segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Resolução Política: Congresso do PPS aprova candidatura própria a presidente em 2014


O lançamento de candidatura própria a presidente da República em 2014 é um dos principais pontos da resolução política aprovada neste sábado pelo XVII Congresso Nacional do PPS, que acontece até domingo em São Paulo. O partido quer levar seu programa à nação, diz o documento. O PPS já participou das eleições presidenciais em 1989, com Roberto Freire (ainda no PCB), e 1998 e 2002, com Ciro Gomes. Em todas essas oportunidades colaborou para o aprofundamento das discussões em torno dos problemas do país. O PPS anunciou ainda que vai lançar candidaturas a prefeito nas principais cidades brasileiras. A legenda já conta com pré-candidatos em 20 capitais. (confira abaixo a íntegra da resolução)

O partido vem se renovando, afirma o texto, através da mais ampla democracia interna, do planejamento estratégico e de novas ferramentas tecnológicas. Está se dedicando a temas relacionados à sustentabilidade e à ética, aos gêneros, à juventude, aos direitos humanos e ao poder local. Por outro lado, assinala o documento, o PPS incorpora novos quadros políticos às suas organizações. Quadros esses que constituem hoje a grande maioria de todas as direções, de suas bancadas parlamentares e de vereadores, prefeitos e secretários de governo.

Partido das reformas

A resolução defende a reforma democrática do Estado como centro de sua estratégia reformista. Esta compreende uma reforma política com a adoção de sistema eleitoral misto, financiamento público de campanha, com contribuições de pessoas físicas; reforma administrativa, que objetive maior eficiência, moralidade, que leve o Estado mais à população, menos às oligarquias.

Outra reforma que o partido considera imprescindível é a tributária, acompanhada de uma renovação negociada do pacto federativo. A previdenciária também faz parte do leque de mudanças que o partido defende. Entre as medidas contidas nessa reforma está a isonomia entre servidores públicos e trabalhadores da iniciativa privada.

Já a reforma trabalhista, conforme defende o partido, consistiria na repactuação dos direitos previstos na legislação e a extensão aos trabalhadores terceirizados.

Além da mudança na política de desenvolvimento regional, com a criação de mais agências de fomento para as regiões, o PPS defende melhorias no SUS (Sistema Único de Saúde). Quer, ainda, a reforma urbana, para que se possa dar aos cidadãos condições de vida mais decentes. A reforma financeira também está elencada no documento. O partido defende que o sistema financeiro seja rigidamente regulado, junto com iniciativas globais; advoga, ainda, o fomento a bancos populares.

Identidade

A sociedade não distingue o PPS como um novo rosto, admite a proposta de resolução. O texto acentua que as atividades do partido estão restritas aos trabalhos parlamentares e de representantes no Poder Executivo. Fora da atividade parlamentar e de governo, salienta o documento, pequena é a ação política cotidiana do partido junto à sociedade. Por isso, o documento defende uma maior participação dos militantes do partido nos movimentos sociais e entidades representativa.

O documento defende ainda mudanças no estatuto com o intuito de ampliar a democratização do partido, por meio da dinamização e regularização da capacidade política e operacional das comissões dirigentes; assegurar práticas de direção coletiva em todas as instâncias; fortalecer os diretórios; divulgar a informação política, organizacional e financeira em tempo real para prestação de contas e a difundir, no meio dos filiados, os instrumentos de formação política.

Sustentabilidade

O partido afirmou seu compromisso com a sustentabilidade. Ponderou, na resoluçao, que os riscos da exploração sem limites dos recursos naturais tornam-se mais claros e mais próximos a cada dia. Para o PPS, uma radical alteração na matriz energética, de transporte, habitacional, da produção agrícola, assim como um novo padrão de consumo na direção de uma economia não dependente de carbono está em curso e deve ser valorizada. Essa mudança, assinala o texto, tem reflexo imediato nas formas de produção, com limitações severas aos agentes produtivos, regulação dos mercados e fiscalização crescente do cidadão. O PPS garante que seu compromisso com um desenvolvimento que dê esteio a esse processo.

A nova economia global o Brasil tem vantagens competitivas extraordinárias, diz a declaração "Os ativos e a biodiversidade, florestas, recursos hídricos e minerais valiosos, dentre outros, permitem ao país uma inserção diferenciada e mais competitiva. Não como exportadores de commodities, e sim um arranjo produtivo com maior valor agregado, num modelo equilibrado que exigirá investimentos exponenciais em educação, pesquisa e tecnologia".

Para o PPS, a idéia de privilegiar a todo custo o crescimento do PIB, não medindo os seus impactos negativos, não faz parte do programa do PPS. O crescimento e a riqueza só fazem sentido se não deixarem atrás de si um passivo de destruição da natureza como, aliás, vem ocorrendo em países como a China. E se também não se sustentar em salários miseráveis pagos a brasileiros ou a trabalhadores estrangeiros que acorrem ao nosso país.

Resolução Política - Carta de São Paulo

Defendemos a Democracia e seu corolário de liberdades individuais e coletivas, com os direitos humanos e a República. Saudamos o avanço da ciência e das novas tecnologias, com a preservação da natureza, com a inclusão social, a participação, a solidariedade e a igualdade de oportunidades, ao lado dos valores da inovação, e a consideração dos problemas da vida real das pessoas.

Acreditamos na Democracia porque reconhecemos nela a via de expansão dos direitos individuais e coletivos, a capacidade das mulheres, esperança da juventude, experiência dos idosos, o trabalho inteligente e criativo de todos.

A Democracia é um regime entre diferentes e ao contrário de suas simplificações geradas por interesses de poder, ela tem que ser urdida a partir de muitas minorias. As eventuais maiorias que se constituem estão sempre se relacionando com múltiplas minorias que as questionam, demandam e contrapropõem.

Defendemos o principio de que a liberdade de cada um será tão mais eficaz quanto mais os direitos de todos sejam garantidos e respeitados. E, no entanto, sabemos que a conquista de novos direitos pode ser efêmera, se não buscarmos uma ética pública compartilhada, permitindo aos brasileiros adquirir um maior sentido de suas ações, atividades e funções.

Acreditamos que podemos ser um partido, ou seja, uma associação de cidadãos com identidade reconhecível, e juntamente com outras forças formar um amplo movimento, duradouro e transformador, com fortes raízes na sociedade, o efetivo local de discussão e participação. Somos uma organização que valoriza a cultura, a história e a memória, afirma e respeita a ética política: os direitos, mas, também, os deveres da cidadania e as responsabilidades morais dos representantes democráticos.

Por isso nosso congresso tem como tema - “Unir a esquerda democrática para mudar o Brasil”, conscientes de que tal processo necessitará incorporar outras forças reformistas e democráticas para alcançar tal fim.

O caráter das sociedades modernas, matizadas pela sociedade capitalista – e o modo de produzir, de consumir, de trabalhar, de comunicar, de conceber e organizar a vida individual e social - está se modificando profundamente. Tais mudanças indicam possibilidades inéditas de um forte movimento civilizatório em defesa de mais cidadania para todos os brasileiros e uma funda preocupação com o meio-ambiente, e a produção de formas limpas de energia.

Os valores consagrados na Constituição de 1988, conhecida como a Constituição Cidadã, estão confirmados pelos movimentos da sociedade em busca de melhores condições de vida. E aqui queremos afirmar um profundo compromisso com a Educação Pública para nossa gente. A educação tem que ser de qualidade, independente das condições sociais de nossas crianças e jovens.

A Constituição republicana nasceu da resistência ao autoritarismo. É o documento básico a partir do qual começamos novos tempos. Não é uma simples coleção de regras.

A Constituição é o mais importante fator de unidade nacional e integração social, assim como, assegura o consentimento das comunidades sobre os princípios de convivência e lhes permite resolver os conflitos de opiniões e interesses. Reconhecemos os valores subjacentes à Constituição, juntamente com aqueles expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos das Nações Unidas, e nos empenharemos em levá-los como princípios válidos para todos.

I – As mudanças do mundo contemporâneo

1.1 A Revolução científico-tecnológica

Há quatro décadas o mundo vive sob o impacto da revolução científico-tecnológica. Depois de um longo período de crescimento econômico, que se seguiu ao fim da segunda grande guerra, sem mudança significativa na base técnica, teve início, a partir da década de 1970, no mundo capitalista, uma espiral de inovações.

Seu eixo principal foi a informática, mas é também preciso considerar outros setores como a biotecnologia, a robótica, a química fina, os novos materiais, a nanotecnologia que graças ao uso dos computadores e suas redes em tempo real puderam avançar enormemente em novas descobertas. Aqui vale apenas um exemplo: jamais a humanidade teria possibilidades de “ler” os códigos genéticos sem uso intensivo das tecnologias computacionais.

Esse conjunto de mudanças, ainda em curso, deu origem, com a circulação da informação em tempo real, ao processo que chamamos de globalização. O alcance e a profundidade dessa revolução não têm paralelos e, na história, o único evento semelhante em alcance e consequências foi a Revolução industrial.

1.2 As mudanças no mundo do trabalho

Mudanças dessa magnitude repercutem com intensidade no mundo do trabalho. A organização da produção foi revolucionada e as primeiras vítimas foram os modelos triunfantes na primeira metade do século XX: fordismo e taylorismo. As novas condições de trabalho embutem novas exigências aos trabalhadores: a eficácia da mão-de-obra depende não só de qualificação cada vez maior, mas de capacidade de iniciativa, decisão e responsabilidade. Mesmo o propalado êxito do toyotismo e de todos os sistemas que desconcentram esses atributos dos níveis de gerência e os distribuem em todos os níveis da organização, estão em crise; o Japão está perplexo, vendo sua tentativa em principalizar equipamentos, perder competitividade.

A reengenharia de novos modos de produção ainda está em formação nas novas empresas de tecnologia que privilegiam a criação de valor em redes distribuídas.

Tais mudanças e impasses esgarçam as relações de trabalho assalariadas tradicionais e mostram afinidade com o trabalho autônomo e familiar; as micro e pequenas empresas; as cooperativas e associações de trabalhadores; a participação dos trabalhadores na gestão e no lucro das empresas. O fim da centralidade da classe operária tradicional como sujeito privilegiado das mudanças é um fato constatado em todo o mundo.

O empreendedorismo passa também a ser uma bandeira possível de se acoplar a este vasto e novo mundo do trabalho, deixando de ser apenas uma bandeira atribuída ao capitalismo.

1.3 Mudanças no mundo da política

Também o mundo da política sofre o impacto da revolução científico-tecnológica. O primeiro fenômeno a manifestar-se foi o declínio da capacidade de intervenção do Estado nacional, com a tendência consequente à constituição de blocos supranacionais e à emergência de um sistema de governança global, capaz de substituir o equilíbrio bipolar característico da guerra fria. Momentos de crise, como o que vivemos, propiciam o enfrentamento entre o avanço das políticas de integração e governança global e os partidários do retorno às autarquias nacionais.

Um segundo fenômeno, que revela o caráter paradoxal dessa situação é a demanda por mais e melhor democracia que se consolida no mundo. Provocando uma nova onda de revoluções democráticas e antiditatoriais em todos os quadrantes do mundo e movimentos pela ampliação da participação política da cidadania. Em todos esses casos, fica evidente a insuficiência do sistema representativo frente ao avanço da luta política. A reforma da representação política é, portanto, uma tarefa urgente na democracia moderna.

Nesse contexto, o Estado por si só não mais consegue cumprir suas competências constitucionais e legais sem a crítica, a colaboração e a postura vigilante de toda a sociedade. A fiscalização das ações públicas, seja do ponto de vista da sua eficiência e qualidade, seja do ponto de vista da ética, seja do ponto da boa aplicação de recursos financeiros jamais se resolve apenas existência das agências e unidades estatais.

Não por outro motivo o PPS apresentou à sociedade e ao Parlamento uma proposta de reforma política que contempla essa maior participação e transparência da atuação política.

Essa tarefa mal começou e sua consecução deve evitar dois extremos igualmente perigosos para a continuidade da democracia: de um lado, a inércia, a ilusão de que a representação pura resolve os problemas contemporâneos; de outro, o erro oposto, a ilusão do fim da representação e sua substituição radical pela participação, nas praças e na rede.

1.4 O liberalismo e o retorno da crise

Três décadas de hegemonia liberal encerraram-se com a crise de 2008. Nos anos 80, e impulsionada pela crise do chamado socialismo real, cunhou-se o termo neoliberalismo. A idéia da globalização excludente se afirmou, parecia que a idéia do nacional, em sua vertente aberta e democrática, estava sepultada. Anos de ouro liderados por figuras internacionais como Thatcher, na Inglaterra, e Reagan, nos Estados Unidos, e que influenciaram governos democráticos em todos os cantos do mundo. Prevalecia a idéia da total desregulamentação que, em pouco tempo, se mostrou inócua.

