra paranaense de grãos de verão, que era estimada em 22,13 milhões de toneladas.
Na reunião, no Palácio das Araucárias, Richa ouviu as reivindicações dos prefeitos da região e garantiu que o Governo do Estado não medirá esforços para recuperar a economia local. “Os prefeitos trouxeram as preocupações dos seus municípios em função da forte estiagem que afeta a região, ouvimos e apresentamos nossas medidas que foram recebidas com entendimento e satisfação”, afirmou.
O presidente da Associação dos Municípios do Sudoeste do Paraná (Amsop) e prefeito de Salto do Lontra, Luiz Carlos Gotardi, disse que a base da economia de muitos municípios é a agricultura familiar. “O governo é sensível a nossa dificuldade com o anúncio de medidas que vão amenizar a situação dos produtores. A estiagem não reflete apenas na cadeia produtiva do agronegócio mas também no comércio e na industria dos municípios”, disse.
Participaram da reunião com o governador, o líder do governo da Assembléia, deputado Ademar Traiano e o deputado estadual Augustinho Zucchi; o chefe da Casa Militar e coordenador da Defesa Civil do Paraná, coronel Adilson Castilho Casitas os prefeitos de Renascença, José Kresteniuk; Mariópolis, Neuri Roque Rossetti Gehlen; Pinhal de São Bento, Jaime Ernesto Carniel; Santa Izabel do Oeste, Olívio Brandelero; São João, Clóvis Matues Cucolotto; o coordenador operacional de Defesa Civil do Paraná, Major Antonio Hiller; presidente da Emater, Rubens Niedehertman; presidente do Instituto das Águas, Márcio Nunes, diretor da Sanepar, João Martinho Cleto Reis Júnior; o chefe da 12ª coordenadoria de Defesa Civil (Francisco Beltrão), Major Nortan Alexandre Kapp.
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Produtores aguardam chuva para
recuperar parte da lavoura de soja
Agricultores da região Sudoeste do Paraná ainda esperam pela chuva para recuperar parte das lavouras de soja que devem ser colhidas no início do mês de abril. As perdas nas lavouras de milho da região já ultrapassam os 40%. A colheita de milho deve começar no início da próxima semana.
Produtor do município de Renascença, Dirceu Ruffato, plantou 100 hectares de soja e 70 de milho com a expectativa de colher média de 200 sacas de milho e 60 sacas de soja por hectare. “Se conseguir tirar 120 sacas de milho e 30 sacas de soja por hectare está excelente”, diz.
Rufatto acredita que para recuperar uma parte da lavoura de soja, deveria chover cerca de 50 milímetros nos próximos dias. “Nesta época do ano, a lavoura não deveria ficar sem chuva, pois a soja está em fase de floração ou em formação de grãos. Se chover 50 milímetros, acredito que recupera uma parcela da lavoura”.
A boa produção da safra passada - 180 sacas de milho e 70 sacas de soja por hectare - incentivou o produtor a não fazer seguro da lavoura. “O clima estava perfeito, não havia motivos para fazer o seguro. Levanto cedo todos os dias com a esperança de ver chuva, mas está complicado”, diz.
O agricultor Reni Deliberali plantou 110 hectares de soja, 24 de milho e tinha expectativa de colher média de 53,71 sacas de soja e 165,2 de milho. “Se tirar da lavoura 82,64 sacas de milho por hectare e 12,39 sacas de soja, é muito. Nessa safra, a produção não vai dar para pagar os custos. Estamos aguardando alguém nos ajudar”, comenta o agricultor, que também não fez seguro da lavoura
OAB divulga lista final dos aprovados no Exame de Ordem
Índice de aprovação dos candidatos foi de 24%. No exame anterior, o índice de aprovação foi de 15,02%.
A Ordem dos Advogados do Brasil divulgou na noite desta quinta-feira (12) a lista dos candidatos aprovados no V Exame de Ordem. A relação contém, além dos nomes de candidatos já indicados na lista preliminar, aqueles que entraram com recursos e foram aprovados. Pouco mais de 26 mil dos 108.335 inscritos foram aprovados, ou seja, o índice de aprovação foi de 24%. No exame anterior, o índice de aprovação foi de 15,02%.
A metade dos candidatos não passou da primeira fase do exame, composta por questões objetivas de múltipla escolha. Cerca de 50 mil candidatos oram aprovados e fizeram a segunda fase no dia 4 de dezembro.
Na segunda fase, os candidatos precisaram redigir uma peça processual e responder a quatro questões, sob a forma de situações-problema, compreendendo as seguintes áreas de opção do bacharel, indicada no momento da inscrição: direito administrativo, direito civil, direito constitucional, direito do trabalho, direito empresarial, direito penal ou direito tributário.
Quem não foi aprovado poderá fazer o próximo processo de avaliação. O VI Exame de Ordem está com as inscrições abertas até segunda-feira (16). A inscrição custa R$ 200 e pode ser feita no site da FGV Projetos, organizadora do concurso. A prova da primeira fase será no dia 5 de fevereiro, e a da segunda fase será dia 25 de março.
Outros exames terão seus editais publicados em abril, agosto e novembro.
A Ordem dos Advogados do Brasil divulgou na noite desta quinta-feira (12) a lista dos candidatos aprovados no V Exame de Ordem. A relação contém, além dos nomes de candidatos já indicados na lista preliminar, aqueles que entraram com recursos e foram aprovados. Pouco mais de 26 mil dos 108.335 inscritos foram aprovados, ou seja, o índice de aprovação foi de 24%. No exame anterior, o índice de aprovação foi de 15,02%.
saiba mais
Para o presidente da OAB, Ophir Cavalcanti, o crescimento da aprovação revela o maior compromisso e empenho das universidades e estudantes. No entanto, segundo ele, os altos índices de reprovação ainda devem permanecer. "É difícil mudar, pois este é o resultado de uma política que depreciou a qualidade do ensino jurídico no Brasil. Colhemos os frutos que foram plantados".A metade dos candidatos não passou da primeira fase do exame, composta por questões objetivas de múltipla escolha. Cerca de 50 mil candidatos oram aprovados e fizeram a segunda fase no dia 4 de dezembro.
Na segunda fase, os candidatos precisaram redigir uma peça processual e responder a quatro questões, sob a forma de situações-problema, compreendendo as seguintes áreas de opção do bacharel, indicada no momento da inscrição: direito administrativo, direito civil, direito constitucional, direito do trabalho, direito empresarial, direito penal ou direito tributário.
Quem não foi aprovado poderá fazer o próximo processo de avaliação. O VI Exame de Ordem está com as inscrições abertas até segunda-feira (16). A inscrição custa R$ 200 e pode ser feita no site da FGV Projetos, organizadora do concurso. A prova da primeira fase será no dia 5 de fevereiro, e a da segunda fase será dia 25 de março.
Outros exames terão seus editais publicados em abril, agosto e novembro.
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