O liberalismo tropeçou mais uma vez, nos últimos anos, com o advento da crise, forçada muito pelo modelo anterior. E aí buscou outro receituário, como se fazendo uma releitura de Keynes. O sucesso inicial das medidas de intervenção governamental nos Estados Unidos e na Europa criou a impressão de um retorno às políticas anteriores de controle, regulação e sustentação dos mercados por parte do Estado, à moda socialdemocrata. No entanto, o sucesso mostrou-se efêmero, a intervenção do Estado transferiu a crise para seu interior e deu-lhe a característica fiscal que mostra hoje. A direita liberal levanta a bandeira da redução do Estado até o absurdo, como mostra a discussão recente em torno da dívida norte-americana, na qual os republicanos radicais não hesitaram em apostar no caos para forçar concessões do governo democrata.

O liberalismo, por si, também por sua incompetência, não é alternativa ao que o PPS pensa e propõe, embora possa dialogar com ele.

Tal crise sistêmica tem desafiado toda a esquerda mundial a buscar o melhor caminho para superá-la, mas ainda continuamos tateando, dada a profundidade e extensão do problema. De todo modo o essencial é a garantia da continuidade do processo democrático, o aumento da produtividade dos serviços públicos, a implementação de uma nova geração de políticas distributivas e a partilha de responsabilidades do Estado com o mercado e a cidadania organizada.

1.5 A esquerda e a superação de seus modelos tradicionais

Nesse processo de mudanças revolucionárias, mantêm vigência alguns padrões de entendimento e percepção da política originados do mundo da revolução industrial. Um deles é a polaridade entre esquerda e direita. A produção e intensificação de desigualdades é consequência inevitável da operação dos mecanismos do mercado, e, nos últimos quarenta anos a desigualdade, como esperado, aumentou, embora a pobreza e a miséria tenham retrocedido. Por outro lado, nada indica, nos movimentos da política e dos valores, que a demanda do mundo contemporâneo contra as iniquidades irá arrefecer.

Os conservadores ávidos de continuarem gerando riquezas, se embrenham nas novidades e procuram inovar com a nova base técnica. Muitos progressistas e antigos revolucionários ficam desconfiando das mudanças e a velocidade em que vêm ocorrendo. Alguns imaginam que por trás de tudo isto está o Imperialismo com sua sanha dominadora, sendo que a auto denominada esquerda faz parte desta reação.

A nova produção cultural e artística vem criticando fortemente o pensamento iluminista hegemônico em todo o período do chamado Capitalismo Industrial. Tais movimentos repercutem nas redes sociais e nos canais televisivos de diferentes formas. A Política fica sem os seus dispositivos consagrados para emocionar e organizar pessoas. Muitas lideranças abraçam o comportamento pós-moderno e alguns têm sucesso ao se proporem como guias, diante das desigualdades gritantes.

É necessário um olhar atento e crítico para o comportamento das redes distribuídas. Não se deve pensar que podem ser a nova forma para se fazer Política. Elas podem, graças a necessária colaboração, ser a própria mudança.

1.6 O comunismo

O fim do socialismo real, principalmente o que gravitava em torno do ideal bolchevique e da URSS, teve como causa imediata dois fenômenos: a ausência de efetiva democratização da sociedade socialista, de um lado; e, de outro, os efeitos da revolução científica e tecnológica no mundo capitalista, que a economia planificada não pode acompanhar. Os saltos na produtividade, a melhoria nas condições de vida dos trabalhadores desses países e a difusão da informação sobre esses fatos, retiraram legitimidade ao socialismo real, tornaram impraticável a continuidade daquelas economias centralmente planejadas e insustentáveis os seus regimes de partido único. Em que pese o conjunto de conquistas que a Revolução de outubro propiciou de imediato, ficou claro o fracasso histórico do modelo bolchevique, inspirado na revolução de 1917, teorizado por Lênin e reproduzido pelos partidos comunistas. Insurreição, assalto ao poder, estatização dos meios de produção, regime de partido único.

Para avançar nos seus objetivos, a esquerda precisa de um conceito exigente de socialismo, que contemple a dimensão da democracia e da sustentabilidade das conquistas alcançadas, e supere o economicismo que baseava o assalto ao poder, e considere o fenômeno cultural, como chave para a criação de novos consensos de organização social.

Consideradas essas dimensões, ficou demonstrado que em nenhuma das tentativas realizadas a aplicação da fórmula bolchevique levou ao socialismo. O que a experiência histórica demonstrou é que as insurreições são capazes de provocar rupturas e derrubar governos, mas não de mudar de forma perene as relações entre os homens. São importantes como detonadores de processos de mudança social. Mas a garantia de efetiva transformação da sociedade dá-se pela política, em condições de operação democrática, por meio de um processo contínuo de reformas.

Fica ainda como um paradigma pendente no mundo a experiência da China que, fundamentada em um partido único e lastreada em um estado forte e centralizado, e com pouca liberdade política, busca desenvolver um projeto que se abre a conquistas econômicas capitalistas. Para o PPS, entretanto, sem ampla democracia nenhum país poderá ser referência para o mundo que pretendemos novo.

1.7 A crise de social-democracia

Antes do colapso do socialismo real, no período imediatamente posterior à segunda guerra os governos social-democratas foram responsáveis pelo Estado de bem estar social e por inúmeras conquistas dos trabalhadores, estabelecendo sociedades afluentes de caráter democrático. Para tanto se constituíram Estados com grande capacidade de intervenção e regulação da economia.

Um Estado produtor de insumos básicos, engenheiro da prevenção de crises. O Estado por excelência da democracia representativa. A crise desse modelo não decorreu de capitulação política, mas de manutenção desse modelo nas condições de globalização e revolução tecnológica. Nesse mundo, a possibilidade do pleno emprego desapareceu, a margem de variação das políticas econômicas dos estados nacionais encolheu, o Estado de bem-estar social tornou-se mais caro e menos eficiente e um número cada vez maior de problemas passou a depender de soluções negociadas no âmbito supranacional.

Nessas novas condições, não cabe mais a aplicação da velha receita Keinesiana da socialdemocracia.

II A Democracia no Brasil e uma Nova Agenda

2.1 A Constituição de 1988

A Carta de 1988, que corou como correta a política de frente ampla do então PCB e evidenciou erros gravíssimos de setores de esquerda que insistiam em se ausentar do processo de luta legal, ao inaugurar o Estado democrático de direito, põe fim ao processo de transição da ditadura militar para a democracia. Sua vigência inaugura o período de mais ampla democracia da história brasileira, em termos de garantia de direitos individuais, liberdades políticas, extensão do direito de voto, mecanismos de participação popular e direitos sociais diversos. Todo o desenvolvimento posterior da política social brasileira está previsto na Carta e nela amparado.

A Constituição é patrimônio de todos os brasileiros e o PPS afirma seu alinhamento incondicional ao texto constitucional, principalmente no que se refere aos mecanismos e limites da mudança desse texto. Mudar a Constituição somente de acordo com as regras de mudança nela previstas, respeitadas suas cláusulas pétreas.

2.2 O governo Itamar e a derrota da inflação

Itamar Franco assume o governo logo após o impedimento de Collor, num momento extremamente delicado para a democracia brasileira em processo de consolidação. Portador da cultura política frentista do MDB e dos comunistas do PCB, percebeu a necessidade de um governo de ampla frente democrática para recuperar as instituições e derrotar a inflação.

Beneficiado pelas experiências dos planos anteriores, o Plano Real tem êxito nessa tarefa e a estabilidade econômica produzida constituiu uma das maiores revoluções sociais da história brasileira. Todos os avanços posteriores nesse campo têm seu fundamento na estabilidade da moeda. Importa lembrar a participação entusiasta do PCB na articulação dessa frente, inclusive por meio da atuação de Roberto Freire como líder do Governo na Câmara dos Deputados.

2.3 O governo FHC

Expressão de uma coligação programática que reuniu os liberais e uma social-democracia em processo de renovação, com o apoio indefectível dos partidos sempre governistas, o governo FHC, se apresenta com uma faceta dúplice. De um lado, prosseguiu no caminho do saneamento das finanças públicas e consolidou a estabilidade econômica, impulsionou os programas de transferência de renda, aprofundou as políticas públicas de combate à desigualdade racial e de gênero e caminhou no processo de reforma democrática do Estado. O PPS, embora na oposição, não vacilou, durante os governos FHC, em apoiar medidas que tinham um sentido racionalizador da economia, da máquina pública e de reordenamento do gasto social, tais como o a lei de Responsabilidade Fiscal, o Fundef e a criação das agências reguladoras. De outro lado, não há como negar que esse processo de reforma, acossado por uma base conservadora e uma oposição sectária, caminhou muito aquém do necessário, cedendo às vezes à pressão da onda globalizante conservadora que se instalara no mundo.

2.4 O Petismo e a Questão Democrática

Por que saímos do Governo petista em 2004, antes ainda dos escândalos de corrupção estourar no país?

Em nosso relacionamento com o PT, ficou claro que este tinha poucos cuidados constitucionais com a coisa pública e que o Estado podia ser usado para consolidar o Poder petista. O uso do aparelho estatal era o grande instrumento de Poder e sua consolidação, como tinha sido com o sistema sindical em todos os sindicatos em que havia recolhimento de contribuição direto na folha dos empregados. Usaram os recursos do sindicalismo para alavancar o Partido e no Governo repetiam a mesma concepção.

Ao produzirem um esgarçamento do comportamento republicano colocam a questão democrática em risco, pelo congelamento da Política.

Lula foi eleito a partir do abandono do programa econômico de seu partido e da adesão irrefletida à política econômica do governo anterior.

Durante seus dois mandatos o aumento das exportações, no rastro da demanda crescente da China, puxou o crescimento e contribuiu para manter uma ordem relativa nas contas públicas. A partir desse resultado foi possível financiar a expansão dos programas de transferência de renda e a continuidade da política de aumento real do salário mínimo herdado do governo FHC, fundamento do apoio das camadas mais pobres da população ao governo petista.

O Estado garante a sobrevivência, o trabalho é um problema do Mercado – eis aqui o viés paternalista da governança petista.

No que respeita à política observou-se no governo Lula a exacerbação dos aspectos mais autoritários e não republicanos presentes no sistema político brasileiro. Acentuou-se a prevalência do Estado sobre a sociedade, da União sobre Estados e Municípios, assim como a do Poder Executivo sobre o Poder Legislativo. Nas relações entre os Poderes, o Legislativo foi praticamente reduzido à inoperância. Na era Lula completou-se o processo de transformação do chamado “presidencialismo de coalizão”, que submete o parlamento aos ditames do executivo para lhe garantir governabilidade, para o “presidencialismo de cooptação”. Após o fracasso, no primeiro mandato de Lula, dos processos de cooptação conhecidos como o Mensalão, acentuou-se no segundo mandato a partilha de pedaços do Estado entre os partidos da base de apoio ao governo, partilha que atingiu inclusive as agências reguladoras criadas no governo anterior. A falta de compromissos republicanos é tão flagrante que até junto ao Poder Judiciário já se pode notar o mesmo procedimento por parte do poder petista.

Com Lula, em especial, estabeleceu-se uma espécie de “estadolatria” na qual a política é capturada quase que integralmente pelo Estado, convertendo os partidos políticos, assim como parte dos movimentos sociais, em agentes parcial ou completamente aprisionados, com parca ou nenhuma representação na sociedade civil. Essa regressão, que já foi chamada de “Estado Novo do PT”, retoma o viés autoritário da tradição republicana brasileira: buscar a modernização pela via do capitalismo politicamente orientado que, de cima para baixo, faz mais uma vez o Brasil procurar uma modernização que prescinde da participação popular.

2.5 O governo Dilma Rousseff

A eleição de Dilma Rousseff representou a vitória do continuísmo petista, o que está no eixo das contradições e crises políticas que o novo governo tem enfrentado. Sem o carisma de Lula, apesar de manter níveis elevados de popularidade, a presidente da República até agora não conseguiu estabilizar as relações políticas com os aliados, embora disponha de uma correlação de forças muito favorável no Congresso. Na situação da economia há sinais perturbadores de que a crise mundial pode se agravar e ter consequências graves para o Brasil. Por outro lado, a sucessão de escândalos e o afastamento dos responsáveis por irregularidades no governo, problematizam as relações políticas entre os aliados e coloca em desequilíbrio o poder republicano, aprofundando a crise de legitimidade do poder Legislativo.

A presidente Dilma Rousseff tem uma agenda envelhecida pela vida. De um lado, promessas de campanha que não tem condições de realizar nos prazos e da forma que foram anunciados; de outro, problemas varridos para debaixo do tapete durante a campanha eleitoral e que agora emergem com vigor. Essa situação faz com que a coalizão de governo em muitos momentos acabe imobilizada, pois não há unidade programática em relação ao futuro. Tudo se remete aos acordos feitos no governo anterior. Este é um momento favorável às iniciativas da oposição.
O PPS deve avançar na divulgação e discussão de sua agenda política alternativa.


2.6 Em Busca de um Novo Modelo Econômico

O atual estilo de desenvolvimento brasileiro tem como principal alavanca a oferta de commodities para o resto do mundo, a expansão do crédito para além do crescimento real da massa salarial e o gasto público, na economia interna.

O projeto nacional-desenvolvimentista do governo petista tem um viés fortemente estatizante. Nesse projeto a sociedade e a economia são fortemente controladas pelo Estado. É uma espécie de projeto socialista sem a propriedade estatal da produção. Na realidade é um formato típico do Capitalismo de Estado unindo agentes políticos, agentes públicos, empresários ligados aos setores oligopolistas e corporações sindicais. Tudo isso se irradia para o resto da sociedade por meio da rede patrimonialista que chega à base, lá nos municípios.

É essa massa crítica que vive em simbiose com o Estado e é inviável numa República Democrática com um projeto de desenvolvimento centrado na questão da sustentabilidade e do conhecimento.

Por isso o ambiente institucional é o que é e não pode ser diferente. Esses grupos da Elite vão lutar com tudo que tiverem em mãos para manter seus privilégios. O problema é que o arco de interesses acomodados nessa Coalizão é tão vasto, que torna o papel da oposição muito difícil e penoso.

Os baixos níveis de crescimento da economia brasileira, comparativamente aos outros emergentes não são fortuitos. Precisamos oferecer à sociedade brasileira uma proposta de desenvolvimento alternativa focada na produção de tecnologia, que só será possível ao privilegiar a produção do conhecimento e uma real política de inovações e que também nos insira numa outra relação com o resto do mundo.

Os chamados ativos intangíveis são as grandes chaminés da nova economia. Capacitação da mão de obra e patentes são os pressupostos de um processo de desenvolvimento sustentável.

Aqui temos um gargalo institucional, principalmente nos processos de estímulo à produção de inovações a partir da academia. Tecnicamente o que o pesquisador produz é propriedade da instituição universitária, criando um mecanismo de desestímulo na realidade disfarçado de “bem comum”. A inovação nas empresas se acumula como patente e deveríamos ter políticas “sistêmicas” de produção de patentes. Da creche até a academia e passando pelos laboratórios das empresas etc. Quando economicamente se fala de “sociedade do conhecimento” o lado real concreto disso é a produção de inovações transformáveis em patentes.

O país necessita de uma nova política de apoio e estímulo à Economia do Conhecimento. Esta atividade ainda é marginal na Estrutura do BNDES e demais órgãos de fomento. Os projetos para educação on line também devem ser objeto de estímulo. O Banco ainda poderia desenvolver um programa de apoio às empresas incubadoras que funcionam nas Universidades do país. Muitas destas iniciativas estão desaparecendo por falta de recursos.

III – A identidade do PPS

3.1 O PPS é um partido do campo da esquerda

Isso significa, ontem como hoje, a maximização da equidade por meio da ação política. Equidade é uma questão pública, produzida por políticas de Estado e não algo a ser simplesmente constatado como produto de decisões individuais. Essa não é uma questão apenas valorativa, mas prática. Equidade é condição de participação e partilha de responsabilidade, é condição de eficiência, na produção e na política, e fundamento da socialização da riqueza socialmente produzida.

3.2 O PPS é um partido democrático

A opção democrática do PPS tem como centro a Política e defesa da institucionalidade do estado democrático de direito, tal como expresso na Carta de 1988. Mas não se limita e ela. Incorpora, além disso, uma postura proativa, derivada da tensão que a abertura do leque de participação impõe à antiga regra de representação. O reconhecimento dessa tensão abre o partido para as propostas de aperfeiçoamento da representação e de sua articulação cada vez maior com formas de participação direta do cidadão.

3.3 O PPS como partido reformista

As fragilidades políticas e limites do revolucionarismo e a opção decidida pela promoção das mudanças no interior da institucionalidade democrática levam, necessariamente, ao reformismo como estratégia. Nessa opção não estão em jogo o alcance e a profundidade das mudanças propostas, mas seu método de operação. Na vigência do Estado democrático de direito, as mudanças são feitas nos marcos da legalidade, ou seja, fruto de um processo contínuo de persuasão, mobilização popular, acumulação de forças, construção de acordos e consensos.

Na estratégia reformista o Estado ocupa uma posição relevante como agente das reformas, mas, para ganhar eficácia nesse papel, deve abrir-se às demandas da cidadania organizada e tornar-se também objeto das reformas. A reforma democrática é o instrumento de adaptação do Estado à situação nova que se instaura no mundo.

Este compromisso exige do PPS atuação firme na Política e necessidade estratégica de apresentarmos nosso programa à Nação. Assim colocamos para Brasil neste Congresso o lançamento de candidatura própria à Presidência da República em 2014.

3.4 O PPS defende a nova economia

Afirma seu compromisso com a sustentabilidade. Os riscos da exploração sem limites dos recursos naturais tornam-se mais claros e mais próximos a cada dia. Uma radical alteração na matriz energética, de transporte, habitacional, da produção agrícola, assim como um novo padrão de consumo na direção de uma economia não dependente de carbono está em curso e deve ser valorizada. Essa mudança tem reflexo imediato nas formas de produção, com limitações severas aos agentes produtivos, regulação dos mercados e fiscalização crescente do cidadão. O PPS afirma seu compromisso com um desenvolvimento que dê esteio a esse processo.

Na nova economia global o Brasil tem vantagens competitivas extraordinárias. Os ativos e a biodiversidade, florestas, recursos hídricos e minerais valiosos, dentre outros, permitem ao país uma inserção diferenciada e mais competitiva. Não como exportadores de commodities, e sim um arranjo produtivo com maior valor agregado, num modelo equilibrado que exigirá investimentos exponenciais em educação, pesquisa e tecnologia.

A idéia de privilegiar a todo custo o crescimento do PIB, não medindo os seus impactos negativos, não faz parte do programa do PPS. O crescimento e a riqueza só fazem sentido se não deixarem atrás de si um passivo de destruição da natureza como, aliás, vem ocorrendo em países como a China. E se também não se sustentar em salários miseráveis pagos a brasileiros ou a trabalhadores estrangeiros que acorrem ao nosso país.

3.5 O PPS e os novos atores sociais

As novas tecnologias da informação e da comunicação e as redes sociais que se desdobram possibilitado o trabalho colaborativo, com formas novas de geração de valor possibilitam novos atores sociais no mundo do trabalho e da cultura.

São os novos profissionais liberais, autônomos, pequenos empresários, associações entre produtores, que emergem na área do conhecimento, no mundo da cultura, do lazer e da sociabilidade.

As redes são criadas para defender seus interesses e posições em mudança permanente na internet. Lá percebem que a colaboração é a natureza dessas redes e identificam traços comuns a todos eles.

Percebem a necessidade de mudanças na legislação tanto de natureza trabalhista como na organização empresarial.

Reivindicam demandas por mais iniciativa, participação, decisão e responsabilidades que a difusão da informação propiciou. No entanto, a relação com esses setores não obedece ao padrão anterior da esquerda comunista: o partido como delegado exclusivo de uma classe. Hoje o PPS se propõe a ser um dos interlocutores, a partir da esquerda, desses atores, colaborando para evitar opções conservadoras, diante de muitos e diversos comportamentos pós-modernos já em manifestação nas próprias redes sociais.

3.6 O socialismo como questão aberta

No mundo contemporâneo o socialismo como modo de regulação de sociedades de economia de mercado, como regra de distribuição do trabalho e seus produtos é uma questão em aberto.

De qualquer forma, é necessário aprofundarmos esse debate sobre o conteúdo do conceito, que qualifica o partido até no seu nome.

IV – Renovar o partido

4.1 Contribuição inestimável

Inequívoca foi a contribuição do PCB à reconquista da democracia, em nosso país, e a democratização da sua vida social. Com sua política voltada, desde o primeiro momento da ditadura, para a construção de uma frente democrática com forças e políticos liberais e até conservadores, bem como para a difícil reconstrução da vida sindical e do associativismo popular nas instituições existentes, o PCB desempenhou um importante papel na derrota da ditadura e na implantação do regime democrático consagrado pela Carta de 1988. Entretanto, fortemente atingido por novos conflitos internos, por suas dificuldades em se auto-reformar e sob a perda de suas referências internacionais, sobretudo decorrentes da derrota do “socialismo real”, o PCB compreendeu que precisava modificar-se profundamente. Sua transformação em PPS, acontecida em 1992, representou, com todos os seus limites, uma tentativa de recomeço em condições radicalmente distintas. Partia do pressuposto de que havia um campo inteiramente aberto para a existência de uma esquerda democrática em nosso país, capaz de desenvolver uma política de alianças reformistas e políticas construtivas mesmo a partir do campo oposicionista.

Se o PCB foi audacioso em vários momentos da sua história, este também é compromisso do PPS. Ele quer se transformar em partido cada vez mais referencial do país, mas sempre estará aberto a dar saltos organizativos, isoladamente ou com outras forças, em direção ao futuro.

4.2 A transição PCB-PPS

Por todos esses anos, o PPS tem procurado construir uma nova identidade, ancorada na sua luta por reformas estruturais, nos quadros do regime, e direcionadas à integração social, ao desenvolvimento da democracia e da República, inclusive nos processos eleitorais, ao mesmo tempo em que procurou renovar-se, através da mais ampla e pluralista democracia interna, do planejamento estratégico e de novas ferramentas tecnológicas, incorporando novos temas relacionados à sustentabilidade, à ética, aos gêneros e à juventude, aos direitos humanos e ao poder local, de um lado, e incorporando novos quadros políticos às suas organizações, quadros que constituem hoje a grande maioria de todas as direções, de nossas bancadas parlamentares e de vereadores, prefeitos e secretários de governo. Mas não conseguimos realizar inteiramente nossa auto-reforma e generalizar internamente a transformação de paradigma que reivindicamos.

A sociedade não nos distingue como um novo rosto. Nossa atividade política ainda cinge-se apenas à atividade parlamentar de nossas bancadas e de governo de nossos representantes no poder executivo. Mesmo assim essa atividade não é conectada e unificada; vagos são muitas vezes seus nexos internos apesar de contarmos com as mais modernas ferramentas de relacionamento. Fora da atividade parlamentar e de governo, pequena é a ação política cotidiana do partido junto à sociedade.

Esta não o distingue e o diferencia com nitidez do universo fragmentado dos demais partidos.

4.3 O partido da Constituição de 1988

O PPS precisa enraizar decididamente sua fisionomia, seu modo de ser e seu estatuto de valores na Carta de 1988. Por conseguinte, precisa reafirmar o Estado Democrático de Direito por ela consagrado como o eixo fundamental da sua operação prática e da sua presença na cultura política mais geral. Reafirmando-se, definitiva e decisivamente no seu Congresso, como o partido da Carta de 1988, o PPS convida todos os demais atores e sujeitos da República a se reunirem, sem ambiguidade de qualquer natureza, em torno dos princípios e valores nela definidos: só assim os adversários políticos se legitimam mutuamente e, da livre dialética democrática, podem se desimpedir os caminhos da organização autônoma da sociedade, da participação de todos os setores, especialmente os subalternos, na coisa pública e da mudança social para níveis mais altos de civilização.

4.4 Um partido sempre aberto ao novo

Em seu XVII Congresso, o PPS afirma a idéia fundamental de que a democracia política é a forma do Estado moderno, como sustenta Giuseppe Vacca. Neste mesmo sentido, nas palavras daquele autor, “os programas e a ação dos partidos democráticos não podem exorbitar os limites da função de governo. Podem, certamente, alcançar a esfera do Estado e também se propor mudar o ordenamento constitucional, mas não sua forma democrática”.

Precisamos romper definitivamente com a velha ideia do partido classista em cujo horizonte está a ideia de “se tornar Estado” ou de elaborar formas mais ou menos totais da sua ocupação e instrumentalização, bem como da classe operária, ou qualquer outra classe ou grupo particular, como classe “geral” ou “universal”. Estaremos abertos, assim, para a incorporação de novos temas e sujeitos, inclusive os nascidos fora da tradição comunista, como, por exemplo, a crescentemente necessária reconversão ecológica da economia e da sociedade ou as imensas modificações suscitadas pelo protagonismo das mulheres, num movimento de amplo alcance que, no entanto, não nos levaria nunca a perder a noção da nossa parcialidade.

De resto, uma parcialidade própria de todos os atores que aceitam os limites e os condicionamentos do Estado democrático de direito, corporificado na Carta de 1988, o que seria o sinal de que se pode ir seguramente além do status quo econômico e social, sem os riscos de messianismos ou involuções autoritárias, inclusive “de esquerda”.

V – Prosseguir na democratização e ampliação do partido

5.1 A democratização e ampliação do partido

Quanto às questões que envolvem a dinamização do Partido, precisamos implementar medidas que incidam sobre o estatuto e as práticas do partido, quais sejam:

1. A dinamização e regularização da capacidade política e operacional das Comissões dirigentes para reforçar a capacidade decisória das nossas direções.
2. Assegurar-se as práticas de direção coletiva em todas as instâncias.
3. O fortalecimento dos Diretórios, em todos os níveis, e de sua autonomia, inclusive com o uso de reuniões por meio eletrônico.
4. A divulgação da informação, política, organizacional e financeira, em tempo real, de modo a possibilitar a prestação de contas periódica perante os órgãos dirigentes do partido, inclusive mediante a transmissão das reuniões na rede.
5. A implantação de um sistema de consultas aos dirigentes e filiados sobre os temas objeto da pauta do partido.
6. A difusão no meio dos filiados dos instrumentos de formação política a respeito da organização do partido e do trabalho de direção, sobretudo com uma maior presença da FAP nesse processo.
7. A formulação visando programar políticas de renovação das direções em todos os níveis.
8. Nossa tarefa imediata depois da campanha de filiação, em torno do tema: “Faça mais por sua cidade” é construirmos uma estrutura orgânica capaz de fazer frente às eleições de 2012.
9. Nesse sentido a articulação de chapas no maior número de cidades, é o trabalho de todas as Direções Estaduais, abrindo o Partido às lideranças locais, sobretudo ampliando o número de jovens e de mulheres, capilarizando-o nas entranhas da vida social a partir das cidades.
10. É o fenômeno urbano e a premente necessidade de amplas reformas nesse meio que nos dará interlocução com os segmentos populares e com as camadas médias, tornando o Partido um espaço de articulação, mobilização, organização e representação dessas demandas.
11. O poder local que queremos construir se configurará em um poder diferenciado se formos capazes de promover o desenvolvimento para o município, seja atuando na gestão, seja por meio do movimento social. Assim, o desenvolvimento municipal é a premissa básica de um efetivo Poder Local.
Sem esquecer que tal desenvolvimento, para nós, tem como premissa ser ambientalmente sustentável e socialmente justo.

5.2 A Rede 23

Na democracia contemporânea os partidos não se bastam. Dependem, para fazer política, do estabelecimento e manutenção de redes de relações com movimentos, instituições, grupos na internet e até com personalidades influentes nos temas que trabalham. O partido não mais pode manter a posição de vanguarda da época da circulação restrita de informação e deve assumir a postura de interlocutor dos movimentos, co-formulador de suas reivindicações, à luz de suas diretrizes mais gerais, e seu tradutor na linguagem das leis e das políticas públicas.

Para tanto, o PPS lança a Rede 23, um movimento de discussão e mobilização em torno de objetivos comuns, que abrange outras siglas partidárias, entidades, organizações, sindicatos, associações e grupos organizados na internet.

5.3 Candidatos em rede

O PPS abrirá vagas para “Wiki candidaturas” em todas as cidades do país com mais de cem mil habitantes. Existem cerca de 300 cidades com tais populações em todo o país. O número exigirá um grande esforço por parte do Partido para empreender este projeto.

No Brasil não existe a possibilidade de candidaturas avulsas. Os interessados terão que ser filiados ao PPS.

O Wiki mandato será totalmente administrado pela Internet, desde a candidatura até o funcionamento do mandato em si. Cada candidato assumirá legalmente, (assinando um contrato registrado e devidamente publicado), o compromisso de ser um representante numa rede wiki e que esta vai participar de sua campanha e do mandato.

5.4 Usar Sempre a Telinha

É inimaginável que uma pessoa filiada a qualquer Partido Político não seja usuária da Internet e de muitos dispositivos de comunicação que ela possibilita. Não se trata aqui do uso pessoal que todos fazemos da Internet hoje em dia: uso do correio eletrônico, buscas no Google, leitura de revistas e jornais, local de arquivos de nossos trabalhos e documentos os mais variados. A Internet é uma grande interface e hoje podemos publicar qualquer coisa sobre qualquer assunto. Andando na rua, podemos deparar com um buraco que acarrete riscos, pronto: Twitter nele! Pode ser a bela paisagem do amanhecer, Post nas redes. Hoje a Internet está na maioria de nossos bolsos através do celular com conexão. Vídeo instantâneo de uma arbitrariedade, denúncia de uma loja que não cumpra os preços devidos e de dentro da loja. Truculência de policiais, etc. Tudo pode e deve ir para a Telinha. Sendo que os militantes do PPS precisam ter isto automatizado. Vídeos curtos, com no máximo três minutos sobre tudo que esteja acontecendo em nossas cidades, ou no país. Basta ligar a webcam e sair falando pausada e suavemente sobre qualquer assunto. Não se pode esquecer de que apesar de sermos bilhões conectados, quando falamos na Internet o estamos fazendo para cada um, portanto nada de gritos e grandes eloquências. Na telinha sempre somos coloquiais e suaves. Boa agitação em tempos de novas tecnologias.

VI – Uma agenda programática para o PPS

A reforma democrática do Estado é o centro da estratégia reformista do PPS. O Projeto de Reformas encaminhado ao Congresso pelo PPS tem como objetivo central quebrar a lógica perversa da privatização de interesses no aparelho estatal. A representação do país no Poder Legislativo deve ser de melhor qualidade e espelhar o conjunto das expectativas dos eleitores brasileiros.

O processo de desenvolvimento do país tem que estar estrategicamente vinculado à sustentabilidade. Isto quer dizer que o Brasil tem que assumir a preservação de nossas riquezas e cuidar do meio ambiente de tal forma, que as futuras gerações continuem dispondo de ambientes e condições propícias ao seu desenvolvimento civilizatório.

Tal empreitada coloca a nação diante do desafio da mudança da matriz energética sem quebra da qualidade de vida de nossas gentes. Tal esforço exige uma intensa capacitação para realizar esses novos empreendimentos. A ordem de grandeza de tal mudança é de muitos bilhões de Reais, talvez atingindo a cifra de trilhões. Além dos recursos será preciso mudar profundamente o sistema educacional brasileiro, para que as novas tecnologias estejam integradas ao processo econômico em seu dia a dia.

A cooperação internacional será decisiva. Serão necessárias muitas parcerias para se mudar os modelos de fornecimento de energia do Oiapoc ao Chuí, criar um sistema de transportes livre dos combustíveis derivados do petróleo e quebrar o modelo exportador de produtos primários. O agro negócio terá que ser revolucionado em direção a busca da qualidade sem uso perverso da extensão de nosso território porque tem sido mais barato produzir assim há séculos. O PPS propõe a mudança das matrizes energética, dos transportes e a agro-pecuária para mudar o país.

O Brasil deve usar sua biodiversidade a favor de uma economia de alimentos e de pesquisas biológicas de fármacos, bem como as alternativas de bicombustíveis, que podem modificar todo o atual processo predatório da Economia fundamentada no velho Capitalismo Industrial. Temos Geografia e Demografia para realizarmos um projeto com tais características, transformado as nossas atividades sociais e econômicas numa verdadeira comunidade da sociedade do conhecimento e do bem viver de nossas gentes.

A reforma democrática do Estado é o centro da estratégia reformista do PPS. Reúne um conjunto de reformas parciais, a saber:

a) Reforma política, com início na adoção do sistema eleitoral misto, financiamento público de campanha combinado com contribuições de pessoas físicas e a adoção do parlamentarismo como horizonte;
b) Reforma administrativa, sob as diretrizes da maior eficiência, da moralidade, da separação entre cargos burocráticos e interesses eleitorais, do redirecionamento do Estado para o atendimento das necessidades da população: menos Estado para as oligarquias, mais Estado para a população;
c) Reforma tributária, no contexto de uma renovação negociada do pacto federativo, a partir das seguintes diretrizes: transparência, simplificação, desconcentração de tributos da União para Estados e Municípios, desoneração de alimentos básicos e remédios de uso prolongado, redução dos impostos indiretos e aumento da taxação sobre a propriedade e os rendimentos mais elevados;
d) Reforma previdenciária, a partir das diretrizes de isonomia entre servidores públicos e trabalhadores da iniciativa privada, da garantia universal de um mínimo pelo Estado e da regulamentação de fundos privados complementares;
e) Reforma trabalhista, com a repactuação dos direitos previstos na legislação e sua extensão aos trabalhadores terceirizados;
f) Reforma na política de desenvolvimento regional, com a criação de novas agências de fomento regional, com capacidade de captação de recursos voltados para a implantação de projetos de desenvolvimento marcados pela sustentabilidade e pela responsabilidade social;
g) Reforma do Sistema Único de Saúde, de maneira a cumprir integralmente suas diretrizes básicas, de universalidade, integralidade, equidade e regionalização, a regulamentar em definitivo o seu financiamento e a definir as responsabilidades de cada ente da Federação;
h) Reforma Urbana, para melhorar as condições de vidas da grande maioria da população brasileira que hoje vive nas cidades e tornar o uso do espaço
urbano mais democrático e sustentável.
i) Reforma Financeira – O sistema financeiro sempre está no centro das crises que assolam o mundo e o Brasil. Deve ser rigidamente regulado, em conjunto a iniciativas multilaterais, globais. Além do mais, há que se fomentar os bancos populares, os bancos regionais, a par de não incentivar a especulação e os crimes contra a economia do país.

VII - O PPS e as Eleições Municipais de 2012

Não é tradição do PPS discutir a educação em nosso país. Citamos como importante, mas em geral não apresentamos alternativas para a Educação Pública em nossos encontros e Congressos.

A luta pela ampliação da Democracia e diminuição das desigualdades em nossas cidades será imensamente eficaz se nos definirmos por um grande projeto educacional de nossas gentes. Nenhum outro fator social é tão forte num projeto de desenvolvimento. Todas as grandes dificuldades que o país enfrenta na busca de projetos sustentáveis de desenvolvimento, serão melhor resolvidos com o nosso povo tendo educação compatível com as exigências contemporâneas.

O PPS vai acabar com o mito da política brasileira que educação não dá voto. Vamos ao pleito de 2012 empenhados em melhorar e mudar a educação dos brasileiros nas nossas cidades.
Tivemos um fraco desempenho eleitoral nas eleições de 2008. Elegemos 130 Prefeitos, 238 Vice-Prefeitos e 2152 vereadores. Temos pouco a perder e tudo para ganharmos abraçando com convicção o tema educacional em nosso país.

Queremos que a gerações de estudantes na pré-escola e no ensino fundamental escapem para o futuro, munidos de conhecimento e visão crítica de suas próprias vidas. Apresentaremos um Programa mínimo de investimento na Educação Pública em todas as cidades brasileiras:

- Investimentos anuais de 30% do orçamento de cada município em Educação, com regime de tempo integral em todas as escolas dos Municípios administrados pelo PPS.
- A Fundação Astrojildo Pereira chamará pra si a discussão da Educação Pública em nosso país, promovendo seminários pelas redes sociais, convidando personalidades do mundo educacional, levantando dados e comparando os nossos problemas com dos outros países, para que possamos nos apropriar do tema da Revolução na Educação Pública e assim melhorarmos a cultura e a participação democrática de nossa gente.

São Paulo, 10 de dezembro de 2011.

Cesar Filho participa de reunião com fumicultores de Irati e região


O deputado estadual Cesar Silvestri Filho participou nesta sexta-feira (09) de uma reunião com fumicultores de Irati e região para apresentar o termo de acordo em regime especial, celebrado entre Receita Estadual, fumicultores e empresas fumígeras, que determina às empresas a responsabilidade do recolhimento do ICMS, incidente nas saídas de fumo em folha de produção paranaense, promovidas pelos produtores rurais.

No início do mês de novembro, o governo do Estado através da Secretaria da Fazenda, passou a notificar os produtores sobre a responsabilidade de pagamento do ICMS. Ao todo foram notificados 35 produtores. O cálculo foi realizado sob o valor da nota fiscal do produtor para a empresa. Mesaque Veres, presidente do Sindicado Rural de Irati, contou que muitos fumicultores o procuraram para saber o porquê do recebimento das notificações. Um produtor do município de Fernandes Pinheiro, que vendeu para a empresa sua produção pelo valor de R$ 35.596,60, foi notificado de seu saldo no valor de R$ 4.271,59, corresponde ao 12% da taxa cobrada de ICMS.

No momento em que as notificações começaram chegar ao Sindicado Rural de Irati, o presidente Mesaque Veres procurou o deputado Cesar Filho para pedir um apoio. “Sabemos que isso gera um sentimento de insegurança jurídica ao produtor, por isso nossa primeira providência foi buscar uma imediata solução”, explicou Cesar Filho.

Com apoio do deputado federal Eduardo Sciarra e do secretário estadual da Fazenda, Luiz Carlos Hauly, foi elaborado o termo de acordo em regime especial durante uma audiência pública. “Tivemos um avanço por parte do governo do Estado em buscar o regime especial e a substituição tributária, passando essa atribuição às empresas e simplificando a relação do produtor com o recolhimento destes tributos”, comentou o deputado estadual.

Agora, as empresas têm até o dia 20 de dezembro para assinarem o termo de acordo que beneficia os produtores de fumo de Irati e região. O deputado Cesar Silvestri Filho ainda lembrou aos empresários que em diversos momentos a cadeia produtiva do fumo recebeu apoio dos parlamentares em razão dos produtores. “Sabemos que a cadeia do fumo é uma questão delicada, mas agora é a hora em que esses produtores precisam contar com o apoio e compreensão de vocês”.
Sobre o recolhimento do ICMS

O auditor da Receita Estadual de Irati, Robinson Franco de Oliveira, explicou que como não estava havendo o recebimento do imposto, se buscou esses pagamentos junto ao sujeito passivo legal, que no caso, é o produtor. O motivo é porque, basicamente, todos os produtos primários que saem do Estado em situação natural, são obrigados a pagar o ICMS. Além de Oliveira, o auditor fiscal Genilton Duffecke Tibes, também acredita que as empresas não haviam alertado o produtor de que se não pagassem o ICMS, a dívida poderia ser sua: “Nas notificações que entregamos, percebemos que havia total desconhecimento do pagamento de tributo a cargo do produtor, e não das empresas”, disse.

Assessoria de Imprensa Cesar Silvestri Filho

Cesar Filho acompanha deputado federal Eduardo Sciarra em visita a Santa Casa de Irati


Na última sexta-feira (09), o deputado estadual Cesar Silvestri Filho acompanhou o deputado federal Eduardo Sciarra durante uma visita ao Hospital Santa Casa de Irati para a liberação de R$ 1 milhão, provenientes de uma emenda federal, para a compra de equipamentos. “Sabemos da importância dos investimentos na área da saúde, pois temos como exemplo o Hospital São Vicente de Paulo, em Guarapuava que também foi contemplado com verbas e está investindo na construção de 50 leitos além da compra de novos equipamentos para garantir um atendimento de qualidade para a região, como vai acontecer na Santa Casa de Irati”, comentou Cesar Filho.

Segundo o deputado federal Eduardo Sciarra, os investimentos em saúde deveriam ser prioridade para os governos federal e estadual. “Ajudar entidades sérias como a Santa Casa de Irati é um enorme prazer e uma grande satisfação. Ver que cada real repassado está sendo usado em benefício da população da cidade e de toda a região me deixa feliz. Primeiro porque acredito que uma das funções da atividade parlamentar é essa, buscar recursos para quem necessita. E segundo, porque mostra que a Santa Casa de Irati é administrada por profissionais da mais alta competência”.

O provedor da Santa Casa, Germando Strassmann destacou que os equipamentos vão possibilitar que os pacientes de Irai recebam tratamento de qualidade no próprio município. “Além de acelerar diagnóstico e tratamento, os pacientes e seus familiares terão menos desgaste com viagens e também uma redução de custo nas viagens para outros municípios”, apontou o provedor que ainda agradeceu todos que continuam contribuindo com as melhorias na instituição. “Graças a bondade e credibilidade das pessoas com a Santa Casa, conseguimos manter o bom atendimento e a ampliação dos serviços de qualidade ofertados pelo hospital”, reconheceu.

Assessoria de Impresa Cesar Silvestri Filho

Governo lança Operação Natal para garantir tranquilidade à população


Para garantir a tranquilidade no período das festas de fim de ano, o Governo do Estado determinou reforço no policiamento, o que será feito em todo o Paraná por meio da Operação Natal, lançada neste domingo (11) no Largo da Ordem, em Curitiba. O objetivo é aumentar a segurança da população, principalmente no período das 13 às 23 horas, em que o movimento no comércio é maior em função das compras de natal. O reforço mobilizará 1.500 policiais, sendo 400 somente para Curitiba e Região Metropolitana (RMC).

O policiamento será aumentado em todo o Estado, num esforço conjunto entre Polícia Militar, Polícia Civil e guardas municipais, além de outros órgãos ligados à segurança pública, segundo o secretário da Segurança Pública, Reinaldo de Almeida Cesar. “Essa ação é a primeira de uma série de realizações na área de segurança que vamos fazer já em 2012”, disse o secretário. A reestruturação do 190, a volta dos módulos policiais e a recomposição do efetivo são algumas das melhorias que vão beneficiar a população, destacou Almeida Cesar.

OPERAÇÃO - A intensificação do policiamento se dará principalmente das 13 às 23 horas nas áreas comerciais e de grande aglomeração de pessoas, por meio de policiamento a pé e motorizado. Mas já a partir das 8h30 haverá um número maior de policiais nas ruas, aumentando sua presença, gradativamente, até o final da noite, explica o comandante-geral da PM, coronel Roberson Luiz Bondaruk.

A Polícia Civil vai atuar na Operação Natal de forma velada, junto com o Poder Judiciário, e também na Operação Verão. “Vamos concentrar nossas forças nos locais de maior movimento, com o objetivo de identificar os crimes e combatê-los. Também investiremos em trabalhos coletivos isolados de investigação para impedir o avanço da criminalidade organizada”, afirmou o delegado-geral da Polícia Civil, Marcus Vinicius Michelotto.

Os policiais estarão presentes em áreas comerciais, próximos a feiras, bancos, praças, calçadões e lugares de concentração de pessoas. Policias militares que trabalham no serviço administrativo da corporação terão suas escalas modificadas, para que também vão para as ruas reforçar o policiamento, o que deve acontecer em todo o Estado, determinou o comandante-geral da PM.

Na capital e RMC estarão envolvidos na Operação Natal os batalhões da capital (12°, 13° e 20° BPMs) pertencentes ao 1° CRPM, além do 17° Batalhão da Região Metropolitana (17°BPM) do 6° CRPM, e das unidades especializadas, além do apoio de diretorias e seções da PM. Quando for necessário também será utilizado o Grupamento Aéreo da Secretaria de Estado da Segurança Pública.

OCORRÊNCIAS COM PRISÕES E ENCAMINHAMENTOS DIVERSOS:


ATENDIMENTO DE ACIDENTE / INFRAÇÃO DE TRÂNSITO / NÃO PRESTAR SOCORRO

As 18h40min, uma equipe do pelotão de trânsito se deslocou até a Av. Ruben Siqueira Ribas onde
no local  segundo informações de populares tratava-se de acidente de trânsito tipo colisão traseira onde o  GM/S10,   transitava pela Av.  Ruben Siqueira Ribas sentido Parque do Jordão para o Trianon quando na citada via sofreu colisão traseira do GM/Opala, que transitava pela mesma via e sentido da S/10 porém logo atrás deste. Em ato continuo ambos os condutores evadiram-se do local segundo informações o condutor do opala evadiu-se numa motocicleta placa AUP-7955,  abandonando seu veículo bem como seu passageiro  ferido no local.  A equipe realizou patrulhamento porém sem êxito.  Do evento restaram danos de pequena monta  no opala   e  ferimentos   em  seu passageiro o qual   foi   socorrido pelo SIATE  e  conduzido para  a Urgência  Municipal.   Segundo   populares   ambos   os   veículos   realizavam  corrida   disputa  (racha)   ambos notificados e o opala foi removido ao pátio do 16º BPM.

b. PORTE ILEGAL DE ARMA DE FOGO DE USO PERMITIDO
As   23h30min,   uma   equipe   policial   atendendo   denúncia   anônima   se   deslocou   até   a  R.   Pedro Siqueira,  onde duas pessoas estavam transitando pela via,  portando uma arma de fogo. A equipe realizou abordagem  nas   pessoas   e   localizado   na   cintura   de   um  deles   um  evolver   calibre   32   com  6  munições

 PERTURBAÇÃO SOSSEGO ALHEIO
As  0h55min,  uma   equipe  policial   se  deslocou  até   a  R.  das  Secretárias,  onde   conforme  várias ligações anônimas, estaria sendo utilizado um aparelho de som no exterior da residência com o volume no máximo, no local a equipe constatou a veracidade dos fatos. No local havia aproximadamente 15 pessoas,som e conduzida a responsável pela casa.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Festival Promessas celebra música evangélica

Diante do Trono e Fernanda Brum foram algumas das atrações.
Evento reuniu cerca de 20 mil pessoas no Aterro.



Os vários estilos do segmento musical evangélico brasileiro encontraram-se neste sábado (10), no Aterro do Flamengo, no Rio, na primeira edição do Festival Promessas. Diante do Trono, Regis Danese, Damares, Fernanda Brum, Ludmila Ferber, Eyshila, Davi Sacer, Pregador Luo e Fernandinho apresentaram-se por quase 8 horas, entre as 14h e 21h30, para um público estimado em 20 mil pessoas pela Polícia Militar.

Foi início de uma jornada em que se revezaram músicos de diferentes estilos. O hip hop do Pregador Luo abriu a tarde chuvosa no Aterro do Flamengo. A ele seguiram-se o animado pop rock de Regis Danese e o mesmo estilo, com mais peso, apresentado por Fernandinho. Ludmila fez um show com pegada roqueira, enquanto Diante do trono traz praticamente um sermão musical. Os estilos variaram, mas o tema foi sempre o mesmo, com todos unidos pelo mesmo apelo religioso. Danese e
"O nome do festival veio a calhar. Porque é realmente a promessa de Deus se cumprindo e se concretizando. Eu fico muito honrada de participar deste projeto histórico", disse a cantora Damares, pouco depois de se apresentar.
Com um som mais pesado do que a maioria dos outros participantes, o show de Fernandinho foi um dos destaques e o que mais fez a plateia dançar. A forte base instrumental da apresentação se somou o coro entusiasmado da plateia que, nos momentos mais agitados, saltou ao ritmo da música.
Num outro momento marcante do festival, Davi Sacer fez o público dançar indo para a direita, esquerda, para frente e para trás, obedecendo à letra de "Toda sorte de bênçãos". Antes dele, Fernanda Brum trouxe hits como "Cura-me" e recebeu Luo no palco para apresentar "Pavão Pavãozinho".
Sacer entregou ao Diante do Trono, a última atração, uma plateia que cantava cada verso e reagia a cada gesto vindo do palco. O clima do show foi de louvor. Ana Paula Valadão, que também é pastora, fez seu sermão em pequenos trechos no meio das músicas, e cantou boa parte do tempo com os olhos fechados.
No encerramento da noite, o mestre de cerimônias Serginho Groisman apresentou uma "surpresa": as atrações do dia se juntaram para cantar "Alto preço", canção em que figura o verso "Com nossos olhos em Cristo, unidos iremos cantar". Sob aplausos, os artistas puxaram um coro de "Jesus", fechando o festival.

O evento será transformado em um especial de TV e fará parte da programação de fim de ano da TV Globo. O programa irá ao ar no dia 18.

sábado, 10 de dezembro de 2011

PSD realizou seu primeiro Encontro Regional em Guarapuava


Com a presença do Deputado Federal Eduardo Sciarra, Presidente da Executiva Estadual do partido, o PSD realizou neste sábado o seu primeiro Encontro Regional. O evento foi no anfiteatro do Sindicato Rural de Guarapuava, que ficou praticamente lotado, e contou com a presença de políticos, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, pré-candidatos, filiados e simpatizantes do partido de Guarapuava e dos municípios pertencentes as regiões da Cantuquiriguaçu e Amocentro. Ouça uma entrevista com o Deputado Federal Eduardo Sciarra.  


http://www.cultura93fm.com.br/noticia.asp?id=14640


Celso Góes coordena encontro regional do PSD


Consolidar uma base municipalista forte por meio da eleição de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores na maioria dos 367 municípios do Paraná onde o PSD está organizado. Este o novo desafio do Partido, conforme anunciou o presidente estadual Eduardo Sciarra, neste sábado (10) em Guarapuava. O encontro organizado pelo presidente do PSD, Celso Góes, mobilizou prefeitos, vereadores, vice-prefeitos da região.

"Partido que não disputa eleição não cresce, não tem futuro”, disse o deputado federal Eduardo Sciarra, fechando a rodada de sete encontros regionais que o PSD realizou nos principais pólos do Paraná.

Sciarra não deixou de lembrar o grande desafio que foi a estruturação do Partido no País. Eduardo Sciarra disse que, mesmo correndo contra o calendário eleitoral, que exigia a oficialização do partido até final de setembro de 2011, o PSD no Paraná conseguiu se estruturar com chapas completas de pré-candidatos a vereador em 367 municípios. Na maioria deles, também há pré-candidatos a prefeito ou a vice-prefeito. “Agora temos que ampliar as nossas bases nos municípios obtendo o maior número de filiados possível”, afirmou Sciarra.

O encontro de Guarapuava apresentou também o PSD Jovem coordenado por Pedro Moraes e o PSD Mulher que tem como coordenadora Sandra Prado. A presidente do PPS, Viviane Siqueira Ribas, o prefeito de Turvo Marcos Seguro, entre outras autoridades, prestigiaram o encontro.


Na foto: Deputado Sciarra, ladeado pela Coordenadora das mulheres do PSD de Guarapuava, Sandra Prado, presidente do PSD de Guarapuava Celso Goes, Edoni Kliber, Secretário , Ademir Fabiani, Ana Lucia, Glair, Sandra, Vilma e Cleonice.  

Fonte: Rede Sul de Notícias



  
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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

PSD realiza encontro regional amanhã em Guarapuava‏

 
O diretório municipal do Partido Social Democrático (PSD), realiza neste sábado (10) o seu primeiro encontro regional em Guarapuava.
O evento será no anfiteatro do Sindicato Rural, próximo ao CTG Fogo de Chão, com início às 10h, e deverá contar com a presença de prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, pré candidatos, filiados e simpatizantes do PSD de mais de 30 municípios pertencentes as regiões da Cantuquiriguaçu e Amocentro, e também com o Deputado Federal Eduardo Sciarra, Presidente da Executiva Estadual do partido.

Parabéns Guarapuava pelos seus 192 anos!


Sinto muito orgulho da minha cidade. Com belezas incomparáveis, histórias mil e localização geográfica privilegiada, Guarapuava é, acima de tudo, um lugar de gente de bem. É cidade acolhedora e aconchegante, que nem colo de mãe.
Comemorar seu aniversário me deixa fascinada. Tudo que diz respeito a ela me interessa. Cuido dela e a defendo como quem defende sua família. Isso é amor sim.
Mas me alegro quando vejo progresso! Quando vejo Faculdades e Universidade, unindo pessoas e acolhendo pessoas de tantos municípios.
Eu me alegro quando a educação é tratada com carinho e as melhorias nas escolas.
Me alegro quando vejo pessoas preocupadas com duplicação da BR 277 que tem ceifado muitas vidas.
Alegro-me com os nossos representantes políticos quando conseguem recursos e lutam por uma cidade melhor!
Quando o compromisso continua em lutar em beneficio da coletividade.
Fico triste quando algo negativo atinge a minha cidade. Quando crimes hediondos acontecem!
Quando vejo pessoas inseguras pela violência. Quando há falta de creches e medicamentos para os mais necessitados!
Sonho com mais saúde, educação, segurança, transporte, infra-estrutura, ação social, emprego e renda. Mais cidadania, habitação, proteção ao meio ambiente, apoio as inciativas comunitárias, às crianças, aos jovens, adultos e à melhor idade.

Parabéns Guarapuava! Parabéns a todos que assim como eu tem vontade de vencer!
Da sua filha adotiva
Sandra Prado

Coral de Anjos encanta público



Grande publico compareceu ao Parque do Lago para assistir o Coral de 3 mil anjos.
Os anjos se colocaram ao redor do lago, formando uma corrente iluminada apenas pela luz das velas que seguravam nas mãos. As margens do lago e o sistema sonoro levou o coro dos anjos a todos os pontos do parque. De onde se estivesse, a audição era perfeita.
Um grande espetáculo que mereceu aplausos!

Veja fotos...
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Cesar Filho e Michele Caputo assinam convênio para Hospital São Vicente em Guarapuava‏





Entre convênios e os recursos que virão do Governo Federal, o Hospital São Vicente de Paulo, em Guarapuava, receberá R$ 15 milhões em investimentos
O deputado estadual Cesar Silvestri Filho e o Secretário de Saúde do Paraná assinaram nesta quinta-feira (08) em Guarapuava, dois convênios para a liberação de verbas para o Hospital São Vicente de Paulo. Serão destinados R$ 1.150.000,00 para o custeio das despesas diárias, resultado de um convênio com a Secretaria de Atenção à Saúde - SAS e R$ 2.750.000,00,para reforma e construção de 50 novos leitos para o hospital que hoje atende uma região com mais de 500 mil habitantes. 
Além dos R$ 3,9 milhões liberados através dos convênios, o Secretário de Desenvolvimento Urbano do Paraná, Cezar Silvestri também falou sobre uma emenda individual apresentada ao Governo que vai garantir R$ 5,9 milhões ao Hospital São Vicente na compra de equipamentos para diagnósticos de alta precisão. “Com estes recursos, o hospital será o mais equipado da região e estará entre os melhores do Paraná. Estamos orgulhosos por oferecer saúde de melhor qualidade à população de nossa região”, disse Cesar Filho.
O deputado federal Cezar Silvestri também anunciou a liberação de mais R$ 15 milhões, provenientes de duas emendas, para investimentos no setor de saúde no Estado. Desta verba, Guarapuava receberá R$ 5 milhões que serão transferidos para o hospital São Vicente. “Entre os convênios que estão sendo assinados hoje e os recursos que virão do Governo Federal, o Hospital São Vicente receberá R$ 15 milhões em investimentos. Este é o maior investimento que um hospital filantrópico do estado do Paraná já recebeu”, garantiu Cezar Silvestri.
Segundo o Secretário de Saúde do Paraná, Michele Caputo Neto, esses investimentos na área da saúde no Estado só estão sendo possíveis pelas parcerias com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano do Paraná (SEDU) e com a Assembleia Legislativa. “Nosso orçamento para investimentos na saúde terminou na metade deste ano, agora estamos trabalhando com o repasse de R$ 15 milhões feito pela SEDU e outros R$ 10 milhões que vieram com o apoio da Assembleia Legislativa através da contribuição do deputado Cesar Filho”, afirmou o secretário, que também antecipou o anúncio de R$ 340 milhões do Governo Beto Richa, para serem investidos em projetos na área da saúde em 2012.
Farmácias do Paraná – Com a presença do deputado Cesar Silvestri Filho e do Secretário de Saúde, Michele Caputo Neto, foi inaugurada em Guarapuava, nesta quinta-feira (08), a primeira unidade da Farmácia do Paraná, um projeto da Secretaria da Saúde que contempla a reestruturação de todas as farmácias das Regionais de Saúde que administram a distribuição de medicamentos especiais. “Essa farmácia é diferenciada porque atende pacientes de medicamentos de alto custo e para patologias específicas”, explica Vinícius Traiano, diretor da 5ª Regional de Saúde, em Guarapuava.


Com novas instalações, a Farmácia do Paraná vai oferecer uma estrutura adequada para Guarapuava e região. “Guarapuava sai na frente prestando um atendimento de qualidade e esse é um mérito de toda a equipe da 5ª Regional de Saúde, que a partir de agora, conta com uma estrutura, de fácil acesso, para receber equipamentos e garantir a qualidade de atendimento à população”, comenta o deputado Cesar Filho.


Mamógrafo – O município de Guarapuava também recebeu um novo mamógrafo, no valor de R$ 126 mil que será instalado na Clínica da Mulher. “Além dos exames também vamos dar acompanhamento integral para essas mulheres”, garantiu Michele Caputo, secretário de Saúde do Paraná.

Com um atendimento diferenciado nas áreas de ginecologia e obstetrícia, a Clínica da Mulher tornou-se referência para a saúde das mulheres de Guarapuava e região. “Se uma doença é identificada logo no estado inicial, maiores são as chances de cura, por isso, nosso objetivo é fazer com que Guarapuava também seja referência na área de exames preventivos, com aparelhos de qualidade”, explica o deputado. O mamógrafo vai atender os três consórcios intermunicipais que atendem a 5ª Regional de Saúde.

Veja albúm de fotos
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Entrevista rádio Cultura;

PSD lança fundação “Espaço Democrático”

 
O Partido Social Democrático (PSD) lançou, nessa quarta-feira (07), em Brasília, a sua fundação de formação política e de estudos dos problemas brasileiros – intitulada “Espaço Democrático”. O evento contou com a participação de um grande número de filiados e simpatizantes do PSD.
Entre os presentes estavam ex-ministros de Estado, cientistas sociais, acadêmicos, parlamentares, administradores e especialistas em políticas públicas. Pronunciaram-se o presidente do partido, Gilberto Kassab, o vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif o ex-ministro Henrique Meirelles, o presidente da União Geral dos Trabalhadores, Ricardo Patah e a senadora Kátia Abreu.
O nome Espaço Democrático foi escolhido pelo partido para bem representar a sua posição de diálogo aberto e independente. A ideia é que todos aqueles que queiram contribuir nas discussões políticas e procurar soluções aos problemas nacionais possam fazê-lo, independente de suas posições doutrinárias ou partidárias.
A Fundação está organizada em Conselhos Temáticos que se dedicarão a conduzir pesquisas e debates em temas específicos da vida social, política e econômica do País. Os documentos elaborados a partir desses estudos serão tomados como base para fixar diretrizes ao PSD e preparar projetos para o país.
Segundo o presidente da Fundação, o vice-governador de SP, Guilherme Afif, a intenção é articular de maneira permanente a base do partido e compreender as necessidades de nossas diferentes realidades regionais. A fundação seria um espaço capaz de reunir intelectuais de todo país, “Temos que identificar, em cada estado brasileiro, os pesquisadores e estudiosos dispostos a contribuir com os nossos debates, modificando a lógica atual de manter um eixo intelectual apenas em São Paulo, Rio de Janeiro ou Minas Gerais”, anunciou Afif.
Meirelles – Em palestra de lançamento do Espaço, o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles abordou o tema da Crise Mundial e seus reflexos no país. Meirelles apontou a necessidade de que estabilidade financeira e crescimento econômico ocorram de modo unificado para que o país tenha condições de atravessar esta crise global. O ex-presidente afirmou que “Esse é um momento privilegiado, pois participar da criação de um partido nos permite estar inseridos na formação de novos valores, projetos e perspectivas políticas”.
Infraestrutura e Energia – Coordenador Temático da área de Infraestrutura e Energia, o deputado federal do Paraná, Eduardo Sciarra (PSD) afirmou que “hoje, a infraestrutura é um dos gargalos que impedem um crescimento ainda maior do nosso país. Estamos perdendo competitividade, pois investimos muito pouco nesta área, cerca de 2% do PIB, cerca de 1% do setor público e 1% do setor privado. É um terço do que gasta a China e metade do que é investido pela Índia. Nossa logística não responde as demandas de nossas indústrias, falta infraestrutura adequada. A insuficiência na prestação desses serviços gera impactos na economia ao aumentar custos, criar incertezas e reduzir a taxa de retorno dos investimentos produtivos”.
(Assessoria)

Governador sanciona Lei da Ficha Limpa Paraná‏



O Governador Beto Richa sancionou ontem, 07, a Lei da Ficha Limpa, de autoria dos deputados Ney Leprevost, César Silvestri Filho, Stephanes Júnior, André Bueno e Marcelo Rangel. Após a sanção, a lei segue para publicação no Diário Oficial e passa a valer.
A Lei da Ficha Limpa Paraná irá ampliar e radicalizar as sanções previstas pela lei federal da Ficha Limpa, que vale apenas para impedir candidaturas a cargos eletivos de pessoas que venham a sofrer condenação judicial em segunda instância.
O deputado Ney Leprevost explica que a Lei da Ficha Limpa Paraná veda a ocupação de cargos públicos de provimento em comissão – como secretários de estado e diretores de empresas estatais – por pessoas que tenham sido condenadas por crimes contra a economia popular, a fé pública, o sistema financeiro, o meio ambiente e a saúde pública.
Também ficam impedidos de ocupar cargos no Paraná os que tiverem sentença condenatória transitada em julgado por tortura, racismo, tráfico de entorpecentes, terrorismo, escravidão e formação de quadrilha.
“Essa lei é um avanço fantástico para a administração pública. Sua aplicação irá, literalmente, impedir que as raposas cuidem do galinheiro”, afirma Leprevost.
(Assessoria – Deputado Ney Leprevost)

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Silvestri homologa recape para Campina do Simão


O Governo do Paraná, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano (Sedu), autorizou nesta quarta-feira (07) a homologação do processo de licitação para obras de pavimentação e recape de vias no município de Campina do Simão, no valor total de R$ 214.303,89. O secretário do Desenvolvimento Urbano, Cezar Silvestri, assinou o documento de autorização em seu gabinete, durante reunião mantida com o prefeito de Campina do Simão, Emilio Artemiro Lazzaretti.

Para o prefeito, as obras impulsionam o progresso do município. “É um beneficio muito grande, que melhora a qualidade de ruas com um grande movimento, além de outras vias que receberão calçamento. É a valorização da cidade. Vai trazer uma mudança grande para o nosso dia-a-dia”, concluiu.





Cesar Silvestri Filho apoia a criação da Secretaria de Estado do Esporte


O projeto de lei nº 909/11, de autoria do Poder Executivo, criando a Secretaria de Estado do Esporte (SEES), foi aprovado nesta quarta-feira (7), no Plenário da Assembleia Legislativa, em primeira discussão. A atual secretaria funciona hoje em caráter especial e a intenção do governador Beto Richa é que o órgão seja permanente, com orçamento próprio e equipe melhor estruturada.


O deputado estadual Cesar Silvestri Filho reconheceu a importância da criação da Secretaria de Estado do Esporte no um momento em que o Brasil se encaminha para receber as Olimpíadas. “O Governo Beto Richa está reconhecendo a importância desta pasta para o desenvolvimento da atividade esportiva e incentivando a prática do esporte por nossas crianças. É a oportunidade para que possamos desenvolver talentos que irão representar o estado do Paraná e o Brasil”.

Cesar Filho fala em Plenário sobre assinatura do convênio com Hospital São Vicente de Paulo


 

Durante a sessão Plenária desta quarta-feira (07), o deputado estadual Cesar Silvestri Filho falou sobre a assinatura do convênio com o Hospital São Vicente de Paulo, inauguração da Farmácia do Paraná e entrega do mamógrao que acontecem amanhã, em Guarapuava, com a presença do secretário de saúde do Paraná, Michele Caputo Neto.


A assinatura do convênio com o Hospital São Vicente de Paulo destina R$ 2.750.000,00 para reforma e construção de 50 novos leitos e R$ 1.150.000,00 para o custeio das despesas diárias - resultado de um convênio com a Secretaria de Atenção à Saúde – SAS. Além deste convênio, ainda serão destinados mais R$ 11 milhões para o Hospital São Vicente de Paulo, conquistados pelo deputado federal, Cezar Silvestri, hoje licenciado na função de Secretário de Desenvolvimento Urbano, mas que articulando na legislatura passada, conseguiu o investimento para a compra de equipamentos de última geração. “Essas são conquistas importantes para a área de saúde de toda nossa região e isso é resultado das parcerias entre o Governo no Estado, com o governador Beto Richa, entre o Governo Federal por intermédio do Ministério da Saúde e das emendas do deputado federal Cezar Silvestri”, analisou Cesar Filho.


As Farmácias do Paraná fazem parte de um programa do Governo do Estado que está estruturando e especializando o fornecimento de medicamentos especiais, de alto valor, destinados às doenças graves e que não são fornecidos pela rede municipal de saúde. “A distribuição desses remédios estava veiculada às estruturas das regionais de saúde que eram precárias e não atendiam as necessidades da população, mas a partir de agora a unidade de Guarapuava será referência para todo o estado do Paraná e isso é mérito da equipe da 5ª Regional de Saúde, que em nome do Dr. Vinícius Traiano e Dr. Stefan Negrão, compõe a Regional de Saúde de Guarapuava”. O deputado ainda falou sobre a entrega do mamógrafo que ficará à disposição dos três consórcios intermunicipais de saúde que compõe a 5ª Regional de Saúde.


Cesar Silvestri Filho também registrou um investimento de R$ 10 milhões para ampliação em 10% da rede coletora de esgoto do município de Guarapuava. “Milhares de famílias serão atendidas a partir desses investimentos feitos pelo Governador Beto Richa, por intermédio da Sanepar”, informou. Serão beneficiados os bairros Vila Carli em sua totalidade, Jardim Araucária e Manssani, Concórdia, São Vicente e parte do Jardim das Américas.   


Assessoria de Imprensa Cesar Silvestri Filho

Copel sugere cuidados para evitar acidentes com enfeites de Natal


Os milhares de pontos de luz e adereços que colorem casas e lojas neta época do ano podem estragar a festa. Para evitar que a instalação e a operação dos enfeites e da iluminação natalina sejam causa de acidentes com choques elétricos, curtos-circuitos e princípios de incêndio, a Copel sugere alguns cuidados.

Uma recomendação essencial é para que, no momento da compra, a pessoa verifique a procedência e a qualidade de equipamentos que usam energia elétrica, principalmente os cordões de luzes (pisca-piscas), que são largamente utilizados.

A Copel recomenda observar se o pino e a tomada se ajustam sem folgas. Isso garante boa conexão elétrica e evita aquecimento. Também não se deve tocar na fiação ou substituir lâmpadas queimadas sem antes desconectá-la da fonte de energia.

É conveniente consultar um profissional de confiança para se assegurar de que a capacidade e a resistência dos condutores sejam compatíveis com a carga elétrica requerida, observando o correto dimensionamento de cabos e fios. Essa é a forma de evitar que os fios derretam ou provoquem curtos-circuitos, que podem provocar incêndios.

EXTERIORES – O máximo cuidado deve ser tomado na ornamentação de exteriores, pois além do risco de acidentes com choques elétricos há também o perigo de quedas. Nesse tipo de decoração, devem ser utilizados exclusivamente equipamentos fabricados para uso externo. A Copel informa que a instalação de adornos e objetos decorativos nas proximidades da rede pública de energia elétrica é proibida pela legislação, que determina a manutenção de uma distância segura. O desrespeito a essa norma resulta em enorme probabilidade de acidentes graves.

Outro cuidado fundamental a ser observado é evitar a umidade: equipamentos elétricos ou materiais energizados de qualquer espécie – incluindo os enfeites natalinos – jamais devem ser tocados quando a pessoa estiver com as mãos ou pés molhados. Por ser ótima condutora de energia, a água facilita e amplifica os efeitos da passagem da corrente elétrica pelo corpo humano.

SINAIS – As instalações elétricas apresentam sinais quando não estão adequadas ao uso. O primeiro é o aquecimento da fiação, tomadas, pinos e conexões, e o segundo, o cheiro característico de plástico queimando. Ao perceber qualquer um desses indícios, o consumidor deve desligar imediatamente os equipamentos das tomadas e verificar detalhadamente as instalações. A persistência do aquecimento provoca a deterioração dos isolamentos, o que pode provocar um curto-circuito e princípio de incêndio.

Por fim, o consumidor deve lembrar de desligar os equipamentos quando não estiverem em uso, evitando o desperdício de eletricidade.

CUIDADOS NA DECORAÇÃO:

- escolher com cuidado os materiais que serão utilizados nas instalações, que devem ser de boa procedência e certificados pelos institutos controladores de qualidade;

- planejar o local da instalação da decoração, evitando a proximidade com cortinas e materiais ou produtos inflamáveis;

- colocar os equipamentos próximos da fonte de energia, evitando o uso de extensões;

- instalar equipamentos de proteção contra sobrecorrente e curto-circuito, como disjuntores, por exemplo;

- não ligar vários equipamentos num mesmo ponto de energia, pois a ligação simultânea deles pode provocar sobrecarga, aquecimento, curto-circuito e, como conseqüência, princípio de incêndio;

- prestar muita atenção às emendas e à película plástica isolante: todas as emendas e conexões devem ser bem feitas e estar protegidas com fita isolante de boa qualidade

Ivete Sangalo é diagnosticada com meningite


A cantora Ivete Sangalo, que foi internada na manhã de domingo, 4, no Hospital Aliança, em Salvador, teve o diagnóstico de meningite confirmado pela diretoria médica da unidade hospitalar.
Na manhã desta segunda-feira, 5, um boletim médico informou que Ivete tem uma meningite benigna e que está "afastado diagnóstico de meningite meningocócica tipo C" – forma mais grave da doença.
Ainda segundo o hospital, Ivete está lúcida e sendo medicada. Os médicos que acompanham a cantora realizam agora exames laboratoriais mais específicos para definir o tempo de tratamento.
Benigna - A infectologista Tereza Valois, especialista ouvida pela reportagem de A TARDE, explica que a forma da doença que afeta Ivete é a menos agressiva, não deixando sequelas.
“Ainda é cedo para especificar mais detalhes antes de exames mais elaborados, mas, de acordo com o boletim médico expedido, Ivete tem uma meningite não bacteriana e que não pode ser transmitida pelas vias respiratórias".
A meningite é uma inflamação das meninges, as membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Os sintomas mais comuns da doença, e que se manifestam tanto na bacteriana quanto na viral, são rigidez na nuca, vômitos e dores de cabeça intensas.


Famosos se manifestam - Depois de confirmado que a cantora Ivete Sangalo está com meningite, vários fãs fizeram questão de comentar o assunto no Twitter, levando o nome de Ivete ao ranking dos assunto mais comentados do microblog.
Famosos também se manifestaram, como a cantora Alinne Rosa. A vocalista da banda Cheio de Amor solicitou: "Quero pedir a todos os meus fãs e amigos que façam uma corrente de oração por Ivetinha! @ivetesangalo Que ela volte cheia de saúde logo!".
Flora Gil, esposa do cantor Gilberto Gil, também falou sobre o assunto: "Falei com minha amiga Cyntia Sangalo. @ivetesangalo está bem, sendo bem cuidada, e logo mais volta pra ativa de novo!".
O mesmo desejo de que Ivete se recupere o quanto antes foi expressado pela banda Jammil. "Todo nosso carinho hoje vai pra amiga @ivetesangalo. Que você fique boa logo pra voltar a fazer o povo inteiro balançar, Ivetinha. Beijos!", escreveu no twitter.
Shows - Por conta da doença, parte da agenda da artista foi cancelada. As apresentações em Recife, que seria realizada nesta quarta, 7, e em São Bernardo dos Campos, prevista para o sábado, 10, serão remarcadas, embora a assessoria da cantora não tenha confirmado uma nova data.
Ivete ainda não tem previsão de alta do Hospital Aliança, onde está internada.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Com substitutivo de Cesar Filho, ADAPAR é aprovada em Plenário



O substitutivo geral ao projeto de lei nº 847/11, de autoria do Poder Executivo, criando a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (ADAPAR), foi aprovado hoje, terça-feira (6), no Plenário da Assembleia Legislativa e agora segue para sanção governamental. Encaminhado na forma de emenda, o substitutivo é assinado pelos deputados César Silvestri Filho (PPS), Ademar Traiano (PSDB), líder do Governo, Augustinho Zucchi (PDT), Pedro Lupion (DEM) e Valdir Rossoni (PSDB), presidente do Legislativo.



O substitutivo garante aos funcionários hoje lotados no Departamento de Fiscalização e Defesa Agropecuária da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (SEAB), as mesmas vantagens salariais que serão oferecidas aos servidores da ADAPAR. Também inclui no inciso III, do artigo 3º, a responsabilidade pela fiscalização de “vegetais”.



Com informações da Assessoria de Imprensa/ALEP

NEY LEPREVOST É ACLAMADO PRESIDENTE DO PSD DE CURITIBA. LUIZ CHEMIN GUIMARÃES É ELEITO PRESIDENTE DO CONSELHO DE ÉTICA


Mais de 300 pessoas, entre filiados, empresários, sindicalistas e lideranças políticas compareceram ontem à noite na eleição do Diretório do PSD de Curitiba, em evento no Hotel Slaviero Rockfeller, onde o deputado Ney Leprevost foi eleito presidente do PSD por aclamação juntamente com o vereador Roberto Hinça na vice-presidência.

O presidente do PSD no Paraná, deputado federal Eduardo Sciarra, destacou que a eleição do diretório de Curitiba é prova de que o PSD não será regido por comissões provisórias, e sim por executivas e diretórios permanentes, eleitos de forma absolutamente democrática.

Leprevost fez questão de apresentar os membros do diretório da capital um por um, além dos delegados e os integrantes dos conselhos do partido, todos eleitos por aclamação ontem.

“O PSD é um partido democrático, pluralista, onde todas as decisões serão tomadas sem imposições. Estamos aqui para confirmar mais uma vez este princípio, elegendo os membros do nosso diretório e reforçando nossa meta de apresentar somente candidatos com a ficha limpa”, declarou Ney.

O Conselho Fiscal será presidido pelo advogado Domingos Caporrino, e para presidir o Conselho de Ética do PSD de Curitiba, Leprevost convidou o ex-procurador geral de Justiça do Paraná, Dr. Luiz Chemin Guimarães. Reputado por sua rigidez de princípios, Chemim reforçou perante todos os presentes sua disposição de não fazer concessões quando o assunto é ética e ficha limpa: “o corrupto negocia privilégios transitórios, e isso aqui não terá tolerância”, afirmou Chemin.

O presidente da UGT – União geral dos trabalhadores, Paulo Rossi, que irá integrar o diretório estadual do PSD, participou da reunião juntamente com Feliciano Moreira, um dos mais respeitados líderes sindicais do país. Para Feliciano, “a liderança e a disposição de trabalho do deputado Ney Leprevost o credenciam para disputar e vencer eleições majoritárias em Curitiba”.

O empresário Joel Malucelli, eleito delegado do diretório do PSD de Curitiba, justificou sua filiação ao novo partido com a simplicidade que é a sua marca registrada: “vim atraído pelas boas companhias e os bons ideais”.

O comunicador e ex-deputado estadual Luis Carlos Martins, que assumirá a Comissão temática de Comunicação, declarou que o convite de Leprevost não o fez mudar de partido, mas sim, “participar da fundação do novo PSD”.

O segmento jovem foi eleito ontem, enquanto os segmentos trabalhista, feminino e dos empreendedores será escolhido em fevereiro de 2012.

DIRETÓRIO PSD CURITBA
MEMBROS :

1 - NEY LEPREVOST NETO
2 - REINOLD STEPHANES
3 - LUÍS CARLOS MARTINS
4 - JOACIR ROBERTO HINÇA
5 - JAIRO MARCELINO
6 - CELSO TORQUATO
7 - JOEL MALUCELLI
8 - SAUL RAIZ
9 - DR. LUÍS CHEMIN GUIMARÃES
10 - DR. JOSÉ FERNANDO MACEDO
11 - DR. JURANDIR MARCONDES RIBAS
12 - DR. ADEMIR GONÇALVES
13 - DR. LUIS ANTONIO LEPREVOST
14 - DR. BENEDITO BARBOSA (ADVOGADO GERAL DA UNIÃO no PR)
15 - DR. DOMINGOS CAPORRINO
16 - PAULO BASTOS (SELETROAR)
17 - JORGE LEONEL DE SOUZA (SINDICATO SUPERMERCADOS)
18 - GEORGE HENRIQUE HERWING
19 - MARIO VEIGA
20 - MAURÍCIO GULIN
21 - ELZIO CARLESSI
22 - ELIO JOÃO VENTURA
23 - FRANCISO DE ASSIS STALSCHIMIDT
24 - HIROTOSHI TAMINATO
25 - JULIANA VOSNIKA
26 - GUILHERME GUERRA
27 - LUIS OLMIRO VELASQUEZ
28 - CRISTIANO MENEGHETTI RIBAS
29 - AMANDA GODOI
30 - RAFAEL MAIA
31 - MARCÍLIO MACHADO
32 - DENIR GUANDALINE
33 - LUÍS LUCHESI
34 - EDIMAR LEDUC
35 - PAULA DE CASTRO TAVARES

CONSELHO DE ÉTICA:
PRESIDENTE - DR LUÍS CHEMIN GUIMARÃES
MEMBRO - ANA THEREZA KASTRUP (TISA)
MEMBRO - PADRE ELMO HECK
SUPLENTE - ADEMIR GONÇALVES
SUPLENTE - ITAMAR NEVES
SUPLENTE - PAULA TAVARES

CONSELHO FISCAL:
PRESIDENTE - DR.DOMINGOS CAPORRINO
MEMBRO - RAMIRO WARAFITIG
MEMBRO - JACKSON PITOMBO
SUPLENTE - AGOSTINHO CREPLIVE
SUPLENTE - EDIMAR LEDUC
SUPLENTE - MILTON GARCIA

SUPLENTES:
1 - FABIO METINA ALBERTO
2 - LUIS CARLOS BORGES DA SILVA
3 - ANTONIO PROCOPIAK – DELEGADO
4 - CLODOALDO BARBARINE
5 - TADEU NATÁLIO
6 - GENIVALDO JOSÉ DOS SANTOS
7 - NEY MECKING
8 - LUCIA BIANECK
9 - JOSÉ EDUARDO MORAES SARMENTO
10 - FÁBIO CESÁRIO VIEIRA
11 - FREDERICO FORTES
12 - CLEIDE RANDO

EXECUTIVA:
PRESIDENTE – NEY LEPREVOST NETO
VICE-PRESIDENTE – JOACIR ROBERTO HINÇA
SECRETÁRIO GERAL – HÉLIO VENTURA
PRIMEIRO TESOUREIRO – FRANCISCO DE ASSIS STALSCHMIDT JÚNIOR
SEGUNDO TESOUREIRO – ELZIO CARLESSI
VOGAL – GEORGE HENRIQUE HERWING
VOGAL – MARIO VEIGA
SUPLENTE – MAURÍCIO GULIN
SUPLENTE – PAULA TAVARES
SUPLENTE – HIROTOSHI TAMINATO

DELEGADOS:
JACKSON PITOMBO
SAUL RAIZ
JOEL MALUCELLI
CRISTIANO MENEGHETTI RIBAS
LUIS CARLOS MARTINS
DR. JURANDIR MARCONDES RIBAS
GEROGE HENRIQUE HERWING
MARIO VEIGA
CELSO TORQUATO
DR. LUIZ CHEMIN GUIMARÃES
JOACIR ROBERTO HINÇA
FRANCISCO DE ASSIS STALSCHMIDT JÚNIOR
DR. ADEMIR GONÇALVES
DR. DOMINGOS CAPORRINO
ELZIO CARLESSI
LUIS OLMIRO VELASQUEZ
AMANDA GODÓI
DENIR GUANDALINE
EDIMAR LEDUC
PAULA DE CASTRO TAVARES
JULIANA VOSNIKA
DR. LUIS ANTONIO LEPREVOST

SEGMENTO JOVEM:
PRESIDENTE – LUCAS LEAL
SECRETÁRIO GERAL – RAFAEL MAIA

Deputado Cesar Silvestri Filho recebe Secretário da Saúde em Guarapuava para inauguração da Farmácia do Paraná e assinatura de convênios para o Hospital São Vicente de Paulo‏


Na próxima quinta-feira (08), o deputado estadual Cesar Silvestri Filho recebe o secretário de Estado da Saúde, Michele Caputo Neto, em Guarapuava para a inauguração da Farmácia do Paraná, a entrega de Mamógrafo e a assinatura de convênios para reformas e ampliações do Hospital São Vicente de Paulo no valor de R$ 3,9 milhões.



O evento que contará com a presença do deputado estadual Cesar Filho, do secretário de Estado da Saúde, Michele Caputo Neto, do secretário de Estado do Desenvolvimento Urbano, Cezar Silvestri e demais autoridades regionais, será realizado a partir das 10h na Farmácia do Paraná, localizada à Rua Belmiro Miranda, 167 - Bairro Trianon.



Convênio Hospital São Vicente de Paulo - Os recursos que o Hospital São Vicente receberá são do Programa de Apoio e Qualificação de Hospitais Públicos e Filantrópicos do SUS no Paraná (HOSPSUS). O Programa possibilitará à população um atendimento hospitalar de qualidade o mais próximo possível de sua residência, otimizando a eficiência dos hospitais.



Serão destinados R$ 1.150.000,00 para o custeio das despesas diárias, resultado de um convênio com o Secretaria de Atenção à Saúde - SAS e R$ 2.750.000,00 para reforma e construção de 50 novos leitos para o Hospital São Vicente que hoje atende uma região com mais de 500 mil habitantes. Além disso, o deputado federal Cezar Silvestri, através de duas emendas, garantiu o investimento de R$ 11 milhões para a compra de equipamentos para diagnósticos de alta precisão. “Vamos fechar o ano com mais investimentos para o hospital de Guarapuava. Com estes recursos, o hospital será o mais equipado da região e estará entre os melhores do Paraná. Estamos orgulhosos por oferecer saúde de melhor qualidade à população de nossa região”, disse Cesar Filho.



Ainda de acordo com o deputado estadual, os recursos foram disponibilizados devido a uma parceria da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano do Paraná (Sedu), através do secretário Cezar Silvestri, com a Secretaria de Saúde. “Essas parcerias são fundamentais para que novos investimentos e recursos também sejam disponibilizados para o município”, enfatiza Cesar Filho.



Farmácias do Paraná – Guarapuava será o primeiro município do Paraná a receber a unidade da Farmácia do Paraná, um projeto da Secretaria da Saúde que contempla a reestruturação de todas as farmácias das Regionais de Saúde que administram a distribuição de medicamentos especiais. “Essa farmácia é diferenciada porque atende pacientes de medicamentos de alto custo e para patologias específicas”, explica Vinícius Traiano, diretor da 5ª Regional de Saúde, em Guarapuava.



Com novas instalações, a Farmácia do Paraná vai oferecer uma estrutura adequada para Guarapuava e região. “Guarapuava sai na frente prestando um atendimento de qualidade e esse é um mérito de toda a equipe da 5ª Regional de Saúde, que a partir de agora, conta com uma estrutura, de fácil acesso, para receber equipamentos e garantir a qualidade de atendimento à população”, comenta o deputado Cesar Filho.



Mamógrafo – O novo mamógrafo será instalado na Clínica da Mulher, em Guarapuava. Com um atendimento diferenciado nas áreas de ginecologia e obstetrícia, a Clínica da Mulher tornou-se referência para a saúde das mulheres de Guarapuava e região. “Se uma doença é identificada logo no estado inicial, maiores são as chances de cura, por isso, nosso objetivo é fazer com que Guarapuava também seja referência na área de exames preventivos, com aparelhos de qualidade”, explica o deputado. O mamógrafo vai atender os três consórcios intermunicipais que atendem a 5ª Regional de Saúde.



Inauguração da Farmácia do Paraná e entrega do Mamógrafo

Data: 08/12/2011

Horário: 10 horas

Local: Rua Belmiro Miranda, 167 - Bairro Trianon

         

Visita e assinatura de convênios com Hospital São Vicente de Paulo

Data: 08/12/2011

Horário: 11 horas

Local: Rua Marechal Floriano Peixoto, 1059 - Centro

PSD -Partido Social Democrático realiza "I Encontro Regional"



O diretório municipal do Partido Social Democrático (PSD), coordenado por seu presidente Celso Góes, prepara encontro regional em Guarapuava.
O evento acontecerá no sábado, 10 de dezembro, no anfiteatro do Sindicato Rural de Guarapuava, com início às 10h, e deverá contar com a presença de prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, pré candidatos, filiados e simpatizantes do PSD de mais de 30 municípios pertencentes as regiões da Cantuquiriguaçu e Amocentro. O Deputado Federal Eduardo Sciarra, Presidente da Executiva Estadual do partido já confirmou presença.
O PSD realizou encontros regionais em São José dos Pinhais, Pato Branco, Cascavel. Neste final de semana haverá encontros em Londrina (02), Maringá (03). Na sexta-feira (09) o encontro acontece em Ponta Grossa.
Em Guarapuava o PSD já conta com 62 filiados e está trabalhando a sua estrutura organizacional. Já foram criadas duas instâncias de trabalho, o PSD Jovem e o PSD Mulher, que tem como coordenadores Pedro Moraes e Sandra Prado, respectivamente.
Em âmbito nacional e estadual o partido se organiza em quatro instâncias de trabalho, o PSD Jovem, o PSD Mulher, o PSD Trabalhista e o PSD Empreendedor.
I ENCONTRO REGIONAL
Dia: 10 de Dezembro de 2011
Horário: 10hs
Local: Sindicato Rural – Rua Afonso Botelho 53- Trianon
(ao lado do CTG Fogo de Chão)
 
Contato:psdguarapuava@hotmail.com –Celular (42) 3035-4342.